Cobrança de clientes: guia completo para evitar a inadimplência

A cobrança de clientes é uma atividade rotineira em qualquer empresa, mas nem sempre é agradável. O importante é você ter processos e políticas claras para sua equipe lidar melhor com todas as objeções e dificuldades dessa tarefa.

Muito do problema enfrentado pelas empresas em relação ao seu caixa tem a ver com a dificuldade em cobrar clientes inadimplentes. Ou, ainda, pelo fato de só cobrar quando ele se tornar inadimplente.

Leia também: Capital de giro – 8 estratégias para conseguir capital (fugindo do banco!)

Existem estratégias que você pode aplicar no seu negócio para evitar prejuízos com a falta de pagamento dos clientes, reduzindo os impactos em suas atividades.

Neste artigo, você vai entender: 

  • Cobrança de Clientes: tarefa essencial para sua saúde financeira
  • Como funciona a cobrança de clientes
  • Cobrança de clientes e Fluxo de caixa
  • Principais dúvidas sobre cobrança de clientes
  • Como fazer a cobrança de clientes: passo a passo
  • 8 dicas para agilizar o processo de cobrança de clientes
  • Conheça o BomControle

Boa leitura!

Cobrança de Clientes: tarefa essencial para a saúde financeira

A cobrança de clientes é uma das tarefas mais importantes de um da gestão financeira, pois assegura os recebimentos e garante a organização do fluxo de caixa. 

Porém, é praticamente impossível evitar a inadimplência e você precisa entender como lidar com ela no cotidiano do seu negócio, sem que isso afete negativamente a sua operação.

Empresas que recebem pagamentos a prazo com frequência necessitam de um processo de cobrança de clientes claro, além de ter um plano estruturado para lidar com os clientes em atraso.

Felizmente, as dores de cabeça com mau pagadores podem ser amenizadas a partir de um processo de cobrança, o que permite, também, um melhor relacionamento com o devedor.

Como funciona a cobrança de clientes

Normalmente, cada empresa possui suas próprias políticas para conceder crédito aos seus clientes, sofrendo variações conforme o segmento e atividades.

Empreendimentos de varejo e atacadista tendem a vender diretamente para os consumidores finais, aumentando o número de vendas a partir de cartões de crédito, débito e dinheiro, e diminuindo problemas por falta de pagamento.

Outro segmento de empresas são os prestadores de serviço, que costumam utilizar faturas e boletos para efetuar as vendas. 

Podemos observar com frequência modelos de negócio baseados em assinaturas e pagamentos recorrentes, chamado de economia da subscrição.

Seja qual for o tipo de empreendimento, é importante que a empresa estruture um  processo de cobrança claro, inteligente e assertivo, e que possa ser comunicado de maneira gentil aos inadimplentes.

Cobrança de clientes e Fluxo de caixa

O setor financeiro precisa estar olhando para o presente e o futuro de forma simultânea, equilibrando as entradas e saídas do seu negócio.

Se você possibilita que seus clientes efetuem pagamentos a prazo, e paga seus fornecedores com esse dinheiro, é preciso alinhar os prazos e as datas de recebimentos de clientes com o pagamento de fornecedores. 

Caso isso não ocorra, o seu negócio poderá ter que aumentar o capital de giro para equilibrar as contas. 

A forma ideal para ter esse controle é o fluxo de caixa, pois ele te dará uma boa visão de todos os pagamentos a serem realizados além das entradas mensais do seu negócio.

Porém, se os seus clientes deixarem de efetuar os pagamentos no período estipulado, você terá uma quebra de caixa. É aí que entra a importância de uma gestão de contas a receber.

Leia também: 7 dicas para deixar os seus processos financeiros no piloto automático

Principais dúvidas sobre cobrança de clientes

Existem inúmeras dúvidas e inseguranças quando o assunto é cobrança de clientes. Por isso, listamos as principais perguntas sobre o tema para esclarecer de uma vez por todas esses pontos. 

Por que é importante a política de créditos no processo de cobrança?

Se a sua empresa possui uma política de concessão de crédito bem estruturada, o risco de ter problemas com o pagamento dos clientes será bem menor.

Isso porque conceder crédito a um cliente precisa ser encarado como um investimento do seu negócio, visto que o cliente estará consumindo um produto ou serviço o qual irá pagar somente após um determinado período.

Por isso, é importante utilizar dados e realizar consultas em órgãos de proteção ao crédito para entender o perfil do consumidor. Isso fará com que você tenha uma maior segurança na hora de definir se poderá ou não fornecer crédito ao seu cliente.

Como utilizar as contas a receber como um meio de efetuar as cobranças?

Você precisa ter controle sobre quais são as suas contas a receber em cada mês, e ter projeções que permitam entender quanto tempo o seu empreendimento poderá esperar para receber.

Entender quais são os recebimentos mensais e em quais dias os pagamentos deverão ser efetuados irá permitir que você detecte com agilidade os clientes que não estão cumprindo com os prazos e poderá contatá-los o quanto antes.

Além disso, você poderá utilizar de artifícios digitais, como lembretes automáticos, para avisar os seus clientes que a data de vencimento da parcela está próximo, ou que já venceu o prazo de pagamento. 

Esse tipo de controle das contas a receber irá amenizar a inadimplência, permitindo conhecer os clientes que demoram para efetuar os pagamentos e quais respeitam os prazos ou pagam com antecedência.

Qual a relação entre cobrança de clientes e inadimplência?

A cobrança de clientes é uma ótima forma de reduzir a inadimplência, mas somente se o processo for bem estruturado e conduzido de maneira amigável.

Vimos até algumas ações preventivas, como a política de concessão de crédito, e o controle de contas a receber. Porém, é essencial conhecer maneiras de realizar as cobranças ao seu cliente caso seja necessário.

Como já comentado anteriormente, é preciso ter um bom controle sobre os prazos de pagamento dos seus clientes. E aqui vai um ótimo motivo do porquê: quanto mais se estende o prazo de um pagamento não efetuado, mais difícil se torna realizar a cobrança.

Uma boa gestão financeira, utilizando ferramentas de gestão, lhe dará a oportunidade de possuir um controle visual sobre os processos e o cliente inadimplente não passará despercebido.

Como fazer a cobrança de clientes: passo a passo

Entendeu a importância da cobrança de clientes, mas ficou confuso sobre como realizar esse processo? Fique tranquilo, aqui vai um passo a passo de como realizar essa tarefa, que nem sempre é fácil.

#1 Respeite o cliente antes de tudo

Entender o cliente e tratá-lo com respeito e educação é a premissa para que a negociação do pagamento ocorra da melhor forma. 

Procure manter a conversa tranquila, utilizando uma comunicação calma e clara, sem insinuar ou utilizar um tom acusatório. Essa conduta irá auxiliar na relação com o cliente, e evitar qualquer problema judicial como processos por danos morais.

Além disso, entenda que pode ser uma situação temporária. Todos passamos por dificuldades, não é mesmo? Não vale a pena perder um cliente em um processo de cobrança negativo.

#2 Esteja preparado

Antes de realizar a conversa com o inadimplente, você precisa ter claro qual é o valor do débito, os prazos de pagamento que não foram respeitados, e os termos e condições que haviam sido acordados entre ambas as partes.

Além disso, é importante mapear as objeções que o cliente poderá apresentar para justificar os pagamentos que não foram realizados. Nesse momento, é essencial possuir argumentos que possam rebater as objeções, sempre com muita calma e em tom amigável.

#3 Seja assertivo nas suas falas

Ao contatar o cliente, fale de forma positiva, seja claro e direto sobre os motivos pelo qual o contato está sendo feito. O cliente precisa se sentir no controle da conversa, podendo falar sobre o assunto sem receios.

#4 Mantenha-se calmo

Mesmo que você guie a conversa de maneira pacífica e visando chegar em uma solução boa para ambos, existe a possibilidade do inadimplente não reagir bem à cobrança da dívida. 

Nesse momento, você precisa agir como facilitador da situação sempre apresentando informações resolutivas e que possibilitem a chegada de um acordo.

#5 Apresente alternativas

Após conversar com o consumidor e chegar em um consenso do que pode ser feito, é importante ter claro qual será o novo acordo entre vocês, e como ele será concretizado.

Se o consumidor não realizou os pagamentos, é porque os acordos realizados no início da compra já não fazem mais sentido para ele, sendo necessário aumentar o número de parcelas, trocar as formas de pagamento, ou buscar outras soluções.

Por isso, faça um mapeamento de possibilidades com antecedência e apresente ao cliente possíveis alternativas para o pagamento da dívida.  

#6 Tenha em mente a fidelização do cliente

Pode ser que o seu cliente tenha passado por um episódio atípico e que, após sanar a dívida, comece a apresentar um bom histórico quanto ao pagamento.

Por isso, realizar o processo de cobrança seguindo as dicas acima poderá auxiliar na fidelização do cliente para futuras vendas.

#7 Apresente meio legais somente em últimos casos

A utilização de meios legais, tais como protesto em cartório e negativação nos órgãos de proteção poderá coagir o seu cliente e gerar atritos entre a sua relação com o consumidor. 

Por isso, recorra a essa possibilidade somente em últimos casos, quando de fato não houver acordos possíveis entre vocês.

Leia também: Como fazer cobrança de clientes inadimplentes de maneira eficiente

8 dicas para agilizar o processo de cobrança de clientes

O processo de cobrança precisa ser feito com muita agilidade, fazendo com que o seu negócio fuja das estatísticas de inadimplência. Isso porque quanto mais cedo você cobrar o seu cliente, maiores as chances de pagamento. 

Vamos entender como isso é possível.

#1 Tenha um política de cobrança de clientes

Receber no prazo estabelecido é essencial para o bom funcionamento do negócio, e ter uma política de cobrança é indispensável para que isso ocorra. Para construir um plano você precisará entender:

  • Qual é o seu intervalo máximo de tolerância;
  • Em qual canal você irá contatar o cliente e como será a abordagem;
  • Quais penalidades constam no contrato;
  • Quais critérios você irá utilizar para renegociar a dívida.

#2 Capacite sua equipe para efetuar as cobranças

Realizar cobranças não é uma tarefa fácil ou agradável. Por isso, ter pessoas qualificadas que possam executar esse processo fará toda a diferença.

Saiba que a realização dessa tarefa vai além de conhecimentos técnicos. É fundamental que o profissional da área apresente as chamadas soft skills sociais.

Isso porque se trata de um atendimento direto ao público, relacionado a uma situação que por vezes gera constrangimento e que pode acabar alterando o emocional e o tom da comunicação.

#3 Entenda o perfil dos inadimplentes 

Os perfis de inadimplentes podem variar muito. Existem os devedores  que não pagaram porque simplesmente esqueceram, outros que estão passando por dificuldades financeiras e que não possuem perspectiva de pagamento, e os que não tem intenção de pagar a conta.

Por isso, é importante segmentar os inadimplentes em grupos, adequando o processo de cobrança de clientes para cada situação específica.

#4 Estruture um processo de cobrança 

Identificou o atraso, é hora de estruturar um plano de cobrança. Para isso, você pode utilizar algumas etapas como base, sendo elas:

  • Envio de mensagem alertando o atraso;
  • Novo contato com o cliente, caso o pagamento ainda não tenha sido efetuado;
  • Caso a dívida permaneça, realizar registro em cartório.

#5 Envie lembretes automáticos

Utilizar um software de gestão te dará a alternativa de programar lembretes automáticos aos seus clientes, relembrando com antecedência o vencimento da conta, ou o atraso das parcelas.

#6 Destine um tempo da agenda para realizar as cobranças

A rotina de uma empresa já é bem intensa por si só, e despender uma pessoa para ficar exclusivamente cuidando das prestações que não foram pagas não será muito vantajoso para o seu negócio.

Separe um tempo da semana para realizar esse processo, e anote na agenda. Isso fará com que você otimize as suas tarefas, sem que você precise despriorizar algo.

#7 Adapte a cobrança aos seus diferentes públicos 

A forma que você irá cobrar uma pessoa física é totalmente diferente de como você fará com uma pessoa jurídica.

As dívidas de pessoas físicas tendem a serem menores, e é um perfil de público mais sensível a uma abordagem agressiva e envolvendo meios legais. 

Já as dívidas de uma empresa, que costumam ter valores mais elevados, acabando trazendo a necessidade de recorrer às cláusulas contratuais para buscar argumentação jurídica.

#8 Utilize boletos como ferramenta para evitar a inadimplência

O boleto é uma das formas de pagamentos mais acessíveis do mercado, por sua facilidade de quitação.

Além disso, o sistema de gestão do pagamento desses documentos é facilmente gerido, auxiliando em processos de recompra e controle de devedores.

Conheça o BomControle

O BomControle é um sistema completo de gestão para empresas de todos os portes. Com recursos inteligentes para o controle de contas a receber, você minimiza a inadimplência e melhora os processos de cobrança do seu negócio.

Classificação de Cliente

O BomControle interpreta os pagamentos dos seus clientes e os classifica, permitindo que seja identificado de maneira fácil quem é um bom pagador, além de possibilitar uma previsão realista de receita e oferecer um ótimo recurso para negociações futuras.

Inadimplência

Você pode renegociar suas faturas em atraso em uma única tela, onde verá todas as receitas em aberto, agrupadas por cliente. 

Assim, você pode planejar os acordos com o cliente, documentar os assuntos tratados e até unificar diversas cobranças em um único boleto com juros e multa calculados automaticamente.

Inadimplência + Classificação de Clientes

Apoie seu fluxo de renegociação na classificação automática de clientes, permitindo que direcione os esforços onde deseja ter resultado primeiro. 

Foque nos clientes que costumam atrasar ou nos bons pagadores que somente esqueceram da última fatura. O sistema identifica de forma inteligente e apoia suas estratégias de cobrança.

Faça um teste gratuito por 15 dias e conheça todas as funcionalidades! 

Conclusão

A cobrança de clientes é uma peça fundamental do seu negócio, e se realizada da maneira correta irá garantir o bom funcionamento do seu fluxo de caixa, amenizando aqueles imprevistos no final do mês.

Essa tarefa, apesar de parecer desagradável, pode se tornar leve e assertiva se você seguir as dicas deste artigo.  

O importante é garantir que você e seu cliente saiam satisfeitos ao final dos acordos e que ambas as partes sejam favorecidas pela renegociação das dívidas.

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Pix: tudo sobre esse novo sistema de pagamento!

Pix é o novo sistema de pagamento criado pelo Banco Central para reduzir taxas e agilizar a transferência de dinheiro, realizada até então pelos sistemas TED e DOC. 

O novo meio de pagamento permitirá a transferência entre contas e pagamentos em até 10 segundos, além de funcionar 24 horas por dia. 

Leia também: Contas a pagar e receber: entenda como fazer um controle eficiente.

Para saber tudo sobre a novidade e entender o impacto do Pix no seu negócio, continue a leitura. Neste artigo, vamos explicar: 

  • O que é o Pix
  • Como funcionará o Pix
  • Como fazer transações com o Pix
  • Como o Pix mudará os sistemas de pagamentos
  • Principais dúvidas sobre o Pix

Boa leitura!

O que é o Pix

Pix é um novo sistema para pagamentos criado pelo Banco Central do Brasil.

Pix é o novo sistema de pagamento criado pelo Banco Central, estabelecido pelo comunicado nº 32.927, de 21 de dezembro de de 2018, posteriormente atualizado pelo comunicado n° 34.085 de 28 de agosto de 2019.

Considerado um dos projetos mais importantes do Banco Central, o Pix vai eliminar ou reduzir a necessidade de carregar dinheiro na carteira, trazendo mais segurança à população, além de reduzir as taxas das transferências.

Com o Pix, será possível pagar contas e transferir dinheiro em até 10 segundos, 24 horas por dia. 

O serviço estará disponível a partir de Novembro de 2020, através dos bancos privados e públicos, fintechs e comércio eletrônico.

Diferença entre Pix, TED e DOC

Atualmente, pessoas podem transferir dinheiro entre contas através de operações como TED ou DOC. No entanto, além das taxas que podem ser cobradas (de acordo com o seu banco), esses sistemas são mais limitados. 

O Pix vem para reduzir burocracias e agilizar o processo da transferência, além de reduzir o custo da operação. 

Veja, na tabela abaixo, as principais diferentes entre os sistemas: 

TED/DOC Pix
Forma de pagamento Quem envia o dinheiro precisa de informações como banco, agência, conta, nome e CPF do destinatário. O pagador precisa apenas clicar na chave ou ler o QR Code do recebedor para efetuar a transação.
Notificação O pagador não é notificado sobre a conclusão da transação (que não é imediata).  O pagador sempre será notificado sobre a conclusão, inclusive em caso de erros.
Disponibilidade Disponível em dias úteis, das 6h às 17h30. Disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. 
Custo Pode ter taxa para cada transação, conforme o banco. Gratuito para pessoas físicas.
Uso Mais limitado, tem critérios de volume a ser transacionado e prazo para conclusão. Terá múltiplos usos, incluindo para pagamento de contas.

Como funcionará o Pix

Para entender melhor como o Pix vai funcionar, vamos relembrar os meios de pagamento que existem atualmente: 

TED

O TED, ou Transferência Eletrônica Disponível, é uma forma de enviar dinheiro para outra instituição financeira. O valor, que não tem mínimo (o valor máximo pode depender dos critérios de segurança do seu banco), é credito até às 17h do dia da transação.

No entanto, só pode ser realizado em dia útil, dentro dos horários disponíveis pelo banco. Operações realizadas em finais de semana ou feriados serão finalizadas no dia seguinte.

DOC 

O Documento de Ordem de Crédito (DOC) é semelhante ao TED, mas, neste caso, o dinheiro sempre será creditado no dia seguinte à operação (ou mais, se a transação for realizada após às 22h).

Além disso, tem um limite de R$ 4.999,99.

Pagamentos de contas

Para pagar contas, existem as opções de boleto ou cartões de crédito e débito. No caso do boleto, também existe uma limitação para pagamento, sendo possível ser realizado apenas em dias úteis.

O boleto, também, gera um custo para quem o emite. Já os cartões geram taxa, cobradas do lojista ou da empresa recebedora.

E o Pix?

O Pix vai funcionar 24 horas, 7 dias por semana, todos os dias do ano. Além disso, as transações devem ser realizadas em até 10 segundos. 

Sem intermediadores, o dinheiro será transferido em tempo real, da conta de origem para a conta de destino. É como acontece, atualmente, as tranferências entre contas de um mesmo banco. 

Segundo o Banco Central do Brasil, essas operações podem ser realizadas entre: 

  • Pessoas físicas;
  • Pessoas e estabelecimentos comerciais;
  • Estabelecimentos comerciais;
  • Estabelecimentos ou pessoas para órgãos públicos, no caso de pagamentos de taxas e impostos, por exemplo.

Para utilizar o novo sistema, tanto o pagador quanto o recebedor deve possuir conta em algum banco ou fintech. Não é preciso que seja conta corrente.

Como fazer transações com o Pix

O Pix poderá ser utilizado para transações via chave ou QR Code.

Um dos benefícios do Pix é a facilidade de realizar as transações, que agora vão exigir menos dados do recebedor para conclusão da operação. 

Segundo o Banco Central, é possível efetivar a movimentação de três formas distintas:

  • Informando os dados, da mesma maneira que é exigida, hoje, para TED ou DOC;
  • Através de uma chave Pix, em que o usuário irá adicionar os dados da sua conta;
  • Através de um QR Code gerado pelo usuário.

Vamos entender melhor estes dois novos métodos agora.

Transações com chave Pix

As chaves são “apelidos”, usados para identificar sua conta. Com isso, basta informar a chave para que outra pessoa realize a transferência.

Esta chave estará ligada à sua conta bancária e pode ser criada de três formas: 

  • Utilizando um documento, como CPF ou CNPJ;
  • Utilizando o seu telefone celular;
  • Utilizando um e-mail;
  • Utilizar uma chave aleatória. 

Em uma mesma conta você pode ter várias chaves, mas a mesma chave não pode ser utilziada para mais de uma conta. Se você criou uma chave Pix em um banco e deseja usar a mesma chave em outro banco, por exemplo, é preciso solicitar a portabilidade de chaves.

Transações com Pix via QR Code

Outra forma de transacionar com Pix é através de um QR Code, que poderá ser lido em qualquer smartphone. 

Existem duas formas de usar o QR Code, com finalidades diferentes:

  • QR Code estático: pode ser utilizado para pagamentos ou transferência, e o valor é definido pelo pagador;
  • QR Code: gerado para o pagamento de uma conta específica, já com o valor correto. Permite que sejam adicionadas informações extras para cada transação.

Os detalhes de como os QR Codes serão gerados ainda são incógnita, e dependerão do prazo de implementação para a liberação do uso do Pix. 

Como o Pix mudará os sistemas de pagamentos

O Pix vem para revolucionar os sistemas de pagamento, e promete acabar com as transações hoje conhecidas.

Com menos burocracias e transações gratuitas, a tendência é que as pessoas migrem para o serviço e deixem, cada vez mais, de usar meios como DOC ou TED para suas transferências.

Com isso, os bancos também deve sentir uma mudança na arrecadação de valores, já que as taxas pelas transferências não deverá ser mais uma fonte de receita. 

Assim, tanto pessoas, quanto empresas e instituições financeiras deverão se adaptar ao novo momento, abraçando as vantagens do sistema de pagamento e elaborando estratégias para driblar as dificuldades que poderão se apresentar com ele. 

Por outro lado, no quesito segurança, facilidade e agilidade, só teremos a ganhar com o Pix. 

Por ser um sistema muito difícil de ser fraudado, e permitir transações a qualquer hora, em todos os dias, é possível que as pessoas se sintam menos acuadas, aumentando, inclusive, as compras online. 

Principais dúvidas sobre o Pix

O Pix ainda não está em funcionamento, mas com tantas notícias em torno deste sistema é normal que já esteja provocando diversas dúvidas nos possíveis usuários.

Para esclarecer os pontos principais dessas questões, trazemos 10 respostas para as perguntas mais comuns. Confira: 

#1 Como fazer o cadastro no Pix?

Para poder utilizar o serviço, a pessoa ou empresa precisa ter uma conta em um banco, fintech ou plataforma de pagamentos.

O cadastro poderá ser realizado a partir do dia 5 de outubro de 2020. O registro será feito dentro do próprio sistema do banco, via Internet Banking.

É no momento do cadastro que você definirá sua chave Pix, que poderá ser utilizada para as transações futuras.

#2 Como funciona a chave Pix?

A chave é a forma de identificação da conta destino. Se você quiser fazer uma transferência entre contas de bancos diferentes, por exemplo, vai escolher a opção Pix (no lugar de DOC ou TED). 

Ao invés de preencher todos os dados que são solicitados hoje, basta preencher a chave Pix da pessoa que irá receber o dinheiro.

#3 O cadastro no Pix é obrigatório?

Não é obrigatório, embora seja recomendado. O Pix é uma forma muito mais simplificada para pagar e cobrar contas, e deve ser utilizado em larga escala pela população brasileira.

#4 Quanto custa a transação com o Pix?

Entre pessoas físicas, as transferências serão gratuitas. O pagamento de contas ou compras em lojistas também serão livre de tarifas. No entanto, o lojista poderá ter alguma tarifa aplicada para recebimento do valor.

#5 Em quanto tempo recebo um Pix?

A rapidez na transação é, sem dúvida, uma das principais vantagens do Pix. Uma transferência deverá ser concluída praticamente em tempo real, cerca de 10 segundos. 

#6 O Pix terá limite de valor?

Pelo Banco Central, não há limite de valor para a transação. No entanto, cada banco ou fintech pode definir um teto, desde que não seja menor do que o já praticado pelos outros tipos de operação. 

#7 Pix é seguro?

O Pix é seguro, já que o QR Code, por exemplo, é muito mais difícil de fraudar. Além disso, o Banco Central garante a privacidade dos dados, não somente das operações de pagamento mas todas referentes às operações de crédito.

#8 E se o meu banco não estiver cadastrado no Pix?

As instituições financeiras com mais de 500 mil contas ativas são obrigadas a fazer o cadastro. Elas representam cerca de 30 empresas, responsáveis por 90% das transações financeiras do país. 

Ainda que seja optativo para as demais instituições, é muito improvável que fiquem de fora, já que o Pix deverá se popularizar e ser utilizado em massa.

#9 O Pix permite agendamento? 

Sim. O recurso chamado “Pix agendado” permite que o usuário agende uma transação futura, bem como é possível cancelar o agendamento, antes da data programada.

#10 Posso fazer um Pix para o exterior?

Isto não. O Pix é um projeto nacional e ainda não está conectado a sistemas financeiros de outros países. No entanto, é possível que novos recursos permitam este tipo de operação futuramente.

Conclusão

Para ter um bom controle dos pagamentos feitos pelo Pix, conte com um sistema ERP.

O Pix é um sistema de pagamentos que deve revolucionar a relação comercial entre empresas e clientes, e mesmo entre estabelecimentos. 

Além de facilitar as transações, o Pix significa uma importante redução de custos, seja para transferências, seja para emissão de boletos.

Mesmo com essa evolução do nosso Banco Central, é fundamental que a empresa não perca o olho de seu controle financeiro. Substituindo os boletos, é preciso bem gerenciar as transações efetivadas pelo Pix, para manter seu caixa em dia. 

Com o BomControle você tem um sistema completo para a gestão da sua empresa, com um módulo financeiro repleto de recursos e indicadores, além de integração entre setores, como Vendas e Estoque. 

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Para melhorar a gestão da sua empresa e se adaptar aos novos cenários que vêm se apresentando, confira os artigos que separamos para você:

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Sistemas financeiros para pequenas empresas: saiba como escolher!

Sistemas financeiros para pequenas empresas são fundamentais para um bom controle dos resultados do negócio, e para garantir a sustentabilidade da operação.

Afinal, sem uma boa gestão, você pode interpretar de forma equivocada os seus números, e acabar se vendo no prejuízo.

Nunca é uma boa hora para acumular dívidas, mas, em 2020, esse assunto tem um peso ainda maior. Isso porque estamos enfrentando uma pandemia que está sendo responsável pelo fechamento de milhares de pequenas empresas em todo o mundo.

Para a sua não fazer parte desta estatística, investir em um sistema financeiro é um bom começo.

Leia também: Capital de giro – 8 estratégias para conseguir capital (fugindo do banco!).

Neste artigo, vamos abordar:

  • O que são os sistemas financeiros para pequenas empresas
  • O que devem ter os sistemas financeiros para pequenas empresas
  • Vantagens de contar com um sistema financeiro
  • Diferenças de sistema financeiro entre pequenas e grandes empresas
  • Qual o melhor sistema financeiro para pequenas empresas
  • 5 dicas para escolher o seu sistema financeiro

Boa leitura!

O que são os sistemas financeiros para pequenas empresas

Sistemas financeiros para pequenas empresas são softwares que permitem a gestão das contas, como receitas e despesas.

Sistemas financeiros para pequenas empresas são programas que permitem a gestão das movimentações do seu negócio, como receitas e despesas.

Existem, atualmente, muitos coachings no universo das finanças, apoiando pessoas físicas para que consigam sua independência financeira. E um dos erros mais comuns nas pequenas empresas é a unificação de contas pessoais e profissionais.

Ou, ainda, aquela famosa retirada de caixa de um valor pequeno, só pra pagar o café da tarde ou a conta de luz da casa, que está vencida.

Se você se viu em algum desses cenários, fique atento: a falta de controle das despesas, assim como falhas no registro das entradas de dinheiro, é sinal de desorganização.

E nenhuma empresa é suficientemente sustentável sem organização. Especialmente financeira.

O que devem ter os sistemas financeiros para pequenas empresas

É verdade que você pode ter uma planilha de Excel super completa e eficaz. Mas, dependendo do volume de transações comerciais da sua empresa, ou mesmo do seu comprometimento em preencher a planilha, ela pode acabar sendo um tiro no pé.

Assim, o sistema financeiro visa otimizar os processos, automatizando a entrada de dados através de uma integração entre os departamentos.

Portanto, um bom sistema financeiro para pequenas empresas deve ter, entre outras coisas:

Vantagens de contar com um sistema financeiro

Um sistema financeiro auxilia na redução de custos, controle orçamentário e redução da inadimplência.

Sistemas financeiros trazem uma série de vantagens para as pequenas empresas, que vão muito além do simples “ter as contas em dia”.

Separamos, abaixo, alguns dos principais benefícios que você conta ao investir neste tipo de ferramenta. Confira:

#1 Redução de custos

Sem dúvida, um dos principais benefícios do sistema financeiro é a possibilidade de avaliar os custos e, com isso, observar as despesas em excesso.

Ainda que possa ser um investimento, contratar um sistema financeiro é uma forma de você economizar a longo prazo, aumentando a saúde financeira da sua pequena empresa.

#2 Previsão orçamentária

Outro ponto importante é a possibilidade de ter um histórico, que vai servir para projeções futuras. Se você não tem controle algum sobre suas receitas e despesas, como poderia fazer um planejamento financeiro para o próximo ano?

Não vale chutar: você precisa ter um ponto de partido confiável para garantir que o seu negócio será sustentável.

#3 Previsibilidade de receita

Da mesma forma como acontece com as despesas, o sistema financeiro permite uma projeção de receitas.

Além disso, é uma forma de avaliar os períodos de mais ou menos vendas, identificando sazonalidades que podem ser relevantes para a performance do seu negócio (ou trazer novas oportunidades!).

#4 Redução da inadimplência

Você pode nunca ter se dado conta, mas o sistema financeiro auxilia na redução da inadimplência. Isso porque você terá registrado as datas de pagamento de cada venda, e poderá lembrar os clientes quando elas estiverem próximas.

Outra forma de reduzir os inadimplentes é buscando negociações ou contato logo em seguida ao vencimento. É neste prazo que os clientes tendem a pagar as contas, mas se você estiver desatento e perder a chance, pode sofrer para receber o seu valor.

Leia também: Controle a Inadimplência com uma Régua de Cobrança – Saiba como fazer.

#5 Tomada de decisões assertivas

Assim como para as projeções, você precisa ter dados corretos e confiáveis para tomar decisões em relação ao seu negócio.

E pode ser sobre os mais variados assuntos, como:

  • Vale a pena manter este produto em seu portfólio?
  • Qual produto você pode oferecer desconto, sem prejudicar seu financeiro?
  • Em que áreas você pode reduzir custos, se necessário?
  • Você tem dinheiro para investir em novos equipamentos agora?
  • Que retorno esse investimento trará ao seu negócio?

Essas são somente algumas das inúmeras perguntas que você pode se deparar no dia a dia. Com um sistema financeiro para pequenas empresas, você tem condições de respondê-las com segurança.

#6 Otimização de tempo

Lembra quando falamos da planilha de Excel? Imagine ter que preencher, manualmente, todas as entradas e saídas financeiras da sua pequena empresa? Dá trabalho, mesmo que não sejam tantas.

E, convenhamos: você tem mais coisas para se preocupar. Não faz sentir usar o seu tempo para algo tão operacional, que pode ser feito de forma automatizada!

#7 Imagem da marca

Uma empresa organizada em todos os seus processo transmite uma mensagem mais profissional, tanto para os seus clientes quanto para fornecedores e funcionários.

Então, se você valoriza o seu nome e a trajetória do seu negócio, vale investir em ferramentas que fortaleçam sua marca.

#8 Confiança a investidores

É sempre bom estar preparado para caso surjam oportunidades, né? Sejam de investimentos, seja de solicitação de empréstimo, ter a vida financeira da empresa bem organizada em um sistema é fundamental.

Primeiro, porque mostra o profissionalismo do negócio e transmite mais confiança na hora de ceder um crédito ou investir.

Segundo, porque permite fidelidade das informações, de modo que os analistas possam conhecer o histórico da empresa e fazer projeções com base nesses dados.

Diferenças de sistema financeiro entre pequenas e grandes empresas

Neste artigo, estamos falando em sistemas financeiros para pequenas empresas. O foco no micro e pequeno empreendedor é porque sabemos que, muitas vezes, este tipo de negócio não investe em ferramentas que auxiliem o seu trabalho.

É claro que uma grande empresa, com operações complexas, precisa de um sistema financeiro. Faz parte do seu crescimento, inclusive.

Sistemas financeiros para grandes ou pequenas empresas não tem grandes variações. Pode mudar o formato (online para pequenas, instalado no computador para grandes, mas isso não é regra), mas não as funcionalidades.

Então, entenda: grandes empresas já sabem que precisam de sistemas financeiros e outros sistemas de gestão para manter seus resultados. Mas os pequenos trabalham anos e anos num cenário mais amador, quando o assunto é gestão.

Está na hora de se espelhar nos grandes, não é mesmo?

Qual o melhor sistema financeiro para pequenas empresas

Sistemas financeiros online são modelos ideais para as pequenas empresas.

Como mencionamos, existem diversos sistemas financeiros para pequenas empresas disponíveis no mercado.

Desde opções para compra e instalação direta nas máquinas (um modelo mais antigo de funcionamento), quanto sistemas online, com contratação mensal por usuário, por exemplo.

Os sistemas online têm uma grande vantagem: por terem os dados armazenados em nuvem, ficam disponíveis para acesso de qualquer dispositivo.

Ou seja: você pode entrar e conferir relatórios, fazer lançamentos ou checar os resultados do seu negócio a qualquer momento, no computador da sua empresa ou no celular, sentado no sofá da sua sala.

Além da segurança oferecida, é uma comodidade importante para atender as necessidades dos dias atuais.

Outro ponto que merece destaque é o custo: diferente dos softwares que você precisa comprar licença, o sistema online permite que você pague um valor reduzido pelo uso, como uma espécie de “aluguel”.

O próprio sistema evolui, com o passar do tempo, e você vai contando com as atualizações de forma automática, sem depender de novas instalações ou precisar de um suporte técnico para fazer este atendimento.

Agora, dentre os modelos online que existem no mercado, vale destacar o sistema financeiro do BomControle.

Enquanto alguns sistemas são focados especialmente no módulo financeiro, o BomControle conta com funcionalidades completas e integração entre departamentos, sendo um ERP completo para o seu negócio.

Conheça o sistema financeiro do BomControle e faça um teste gratuito!

5 dicas para escolher o seu sistema financeiro

Já entendeu que você precisa de um sistema financeiro para gerenciar melhor os resultados da sua pequena empresa, mas ainda não sabe qual escolher?

Vamos trazer 5 dicas para que você saiba o que é importante considerar antes de contratar o seu sistema. Assim, você terá mais condições de avaliar as opções disponíveis no mercado e investir naquela que melhor atenderá as suas necessidades.

#1 Considere integrar seus processos

É claro que um sistema financeiro que atenda somente as atividades deste setor já é melhor do que nada. Mas, não seria muito mais inteligente optar por modelos que permitam a integração entre departamentos, automatizando ainda mais os seus processos?

Bom o BomControle, por exemplo, você tem módulos de Vendas e Estoque integrados ao Financeiro. Assim, ao realizar uma venda, automaticamente o produto sai do seu inventário de estoque e o valor é lançado no seu contas a receber.

O mesmo acontece para compra de materiais ou produtos: você lança a compra, o valor cai no seu contas a pagar e o material entra no seu estoque.

Além de Vendas e Estoque, o BomControle ainda conta com módulos para Gestão de Processos, CRM e ServiceDesk (atendimento ao cliente), sendo uma opção completa para melhorar a gestão da sua pequena empresa.

#2 Invista na segurança

Segurança da informação é fundamental para manutenção do seu diferencial competitivo. Ninguém quer seus dados expostos a todos, muito menos os estratégicos ou financeiros.

Por isso, considerar a segurança oferecida pelo sistema é um passo importante da contratação. Sistemas online, com armazenamento em nuvem, são mais seguros e permitem acesso a qualquer momento, pelas pessoas autorizadas por você.

E quanto falamos em segurança não é, apenas, por questões de invasão ou roubo de dados. Imagine você ter um sistema no seu computador, e, do nada, o computador estraga (isso acontece o tempo todo).

Sem chance de fazer backup, você pode perder todo o histórico da sua empresa. Além de, claro, perder tempo fazendo toda a configuração e implantação do sistema novamente, em uma nova máquina.

#3 Opte por quem evolui

Atualizações são importantes para manter o sistema sempre funcional, e melhor.

Sistemas online costumam ter melhorias constantes, com pequenas evoluções, como implementação de novas funcionalidades, ou atualizações para maior segurança, melhor usabilidade e outras melhorias.

Considere sistemas que fazem essa rotina de manutenção e que não exigem conhecimento ou profissional responsável para publicação dessas atualizações.

#4 Preveja escalabilidade

Começar a utilizar um sistema financeiro pode ser desafiador. Você precisa fazer todos os lançamentos e configurações necessárias para começar a fazer sentido aquele investimento.

Com o tempo, sua empresa começa a ter um histórico importante para alimentação de relatórios, e você passa a usar o sistema como uma fonte de dados para a tomada de decisões.

Por isso, você não deve precisar recomeçar tudo sempre que sua empresa crescer ao ponto do sistema ficar obsoleto.

O ideal é que você escolha, desde já, um sistema que permita o seu crescimento e possa ir “crescendo” com você: seja aumentando o número de usuários, seja evoluindo nas funcionalidades oferecidas.

#5 Avalie o atendimento

Por fim, nossa dica é sobre atendimento. Mesmo que o sistema tenha atualizações automáticas e você precise contar muito pouco com uma equipe de suporte, é fundamental que esse atendimento seja positivo, quando for o caso.

Seja para tirar dúvidas operacionais, de uso da ferramenta, seja para orientações e dicas de como melhorar a gestão do seu negócio: uma equipe de pós-vendas acessível vai fazer a diferença na sua experiência.

Conclusão

Um sistema financeiro pode ser integrado a outros departamentos, automatizando processos operacionais.

Sistemas financeiros para pequenas empresas são programas que apoiam a organização e controle de dados financeiros, como receitas e despesas.

A partir dele, o gestor pode ter fácil acesso às informações importantes do negócio, e aos principais relatórios e indicadores de desempenho, apoiando a tomada de decisões.

Um sistema financeiro online é a melhor opção, pela facilidade de contratação, atualizações constantes e disponibilidade de acesso a partir de qualquer dispositivo.

Opte por modelos que permitam integração entre setores e automatize, ainda mais, os processos da sua empresa. Conheça o BomControle!

Gostou deste conteúdo? Separamos outros artigos que podem ser úteis para você:

Obrigado por ler até aqui!

Capital de giro – 8 estratégias para conseguir capital (fugindo do banco!)

Capital de giro é todo o recurso financeiro com alta liquidez de uma empresa, que possa ser utilizado para o cumprimento das suas obrigações, como pagamento de despesas fixas e variáveis.

O capital de giro garante saúde financeira ao seu negócio e é um dos principais responsáveis pela falência de tantas empresas no começo de suas operações.

Sem o capital de giro, você fica incapaz de pagar suas despesas e de manter o funcionamento da sua empresa. Por isso, em tempos de crise, é ainda mais essencial conseguir ter capital para manter sua atividade.

Já escrevemos, no blog, sobre algumas linhas de crédito disponíveis para micro e pequenas empresas. Vale a pena dar uma conferida.

Mas, se você prefere ficar longe de dívidas com banco, vamos trazer 8 estratégias para aumentar o seu capital de giro sem vínculo com estas instituições.

Neste artigo, você vai entender:

  • O que é e para que serve o capital de giro
  • Quais os tipos de capital de giro
  • Como funciona o capital de giro
  • Como calcular o capital de giro de uma empresa
  • 8 estratégias para conseguir capital de giro (sem precisar do banco)

Boa leitura!

O que é e para que serve o capital de giro

O capital de giro é o ativo circulante da empresa. Ou seja: todos os recursos financeiros que estão disponíveis, de forma imediata, para uso.

É com ele que o gestor mantém em dia os pagamentos fixos e variáveis para que a empresa possa permanecer executando suas atividades.

Ao realizar uma venda à prazo, por exemplo, você receberá o valor de forma parcelada e no futuro. Até lá, suas despesas permanecem inalteradas e é preciso ter alguma reserva financeira para cumprir com suas obrigações.

É assim que funciona o capital de giro: uma espécie de “caixa” que deverá cobrir as despesas operacionais da empresa, de forma que ela possa continuar suas operações independente da entrada dos valores de suas vendas.

Note que o capital de giro nada tem a ver com o investimento inicial do negócio: o retorno sobre o seu investimento é longo prazo, e o capital de giro é algo que deve ser previsto no planejamento do seu negócio.

De nada adianta investir em imóveis, equipamentos e matéria-prima se você não dispor de uma reserva financeira para bancar os primeiros meses da operação que, naturalmente, não devem ser de grandes lucros.

Sem um capital de giro adequado, ao menor sinal de crise, sua empresa poderá ruir.

Quais os tipos de capital de giro

O capital de giro nem sempre significa dinheiro na mão. Ele pode, também, assumir a forma de produto em estoque, por exemplo.

Para entender melhor sobre isso, vamos esclarecer os três principais tipos de capital de giro:

  1. Capital de giro bruto e líquido: o total de ativos circulante é o capital de giro bruto; já a diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante é o capital de giro líquido.
  2. Capital de giro permanente: este é o mínimo de capital de giro que deve permanecer investido. É o caso de você bloquear parte das suas contas a receber, dinheiro ou ações, e investir em algum produto de alta liquidez, para que possa retirar quando necessário;
  3. Capital de giro variável: estes valores são retirados quando há variação na necessidade do uso do capital de giro, por alguma ocasião específica e pontual.

Falando um pouco mais do capital de giro, como já mencionado, ele não é apenas dinheiro. O capital de giro pode estar representado por:

  • Dinheiro em caixa;
  • Produtos em estoque;
  • Ações ou títulos do tesouro;
  • Valores disponíveis em contas bancárias;
  • Contas a receber;
  • Outras situações em que você ter, fácil e rapidamente, o valor convertido em dinheiro para pagamentos de suas obrigações.

Como funciona o capital de giro

Para entender como funciona o capital de giro, vamos criar uma situação hipotética. Digamos que você produza camisetas.

Para isso, precisa comprar a matéria-prima, pagar o aluguel da fábrica, os custos de mão-de-obra e outras despesas administrativas e comerciais.

Como política da empresa, o prazo de recebimento das vendas é de 30 dias. Assim, a camiseta que você vendeu hoje, você só receberá o valor no mês que vem.

Agora, imagine que você esteja começando esse negócio. Você compra a primeira leva de matéria-prima e faz a produção de 30 camisetas. No primeiro mês, você vende 10 produtos (que, lembre-se, você receberá apenas no mês seguinte).

No segundo mês, ainda antes de receber o valor das vendas realizadas, você precisa pagar a folha dos seus funcionários, o aluguel e a compra de uma nova leva de matéria-prima.

O capital de giro é o que você vai usar para efetuar esses pagamentos, afinal, você ainda não tem caixa disponivel em função das vendas realizadas.

Se você não contasse com um capital de giro, já começaria a ter dívidas no segundo mês da operação. Ou seja: o capital de giro é um “fôlego” extremamente necessário para manter a atividade do seu negócio.

Mas não é somente no início que o capital de giro é necessário. Imagine que você, por vender camisetas, tenha um volume maior de vendas na primavera e no verão.

Afinal, no inverno, as pessoas costumam usar outros tipos de peças e a camiseta não será prioridade na lista de compras.

No entanto, as suas contas permanecem iguais nos meses de frio, mesmo que o seu faturamento caia drasticamente.

Dessa forma, o capital de giro ajudará para que você consiga manter sua empresa ativa nestes períodos de baixa, para que, quando voltar as vendas normais, você possa dar sequência ao seu negócio sem prejuízos.

Como calcular o capital de giro de uma empresa

Para saber qual o capital de giro necessário para sua empresa, basta fazer uma conta simples:

CGL = AC – PC

Onde:

CGL = Capital de Giro Líquido

AC = Ativo Circulante

PC = Passivo Circulante

 

O ativo circulante é toda forma de recursos que possam ser facilmente convertidos em dinheiro para pagamento das contas da empresa.

Já o passivo circulante são todas as projeções de despesas da empresa, programados ou previsíveis.

Quanto maior for o seu capital de giro líquido, maiores as chances da empresa de cumprir com seus compromissos e investir.

Empresas com capital de giro saudável têm menos chances de serem inadimplentes. Por isso, este é um indicador importante de avaliação nas instituições financeiras.

8 estratégias para conseguir capital de giro (sem precisar do banco)

Em momentos de crise, o capital de giro é o fôlego necessário para garantir a sobrevivência da empresa. Por isso, é fundamental que você reavalie sua operação e encontre meios para aumentar o seu capital (e reduzir despesas).

Lembre-se que, neste caso, o curto prazo é mais importante do que o longo prazo. Ainda que um planejamento seja importante, quando uma crise econômica afeta todo o país, é preciso segurar as pontas dia após dia.

Aquela história de matar um leão por dia, sabe? Então: para ajudá-lo a matar um leão por dia neste período conturbado, separamos 8 estratégias para você aplicar nas principais áreas da sua empresa.

Esperamos que, assim, você consiga manter sua operação ativa até que tudo volte ao normal.

Vamos lá?

Estratégia 1: Clientes

A primeira estratégia para buscar capital de giro é focar nos clientes, buscando uma antecipação de recebíveis.

Procure entender o perfil do seu cliente. Se ele prefere comprar à vista, ofereça vantagens e deixe claro o custo mais alto no caso do pagamento à prazo. Se ele prefere comprar no prazo, você pode embutir o valor dos juros e apresentar um preço à vista possível de ser parcelado.

Reveja, também, os seus meios de pagamento. Evite cheques, transferências ou carnês. Priorize o pagamento em dinheiro ou cartão de crédito.

No caso do cartão, você poderá antecipar o valor diretamente no seu banco.

Estratégia 2: Fornecedores

Quando a crise econômica começa, muitas empresas cometem um erro grave: deixam de pagar seus principais fornecedores.

Sem fornecedor, não existe funcionamento da operação. Então, tome cuidado com suas decisões. O ideal é você cortar os fornecedores menos relevantes para o seu negócio, mas manter aqueles essenciais.

Se for preciso, renegociar as dívidas (desde que você cumpra com o que prometer!), mas procure manter as contas em dia com essas empresas que são vitais para que a sua operação continue.

Estratégia 3: Funcionários

Outro erro que você jamais deve cometer: deixar de pagar os seus funcionários.

Se estiver complicado manter a folha em dia, procure alternativas disponibilizadas pelo governo para apoiar as empresas nestas obrigações. Mas não deixe de pagar os salários da sua equipe.

O que você pode fazer é lançar mão de férias ou banco de horas para reduzir a sua operação por um tempo. Comunicação, também, nunca é demais: converse com seus funcionários sobre uma possível flexibilização da jornada.

E, claro, olhe atentamente para a produtividade da sua empresa. Será que a equipe não ficou um pouco inchada? Em tempos de crise, sempre é hora de desinchar.

Estratégia 4: Estoque

Temos vários artigos sobre controle de estoque e inventário, e não é a primeira vez que falamos isso: produto parado é dinheiro parado.

Por isso, tenha em mente quais produtos possuem mais giro e quais possuem menos. Na hora de comprar ou produzir, apostes nos de mais giro, pois eles têm maior potencial de serem transformados em dinheiro.

Já os produtos em estoque com pouco giro ou muito volume, encontre alternativas para desafogar seu inventário. Crie promoções que permitam aumentar a venda dessas mercadorias ao mesmo tempo que elevam o seu capital de giro.

Estratégia 5: Impostos

Impostos são obrigações fiscais que devem ser pagas, sempre. Mas, nem sempre à vista.

Converse com o seu contador para encontrar uma solução que não prejudique a operação da sua empresa nem acabe se tornando uma despesa ainda maior no futuro.

Leia também: O papel do Planejamento Tributário na Elisão Fiscal – Saiba tudo

Estratégia 6: Investimentos

Tempo de crise não é tempo de investir. Infelizmente, é a realidade.

Suspenda os investimentos de longo prazo e foque somente naqueles capazes de lhe garantir retorno e liquidez a curto prazo.

Estratégia 7: Vendas

Repense sua operação de vendas para buscar atender as necessidades atuais do seu cliente. Especialmente neste momento, em que, por conta da pandemia, o comportamento de compra e consumo mudou bruscamente.

Seja criativo e busque soluções para atender o cliente onde ele estiver. Se você ainda não trabalha com e-commerce ou venda por redes sociais, talvez seja a hora de começar.

Avalie seus canais de distribuição: agora, mais do que nunca, você deve ir atrás do seu cliente, e não esperar que ele entre pela sua porta (até porque, com o isolamento, isso nem vai acontecer).

Outro ponto que pode ser importante é avaliar as unidades do seu negócio. Se você tem lojas, repense se vale a pena manter todas funcionando. Talvez seja hora de fechar algumas unidades e focar naquelas que tenham maior potencial de sobrevivência.

Estratégia 8: Custos e Despesas

Por fim, reveja seus custos e despesas. Nunca foi tão importante ter o controle financeiro adequado: é com os relatórios e indicadores que você poderá avaliar onde existe a possibilidade de corte.

Automatize o que for possível para reduzir os trabalhos manuais, corte as despesas que não estejam relacionadas com a atividade-fim do seu negócio e pause investimentos e reformas que possam ter sido planejadas antes da pandemia.

Mas não esqueça: alguns cortes podem acabar sendo prejudiciais para a imagem e a sustentação do seu negócio. Então, faça cortes, sim, mas não corte tanto a ponto de machucar o seu posicionamento.

Conclusão

O capital de giro, como vimos, é fundamental para sustentar uma empresa em períodos de crise.

Mas, para que você possa visualizar onde e como aumentar o seu capital (e reduzir custos), uma gestão eficaz é essencial.

Conte com um sistema de gestão completo para garantir os indicadores de desempenho necessários para sua tomada de decisão. Com o BomControle você tem informações precisas e em tempo real do seu estoque, financeiro, vendas e muito mais!

Experimente por 7 dias de forma gratuita e conheça todas as funcionalidades!

Para saber como melhorar a gestão da sua empresa, confira os artigos que separamos para você:

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Empréstimos e recursos: tudo que você precisa para enfrentar a crise do coronavírus

Empréstimos e recursos financeiros podem ser uma solução para sua empresa enfrentar a crise causada pelo coronavírus. Mas, também, podem acabar destruindo com o seu planejamento financeiro.

Antes de solicitar um empréstimo, você precisa conhecer muito bem a sua empresa e o seu potencial de pagamento, para evitar entrar em uma bola de neve.

Leia também: Os tipos de crédito disponíveis para o MEI

Ainda que empréstimos e outras fontes de recursos financeiros sejam uma saída em tempos de crise, é preciso avaliar com cuidado as opções e o porquê de sua solicitação.

Neste artigo, você vai entender:

  • O que priorizar na hora de pedir um empréstimo
  • Que tipo de empréstimo ou recurso solicitar
  • Empréstimos e recursos disponíveis pelo Governo
  • Antes de pedir um empréstimo, conheça o seu negócio

Boa leitura!

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O que priorizar na hora de pedir um empréstimo

Em tempos de crise, o empréstimo pode ser um grande aliado do capital de giro da empresa.

 

Empréstimos e recursos financeiros podem ser grandes aliados para o crescimento da sua empresa. Em um cenário sem crise, o ideal é avaliar o retorno sobre os investimentos, de modo a garantir que eles sejam superiores aos juros pagos por este tipo de transação.

No entanto, estamos, atualmente, em outro contexto. Com a pandemia do coronavírus, muitas empresas estão sofrendo para manter em dia suas obrigações e permanecer com suas atividades em funcionamento.

Por este motivo, solicitar um empréstimo para reforçar o seu capital de giro pode ser uma boa ideia.

Avalie sua capacidade de pagamento: mesmo que no longo prazo saia caro, priorize a captação de recursos de modo que você possa se manter adimplente a curto prazo.

Analise, também, a real necessidade do empréstimo e o valor que você precisa para manter sua operação, considerando reduzir o seu negócio neste momento.

Uma empresa enxuta e eficaz tem mais condições de sair da crise mais forte.

Para captação de recursos financeiros através de investidores, por exemplo, uma boa dica é você começar criando um book da sua empresa.

Este material servirá para apresentar o seu negócio, os seus resultados e demonstrar o potencial de geração de receita e de retorno do investimento. Converse com o seu contador e peça ajuda para elaborar este material.

Um bom book empresarial deve conter:

 

  • História da empresa: conte sobre o seu negócio, como ele nasceu e o porquê. Fale do seu propósito e de suas diretrizes estratégicas;
  • Big numbers: o book não deve ser muito extenso, por isso é uma boa ideia apresentar os principais números da empresa, como ano de fundação, clientes atendidos, receita média mensal, números de funcionários, ativos, crescimento das vendas nos últimos anos e faturamento anual dos últimos anos;
  • Estratégias adotadas na crise: fale sobre as estratégias que você adotou para superar a crise, os impactos negativos enfrentados e o plano de ação para contorná-los;
  • Prioridades e valor necessário: coloque o valor que você espera receber nessa captação e liste as prioridades de uso deste dinheiro;
  • Informações financeiras: abra relatórios importantes para a avaliação da saúde financeira do negócio, como o DRE dos últimos meses e fluxo de caixa;
  • Projeções: faça projeções de vendas, de fluxo de caixa e outros indicadores, considerando o recebimento dos recursos solicitados. Mas, cuidado: lembre-se que você deverá entregar o que está prometendo. Então, mantenha os pés no chão;
  • Garantias: se você tiver como oferecer garantias, mencione-as em seu book. Alguns exemplos de garantias são imóveis, veículos, equipamentos, recebíveis e duplicatas.

Que tipo de empréstimo ou recurso solicitar

Avalie todos os tipos de linhas de crédito antes de escolher a que melhor atenda a realidade do seu negócio.

 

Existem, no mercado financeiro, diversos tipos de linhas de crédito disponíveis para empresas de todos os portes.

Já falamos sobre algumas direcionadas para as pequenas e médias empresas em outro artigo do blog. Leia aqui: Como conseguir uma linha de crédito para MPMEs em 5 passos.

Vamos esclarecer, abaixo, algumas das linhas mais conhecidas. Confira:

Crédito para capital de giro

Capital de giro é aquela reserva financeira necessária para que a empresa possa cumprir com suas obrigações de pagamentos, independente do volume de vendas obtido.

É como um “fôlego” que garante que a operação permaneça em atividade mesmo em tempos de crise.

Para solicitar um crédito para capital de giro, não é preciso informar o destino do dinheiro. Quase todas as instituições financeiras oferecem este tipo de linha de crédito, com inúmeras opções de pagamento.

Para solicitar, é simples, e o dinheiro, se aprovado, cai na sua conta rapidinho. Em geral, os documentos solicitados para análise são:

  • CNPJ da empresa;
  • RG e CPF dos sócios;
  • Contrato social;
  • Balanço e DRE dos últimos anos.

 

E, é claro, é preciso ser cliente do banco que você deseja solicitar a linha de crédito. Mas, antes de decidir por este tipo de empréstimo, saiba que as taxas costumam ser mais altas, justamente por não exigir garantias e ser um processo relativamente fácil de ser feito.

 

Confira a lista com as taxas de todos os bancos, feita pelo Banco Central do Brasil.

Antecipação de recebíveis

Este recurso permite que você receba de forma antecipada um valor que só entraria no futuro.

Por exemplo, se você efetua vendas parceladas no cartão de crédito, você pode solicitar a antecipação do valor total, mediante a uma taxa.

É possível solicitar a antecipação de diversos tipos de pagamentos, como cheques, duplicatas e até carnês. Mas, cuidado: ao antecipar um recebível você está abrindo mão deste valor no futuro.

Assim, é preciso estar com o seu planejamento financeiro em dia!

A antecipação de recebíveis não é um tipo de empréstimo, já que você só paga ao banco os juros relacionados à transação. O dinheiro cai na sua conta com o desconto e você não precisa pagar mais nada à instituição financeira.

Para solicitar, é possível que o banco solicite um histórico de inadimplência dos seus recebíveis, para análise do risco. Deixe os documentos preparados para isso.

Endosso de título de crédito

Este documento funciona como transferência e garantia de um título de crédito, podendo ser uma duplicata, um cheque, uma letra de câmbio ou notas promissórias.

Crédito consignado

Esta linha de crédito é exclusiva para pessoas físicas. Para poder solicitar, é preciso ser aposentado pelo INSS, ter carteira assinada ou ser funcionário público.

O pagamento das parcelas do empréstimo é feito de forma automática, descontando do salário recebido pela pessoa mensalmente. Por ter maior garantia de pagamento, os juros são menores e existe menos burocracia para solicitação.

Mas, atenção: procure não misturar suas contas de pessoa física com as de pessoa jurídica. Em tempos de crise, é normal que as pessoas busquem alternativas a qualquer custo, mas isso pode acabar gerando problemas em sua casa, além da sua empresa.

Confira as taxas de juros aplicadas pelos bancos e divulgadas pelo Banco Central, para cada um dos casos:

 

Financiamento

O financiamento é utilizado na hora de adquirir um bem, caso você não tenha o valor total para a compra.

Neste caso, a instituição financeira antecipa o valor e você paga mensalmente, de acordo com os juros acordados na contratação.

Cuidado com os atrasos no pagamento: o financiamento pode, rapidamente, virar uma bola de neve caso você não se atente aos juros cobrados nos casos de inadimplência.

Os juros e prazos variam de acordo com valor do bem adquirido.

Geralmente, o financiamento é utilizado para aquisição de equipamentos, veículos e imóveis, mas dependendo do banco selecionado podem ser comprados outros bens, como móveis, e até ser utilizado para capital de giro e pagamento a fornecedores.

Leasing

O leasing não é uma linha de crédito, sendo mais parecido com um aluguel. Neste caso, você paga um valor mensal conforme o período que for utilizar o bem.

Pode ser uma boa opção em período de crise, pois você evita solicitar um crédito alto reduz a uma sobrecarga no seu financeiro.

Existem dois tipos de leasing:

  • Operacional: utilizado quando não se tem a intenção de comprar o bem ao final do contrato;
  • Financeiro: a duração mínima, neste caso, é maior, e ao final do contrato você tem a opção de devolver o bem, renovar o leasing ou efetuar a compra.

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Empréstimos e recursos disponíveis pelo Governo

Mediante à crise gerada pelo coronavírus, o Governo adotou algumas medidas de apoio aos empresários, buscando alternativas que desafoguem suas obrigações e garantam maior sustentabilidade às operações.

Algumas das medidas adotadas foram:

Desenvolve SP (apenas para o Estado de São Paulo)

Serão R$ 200 milhões disponibilizados para auxiliar micro, pequenas e médias empresas. A solicitação do crédito para capital de giro pode ser realizada diretamente pelo site da Desenvolve SP.

Parcelamento do FGTS

O governo aceitou o adiamento do pagamento do FGTS de seus funcionários nos meses de Abril, Maio e Junho de 2020. O valor deverá ser pago posteriormente, iniciando em Julho de 2020, podendo ser parcelado em até 6x.

Prorrogação do DAS

O Governo também prorrogou o recolhimento do DAS, para as empresas optantes pelo Simples Nacional. Os títulos com vencimentos em Abril, Maio e Junho ficarão automaticamente prorrogados para Outubro, Novembro e Dezembro.

Prorrogação do PIS, COFINS e Contribuição Patronal Previdenciária

O recolhimento de Março e Abril foram adiados para Julho e Setembro de 2020, respectivamente.

MP 944 – Programa Emergencial de Suporte a Empresas

A medida provisória auxilia empresas com receita anual bruta entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões, de acordo com o declarado no Imposto de Renda de 2019.

Estas empresas podem financiar a folha de pagamento dos seus funcionários por 2 meses, no limite de até 2 salários mínimo por funcionário.

Para solicitar, basta que o salário seja pago através de algum banco cadastrado no Banco Central. Você deve:

  • Informar o quadro real de funcionários da empresa;
  • Informar o faturamento;
  • Utilizar o valor somente para pagamento da folha salarial;
  • Não demitir o funcionário, sem justa causa, durante os 2 meses de benefício e 60 dias após.

Antes de pedir um empréstimo, conheça o seu negócio

Conheça as principais contas patrimoniais do seu negócio para uma decisão eficaz.

 

A solicitação de um empréstimo ou recurso financeiro para sua empresa pode ser uma boa saída para enfrentar a crise, mas é preciso muito autoconhecimento.

Conheça as principais contas patrimoniais do seu negócio e tome sua decisão com base em informações precisas, para garantir que seja assertiva. O desespero nunca foi o melhor critério para escolhas.

Confira algumas dicas para aumentar o seu capital de giro antes de optar por um empréstimo:

 

  • Negocie com seus clientes pagamentos à vista, ao invés de buscar soluções de antecipação de recebíveis;
  • Priorize em seu estoque os produtos com mais giro, e faça promoções daqueles que estão parados há muito tempo;
  • Negocie prazos com seus fornecedores, mas não deixe de pagá-los. Elimine os fornecedores menos relevantes para sua operação;
  • Converse com o seu contador sobre as possibilidades de parcelar os pagamentos de impostos. Se você é do Simples Nacional, aproveite o benefício oferecido para prorrogação da DAS;
  • Antecipe férias ou banco de horas, mas não deixe de pagar os salários dos seus funcionários. O Governo Federal também flexibilizou as leis trabalhistas e vem adotando medidas provisórias para apoio aos empresários em relação à folha salarial;
  • Suspensa os investimentos a longo prazo. Foque nos que garantem retorno a curto prazo, se for o caso.

Conclusão

Conte com um ERP para uma gestão integrada e tenha informações para decisões mais assertivas.

 

A pandemia do coronavírus tem causado uma crise econômica em todo o mundo. Empresas de todos os portes e segmentos estão sofrendo com esta realidade.

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Manter uma gestão eficaz e um controle financeiro é fundamental para ultrapassar este período turbulento e sobreviver.

Se você tiver um bom planejamento orçamentário, condições de desinchar sua estrutura e se programar para manter os pagamentos em dia, as soluções de empréstimos e recursos financeiros podem ajudar a dar um fôlego.

Mas, lembre-se: qualquer decisão deve ser tomada com base em informações válidas e reais do seu contexto. Uma empresa sem qualquer controle, seja de vendas, de estoque, de processos ou financeiro, não tem condições de superar uma crise sem grandes perdas.

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Obrigado por ler até aqui!

Como emitir nota fiscal no Rio de Janeiro: 5 passos para você aprender!

Se você já tem ou está abrindo uma empresa, saiba que, independente do seu setor ou porte, você tem obrigações fiscais que deve sempre manter em dia. Uma delas é a emissão de notas fiscais. 

O documento fiscal serve como forma de comprovar as transações de compra e venda da empresa, dando garantias ao cliente mas também informando (e recolhendo os devidos impostos) os órgãos competentes.

Muitos empresários deixam de emitir uma nota fiscal de venda a fim de reduzir sua carga tributária. Mas esse tipo de decisão é crime, passível de cumprimento de pena em regime fechado e tem um nome que muitos desconhecem evasão fiscal. 

Talvez você esteja mais familiarizado com o termo sonegação fiscal. 

Leia também: O papel do Planejamento Tributário na Elisão Fiscal – Saiba tudo 

Nos últimos anos, o processo de emissão de notas fiscais foi mudando. Pouco a pouco, as cidades passaram a implementar a nota fiscal eletrônica, buscando modernizar e automatizar esse processo. 

Além de ser mais confiável e reduzir custos com papel, esse modelo de documento ainda permite integração com sistemas financeiros, otimizando ainda mais a rotina dos profissionais e permitindo uma gestão mais eficaz. 

Se a sua empresa está no Rio de Janeiro, é importante que você entenda como emitir nota fiscal no sistema da sua prefeitura. Isso porque cada município e Estado tem processos diferentes para emissão deste documento. 

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Neste artigo, vamos esclarecer: 

  • Como emitir nota fiscal no Rio de Janeiro para seu negócio
  • Quem precisa emitir nota fiscal no Rio de Janeiro? 
  • Como emitir nota fiscal no Rio de Janeiro em 5 passos
  • Como emitir nota fiscal de produtos no Rio de Janeiro
  • Posso cancelar uma nota fiscal depois de emitida?
  • Como emitir nota fiscal no Rio de Janeiro com o BomControle

 

Boa leitura!

Como emitir nota fiscal no Rio de Janeiro para seu negócio

Cada tipo de negócio deve emitir uma nota fiscal específica no Rio de Janeiro.

Antes de você aprender como emitir nota fiscal no Rio de Janeiro, saiba que existem diferentes tipos de notas que são válidas no Brasil, de acordo com a atividade do seu negócio.

Confira:

Nota Fiscal de Produtos Eletrônica (NF-e)

A nota fiscal de produtos eletrônica é o documento emitido pelas empresas que comercializam mercadorias para outras empresas.

Por exemplo, é o caso da empresa que vende refeições congeladas para um pequeno mercado de bairro. Ao efetuar a venda, antes de entregar os produtos no cliente, a empresa deverá emitir essa nota, até mesmo para poder transportar a mercadoria..

A nota fiscal de produtos eletrônica é emitida através do SEFAZ (Secretaria da Fazenda) de cada estado, e sobre ela são cobrados os impostos IPI (Produtos Industrializados) e ICMS (Imposto de Mercadorias e Serviços).

Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e)

A nota fiscal de serviços eletrônica é utilizada por empresas prestadoras de serviços. É o caso, por exemplo, de uma nutricionista.

Esse documento é emitido através da prefeitura da cidade, e está relacionado ao ISS (imposto sobre serviços).

 

Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e)

Esse documento é a nota fiscal emitida pela empresa no ato da venda de um produto voltado para o consumo final.

No exemplo citado na nota fiscal de produto, esta seria a nota emitida pelo pequeno mercado para o cliente que comprou uma lasanha congelada para levar para casa.

A nota fiscal de consumidor eletrônica também é chamada de cupom fiscal eletrônico. Para sua emissão, a empresa deve possuir um Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT).

Quem precisa emitir nota fiscal no Rio de Janeiro?

Como mencionado, as notas fiscais de produto são compromisso do Estado; já as notas de serviço, da Prefeitura de cada município.

Se a sua empresa está no Rio de Janeiro, ela também deve emitir nota fiscal, de forma que tanto a cidade quanto o Estado mantenha o controle tributário sobre as operações comerciais.

No entanto, se você for um microempreendedor individual (MEI) ou autônomo sem CNPJ, cuja atividade principal seja a comercialização de produtos, há uma exceção: neste caso, você só deve emitir nota fiscal quando realizar venda para pessoas jurídicas.

Se você vender para um vizinho, pessoa física, não é necessário emitir o documento.

Já se você for prestador de serviço, a regra não se aplica. Independente de ser MEIs, autônomo ou empresa em outro regime tributário, a emissão de nota fiscal eletrônica é obrigatória.

Leia também: DAS-MEI: O que é, para que serve e como emitir

Você pode consultar o site do SEFAZ para conhecer as atividades que devem emitir nota fiscal no Rio de Janeiro, de acordo com o CNAE.

Como emitir nota fiscal no Rio de Janeiro em 5 passos

Os prestadores de serviços devem emitir nota fiscal no Rio de Janeiro através da prefeitura.

Abaixo, você verá 5 passos para você saber como emitir nota fiscal de serviço eletrônica no Rio de Janeiro. Confira:

#Passo 1: Faça o seu cadastro na prefeitura

Antes de qualquer coisa, você precisa fazer o cadastro da sua empresa na Prefeitura. Com isso, vai obter o acesso ao sistema emissor.

Tanto empresas optantes pelo Simples Nacional quanto às que estiverem enquadradas em outro modelo de tributação podem fazer o cadastro no sistema. Para o microempreendedor individual (MEI), o cadastramento é opcional.

Se você tem a empresa há mais de 180 dias e não possui cadastro, deverá utilizar o certificado digital (e-CNPJ) para emissão das notas fiscais.

#Passo 2: Acesse o sistema para emissão de notas fiscais

O sistema para emissão de notas fiscais no Rio de Janeiro é o Nota Carioca. Para acessar o sistema, você deve entrar no site, preencher o seu CEP ou CNPJ e digitar sua Senha Web, gerada no ato do cadastramento.

A solicitação da senha pode ser realizada no próprio portal da Nota Carioca. Para isso, você deve clicar na opção “Não possui senha”.

Então, basta preencher todo o formulário e aguardar o recebimento de uma senha provisória, através do e-mail.

#Passo 3: Escolha a opção para emitir nota fiscal

Acessando o sistema, você terá um menu lateral com algumas opções, como configuração de perfil, verificação da opção do Simples Nacional, guias de pagamentos, entre outros.

Uma dessas opções será “Emitir NFS-e”. Você também poderá consultar as notas fiscais emitidas na seção “Consulta de Notas”.

Importante: somente após a autorização você poderá visualizar a opção “Emissão da NFS-e” no menu. Caso não esteja aparecendo, é porque o pedido ainda não foi deferido.

#Passo 4: Preencha todos os campos obrigatórios

Para começar a emitir a nota fiscal no Rio de Janeiro, informe o CPF ou CNPJ do cliente da sua empresa. Na nota fiscal esse campo será chamado de “Dados do Tomador”.

Com o número do documento, é provável que os outros dados, como Razão Social e endereço, sejam preenchidos automaticamente. Caso isso não aconteça, você pode digitar as informações de forma manual.

Em seguida, preencha os dados em relação à prestação de serviços, como a descrição, quantidade e valor.

O campo “Discriminação dos Serviços” é um campo livre, que aceita tanto letras quanto números. Você pode utilizá-lo para inserir outras informações úteis, como dados bancários, código da fatura, ordem de compra, entre outros.

Não se preocupe em preencher o campo ISS, pois ele é preenchido de forma automática de acordo com a atividade cadastrada da sua empresa.

#Passo 5: Confira os dados e conclua

Revise todas as informações digitadas na nota fiscal, evitando gerar um documento com erros.

Se estiver tudo de acordo, conclua a emissão. Você poderá fazer o download do arquivo para enviar ao seu cliente, nos formatos PDF e XML.

Como emitir nota fiscal de produtos no Rio de Janeiro

A emissão de nota fiscal de produtos exige a contratação de um certificado digital, de forma a validar a identidade da empresa no ambiente virtual.

Além disso, é necessária a aquisição de um sistema emissor de notas. Existem empresas privadas que fazem a venda de sistemas com este fim, mas o SEFAZ do Rio de Janeiro disponibiliza uma versão gratuita.

Não aprofundaremos o passo a passo deste tipo de emissão pois ele é mais complexo. Isso porque depende da atividade de cada empresa e de normas específicas do Estado do Rio de Janeiro.

Posso cancelar uma nota fiscal depois de emitida?

A regra de cancelamento de nota fiscal varia de município para município, Estado para Estado. No Rio de Janeiro, é permitido cancelar uma nota fiscal emitida somente quando:

  • O serviço não tiver sido prestado;
  • Houver duplicidade de emissão de nota fiscal para o mesmo serviço.

 

A solicitação de cancelamento deve ser realizada pelo Portal Nota Carioca, e será autorizada de forma imediata desde que respeitado o prazo limite, que varia de 60 a 120 dias, de acordo com o tipo de serviço.

Para os serviços de saúde, assistência médica e congêneres, bem como serviços relativos a hospedagem, turismo, viagens e congêneres, o prazo limite é de 120 dias. Para todos os demais, o prazo é de 60 dias.

Se você passou do prazo, ainda poderá solicitar o cancelamento. Mas, esteja ciente de que a aprovação do cancelamento não será realizada de forma automática. O pedido ficará com status “pendente” até que seja deferido.

Como emitir nota fiscal no Rio de Janeiro com o BomControle

Utilize um sistema de gestão integrada para emissão de notas fiscais no Rio de Janeiro.

 

A nota fiscal eletrônica foi uma evolução para as empresas, pois auxilia o gestor na organização de seus processos. Além de facilitar a emissão deste tipo de documento, permite integração entre setores e uma maior transparência das informações relevantes da operação.

Além disso, existem sistemas completos de gestão que apresentam o emissor de nota fiscal como uma de suas funcionalidades.

Com um ERP você consegue gerenciar melhor todos os dados estratégicos do seu negócio, integrando o departamento comercial com o financeiro, por exemplo.

Imagine realizar uma venda e emitir uma nota fiscal no Rio de Janeiro, e automaticamente ver o produto sendo retirado do estoque, enquanto no financeiro já entra a provisão de pagamento daquela fatura. Incrível, não é mesmo?

O ERP BomControle é assim: em um único sistema você integra controle de estoque, CRM, processos comerciais, atendimento ao cliente, gestão de processos e gestão financeira, incluindo a funcionalidade de emissão de notas fiscais, otimizando ainda mais a sua rotina.

Confira as principais funções disponíveis:

  • Contas a pagar e a receber
  • Integração bancária
  • Fluxo de caixa
  • Contagem de estoque rápida
  • Alerta de estoque mínimo
  • Estoque integrado ao controle de vendas
  • Controle de orçamentos e transportadoras
  • Gestão de vendedores
  • Gestão de oportunidades
  • Acompanhamento de tarefas
  • Registro de negociações em andamento
  • Criação de processos simplificado
  • Relatórios personalizados
  • Controle de SLA
  • E muito mais!

 

Experimente o ERP BomControle de forma gratuita por 15 dias. Não precisa informar o cartão de crédito: você só paga se gostar!

Conclusão

Um sistema completo permite emissão de notas fiscais no Rio de Janeiro de forma integrada com os relatórios financeiros.

 

Agora que você sabe como emitir nota fiscal no Rio de Janeiro, não tem desculpa! Lembre-se que a emissão deste documento é uma responsabilidade e obrigação da empresa.

Entenda o tipo de nota fiscal adequada ao seu negócio, conforme sua atividade e regime tributário, digite com atenção as informações solicitadas no preenchimento da nota e invista em um sistema para emissão que integre as informações a outros departamentos.

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Dessa forma, você melhora os seus processos, reduz custos, otimiza tempo e garante uma gestão mais efetiva e eficiente.

Quer mais dicas? Confira os artigos que separamos para você:

Não esqueça: o ERP BomControle é a melhor opção para sua empresa ter uma gestão completa e de qualidade, com um custo reduzido e contando com toda a tecnologia que este modelo de negócio oferece.

Experimente agora mesmo!

 

Como emitir nota fiscal em São Paulo: 5 passos para você aprender!

Empresas de todos os portes e segmentos devem emitir nota fiscal para ficar em dia com o Governo.

Isso porque a nota fiscal é uma forma de comprovar as transações comerciais de uma operação, dando garantias ao cliente e mantendo a empresa livre de pendências tributárias.

Não emitir uma nota fiscal de venda é uma forma de burlar o sistema, também conhecido como evasão fiscal. A sonegação de impostos é crime.

Leia também: O papel do Planejamento Tributário na Elisão Fiscal – Saiba tudo

Atualmente, muitas cidades já disponibilizam a nota fiscal eletrônica, o que agiliza bastante o processo, além de ser mais confiável e reduzir custos com papel.

Além disso, a nota fiscal eletrônica pode ser integrada com sistemas financeiros, otimizando processos e permitindo um melhor controle da gestão da empresa.

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Se você está em São Paulo, deve saber como emitir nota fiscal no sistema da sua prefeitura para não ter erros. Neste artigo, vamos abordar:

  • Como emitir nota fiscal em São Paulo para seu negócio
  • Quem precisa emitir nota fiscal em São Paulo?
  • Como emitir nota fiscal em São Paulo em 5 passos
  • Como emitir nota fiscal de produtos em São Paulo
  • Posso cancelar uma nota fiscal depois de emitida?
  • Como emitir nota fiscal em São Paulo com o BomControle

 

Boa leitura!

Como emitir nota fiscal em São Paulo para seu negócio

Cada tipo de negócio deve emitir uma nota fiscal específica em São Paulo.

Para entender como emitir nota fiscal em São Paulo, você precisa, primeiro, conhecer as diferentes tipos de notas existentes e válidas no Brasil.

São elas:

Nota Fiscal de Produtos Eletrônica (NF-e)

A nota fiscal de produtos eletrônica deve ser emitida por empresas que comercializam mercadorias.

É o caso, por exemplo, de você vender bebidas para um restaurante. Na venda das bebidas, você vai emitir este tipo de documento para o comprador.

A nota fiscal de produtos eletrônica deve ser emitida através do SEFAZ (Secretaria da Fazenda) de cada estado, e está relacionada a impostos como IPI (Produtos Industrializados) e ICMS (Imposto de Mercadorias e Serviços.

Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e)

A nota fiscal de serviços eletrônica é utilizada por empresas que fazem prestação de serviços. É o caso, por exemplo, de uma agência de publicidade.

Esse documento é emitido através da prefeitura da cidade, e está relacionado ao ISS (imposto sobre serviços).

Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e)

Esse documento é a nota fiscal emitida para o consumidor final. No exemplo que demos para a nota fiscal de produto, esta seria a nota emitida pelo restaurante para o cliente que consumiu a bebida.

Deu para entender a diferença, né?

Ele também é chamado de cupom fiscal eletrônico e é emitido através de um Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT).

Quem precisa emitir nota fiscal em São Paulo?

Como você viu, as notas fiscais de produto são compromisso do Estado, enquanto que as notas de serviço ficam a cargo da Prefeitura de cada município.

Se você está em São Paulo, saiba que sua empresa também precisa emitir nota fiscal eletrônica, de forma que o governo mantenha um controle tributário.

A não ser que você seja um microempreendedor individual (MEI) ou autônomo sem CNPJ, e trabalhe com comercialização de mercadorias.

Nestes casos, há uma exceção: só é obrigatória a emissão de nota fiscal de produtos para empresas, não para pessoas físicas.

Já para os casos da nota fiscal de serviços eletrônica, não há exceção: mesmo MEIs e autônomos devem emitir o documento.

Leia também: DAS-MEI: O que é, para que serve e como emitir

Para saber se a sua empresa ou atividade deve emitir nota fiscal em São Paulo, você pode consultar o site do SEFAZ. Eles listam as obrigações de acordo com o CNAE.

Como emitir nota fiscal em São Paulo em 5 passos

Os prestadores de serviços devem emitir nota fiscal em São Paulo através da prefeitura.

Listamos 5 passos para você aprender a emitir nota fiscal de serviço eletrônica em São Paulo. É bastante simples e você não deve ter maiores dificuldades. Vamos lá?

#Passo 1: Faça o seu cadastro na prefeitura

Antes de saber como emitir nota fiscal em São Paulo, você precisa fazer o cadastro da sua empresa na Prefeitura. Assim, vai obter acesso ao sistema pelo qual fará a emissão do documento.

Os requisitos para este cadastro mudam de acordo com o porte da empresa. Confira:

 

  • Para microempreendedores individuais e autônomos sem CNPJ, é preciso solicitar o registro no CCM (Cadastro de Contribuintes Mobiliários), solicitando o desbloqueio da Senha Web na Secretaria Municipal da Fazenda;
  • As demais empresas (pequeno, médio e grande porte) devem adquirir um certificado digital e solicitar o desbloqueio da senha na Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico.

#Passo 2: Acesse o sistema para emissão de notas fiscais

O sistema para emissão de notas fiscais em São Paulo é o Nota do Milhão. Para acessar o sistema, você deve entrar no site e clicar em “Acessar o sistema”.

Você também pode fazer o download do aplicativo para fazer as emissões através do celular. O Nota do Milhão está disponível na Google Play e na App Store.

Após o acesso, é só preencher o CPF ou o CNPJ e a senha. Você também pode escolher a opção “Certificado Digital”, presente acima dos campos principais.

#Passo 3: Escolha a opção para emitir nota fiscal

Acessando o sistema, você terá um menu lateral com algumas opções, como configuração de perfil, verificação da opção do Simples Nacional, guias de pagamentos, entre outros.

Dentre elas, você terá a opção “Emitir NFS-e”. Se preciso, você poderá consultar as notas fiscais emitidas na seção “Consulta de Notas”.

#Passo 4: Preencha todos os campos obrigatórios

Para começar a emitir a nota fiscal em São Paulo, você deve informar o CPF ou CNPJ do tomador, ou seja, do cliente da sua empresa.

Com essa informação, é provável que os outros dados, como Razão Social e endereço, sejam preenchidos automaticamente. Caso isso não aconteça, basta você digitar os dados manualmente.

Em seguida, você deve preencher os dados obrigatórios em relação à prestação de serviços, como a descrição, quantidade e valor.

No campo “Discriminação dos Serviços” você pode inserir outras informações úteis para o cliente, como dados bancários para transferência, número do boleto, ordem de compra, entre outros.

 

#Passo 5: Confira os dados e conclua

Por fim, revise todas as informações digitadas na nota fiscal, a fim de evitar o envio do documento com erros.

Não se preocupe em preencher o campo ISS, pois ele é preenchido de forma automática de acordo com a atividade cadastrada da sua empresa.

Estando tudo correto, é só concluir a emissão, fazer o download e enviar o arquivo para o cliente. Você pode consultar as notas emitidas a qualquer momento, dentro do mesmo sistema.

Como emitir nota fiscal de produtos em São Paulo

Para emitir nota fiscal de produtos, a empresa precisa contratar um certificado digital, que valide sua identidade neste ambiente virtual.

Além disso, é necessária a aquisição de um sistema emissor de notas. Existem empresas privadas que fazem a venda de sistemas com este fim, mas o SEFAZ disponibiliza uma versão gratuita.

Não trataremos do passo a passo deste tipo de emissão pois é mais complexo, já que depende da atividade de cada empresa e de normas específicas do Estado de São Paulo.

De qualquer forma, você pode consultar as condições de como emitir nota fiscal em São Paulo através da Portaria CAT 162/2008, disponível no site da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Governo do Estado de São Paulo

Posso cancelar uma nota fiscal depois de emitida?

Se você emitiu uma nota fiscal e, por qualquer motivo, precisar cancelar o documento, saiba que você tem um prazo limite para isso.

Uma vez que a nota fiscal tenha sua autorização de uso, ela poderá ser cancelada no prazo máximo de 24 horas. Isso se a mercadoria não tiver saído do seu estabelecimento.

Para solicitar cancelamento, você deve utilizar um arquivo XML. O modelo do arquivo pode ser consultado no site da Secretaria da Fazenda de São Paulo, na sessão Downloads.

Assim como acontece com a emissão da nota fiscal, o seu cancelamento deverá ser aprovado pelo SEFAZ.

Caso o prazo máximo de 24 horas seja superado, você tem 480 horas para fazer o pedido de cancelamento via sistema. No entanto, neste caso, ficará sujeito a multas e penalizações, conforme previsto no item z1 do Inciso IV do artigo 527 do Regulamento do ICMS.

Após esse prazo, a única forma de cancelar uma nota fiscal emitida em São Paulo é obtendo a autorização de um Posto Fiscal. Para isso, você deverá apresentar:

 

  • A chave de acesso da NF-e a ser cancelada;
  • A folha do livro Registro de Saídas e/ou Entradas referente ao lançamento da operação ou prestação ou declaração relativa ao documento fiscal;
  • A comprovação de que a operação não ocorreu, seja via declaração firmada pelo representante legal da empresa emissora ou cliente;
  • Uma declaração firmada pelo representante legal e os motivos que impediram o cancelamento da NF-e em prazo regular.

 

O contribuinte receberá a resposta do pedido através do seu Domicílio Eletrônico. Após autorizado, o cancelamento da nota fiscal poderá ser feito via sistema, respeitando o prazo de 15 dias.

Você poderá consultar o status da sua nota fiscal a qualquer momento, no site da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Alguns status possíveis são: cancelada, autorizada, em contingência.

Como emitir nota fiscal em São Paulo com o BomControle

Utilize um sistema de gestão integrada para emissão de notas fiscais em São Paulo.

 

É claro que a nota fiscal eletrônica, por si só, auxilia o gestor na organização de seus processos. Ficou muito mais fácil emitir este tipo de documento com a implementação desses sistemas.

Mas quer uma dica? Existem sistemas completos de gestão que apresentam o emissor de nota fiscal como uma de suas funcionalidades.

Dessa forma, você consegue gerenciar ainda melhor as informações da sua empresa, integrando o departamento comercial com o financeiro, por exemplo.

Ao realizar uma venda e emitir uma nota fiscal em São Paulo, automaticamente já retira o produto do estoque e já lança a provisão do valor no seu sistema financeiro. Não parece incrível?

O ERP BomControle é assim: em um único sistema você integra controle de estoque, CRM, processos comerciais, atendimento ao cliente, gestão de processos e gestão financeira, incluindo funcionalidades como emissão de notas fiscais.

Confira as principais funções disponíveis:

 

  • Contas a pagar e a receber
  • Integração bancária
  • Fluxo de caixa
  • Contagem de estoque rápida
  • Alerta de estoque mínimo
  • Estoque integrado ao controle de vendas
  • Controle de orçamentos e transportadoras
  • Gestão de vendedores
  • Gestão de oportunidades
  • Acompanhamento de tarefas
  • Registro de negociações em andamento
  • Criação de processos simplificado
  • Relatórios personalizados
  • Controle de SLA
  • E muito mais!

 

Experimente o ERP BomControle de forma gratuita por 15 dias. Não precisa informar o cartão de crédito: você só paga se gostar!

Conclusão

Um sistema completo permite emissão de notas fiscais em São Paulo de forma integrada com os relatórios financeiros.

 

Agora que você já sabe como emitir nota fiscal em São Paulo, fique atento! A emissão de nota é uma obrigatoriedade da empresa e mantém o seu negócio em dia com o Governo.

Entenda o tipo de nota fiscal adequada para a sua empresa, cuide das informações digitadas e busque um sistema para emissão que integre as informações a outros departamentos.

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Dessa forma, você melhora os seus processos, reduz custos, otimiza tempo e ainda garante uma gestão mais efetiva e eficientes. Com isso, pode investir seus esforços em estratégias voltadas para o crescimento dos seus resultados.

Quer mais dicas sobre isso? Confira os artigos que separamos para você:

 

 

Não esqueça: o ERP BomControle é a melhor opção para sua empresa ter uma gestão completa e de qualidade, com um custo reduzido e contando com toda a tecnologia que este modelo de negócio oferece.

 

Experimente agora mesmo!

Tabela do Simples Nacional: entenda as alíquotas deste regime tributário

A tabela do Simples Nacional é também conhecida como Anexos, e apresenta as alíquotas aplicadas de acordo com as faixas de faturamento das micro e pequenas empresas, conforme seu setor.

O Simples Nacional é um regime tributário que traz facilidade e economia para as pequenas empresas. Com ele, é possível ter uma gestão tributária mais simples, pois em uma única guia o empresário quita até 8 impostos diferentes.

Leia também: Empresas Optantes pelo Simples Nacional: Guia Completo

Para entender tudo sobre as tabelas do Simples Nacional e acompanhar as mudanças ocorridas desde o surgimento deste regime, continue a leitura.

Neste artigo, vamos explicar: 

  • O que é o Simples Nacional?
  • Que atividades se enquadram neste regime?
  • Anexos e Tabela do Simples Nacional até 2017
  • Mudanças na tabela do Simples Nacional em 2018
  • Melhore sua gestão tributária

Boa leitura!

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O que é o Simples Nacional?

A tabela do Simples Nacional era apresentada dividida em 6 anexos, no surgimento do regime.

 

O Simples Nacional  é um regime tributário, criado em 2006 e ativo desde 2007, que simplifica a gestão tributária para as microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (MPP).

Dentro deste regime também se enquadram os microempreendedores individuais (MEI), com algumas particularidades.

Unificado diversos impostos em uma única guia, permite maior controle dos débitos e obrigações fiscais da empresa. Além disso, tem alíquotas reduzidas, dando fôlego ao microempresário.

Que atividades se enquadram neste regime?

Inúmeras atividades são aceitas no Simples Nacional, e a lista é atualizada com frequência. Atualmente, o limite de faturamento para um optante do Simples Nacional é de R$ 4,8 milhões.

Os principais segmentos de empresas que NÃO podem ser optantes do Simples Nacional são:

  • Atividades com serviços financeiros;
  • Serviços de transporte, exceto transporte fluvial;
  • Importação de combustíveis;
  • Fabricação de veículos;
  • Distribuição ou geração de energia elétrica;
  • Locação de imóveis próprios ou serviços que envolvam loteamento e incorporação de imóveis;
  • Atuação na cessão ou locação de mão de obra;
  • Cooperativas;
  • Produção ou venda no atacado de cigarros e assemelhados, armas de fogo, refrigerantes e bebidas alcóolicas (exceto pequenos produtores).

Para fazer parte do Simples Nacional, a empresa deve:

  • Possuir faturamento máximo de R$ 4,8 milhões por ano;
  • Ter sua atividade enquadrada na lista de CNAEs aceitos;
  • Não possuir débitos, emitindo certidões negativas de débitos para comprovação;
  • Estar regular quanto aos cadastros fiscais;
  • Não ter, em seu quadro societário, algum sócio no exterior;
  • Não possuir capital em órgãos públicos, independente de ser direto ou indireto.

Anexos e Tabela do Simples Nacional até 2017

Até 2017, a lei 123/06 previa 6 anexos com tabelas do Simples Nacional.

Até 2017, a lei 123/06, do Simples Nacional, previa 6 anexos, para diferentes setores. Além disso, cada tabela do Simples Nacional previa 20 faixas de faturamento. Em 2018, as faixas foram reduzidas para 6.

Por isso, neste artigo, vamos apresentar somente as 6 primeiras faixas das tabelas de cada anexo, a título de curiosidade. Não apresentaremos as tabelas completas para não estender muito o conteúdo — e pelo fato de elas não estarem mais vigentes.

 

Confira:

Anexo I – Comércio

Receita bruta em 12 meses (em R$) Alíquota total IRPJ CSLL Cofins PIS/

Pasep

CPP ICMS
Até 180.000,00 4% 0% 0% 0% 0% 2,75% 1,25%
De 180.000,01 a 360.000,00 5,47% 0% 0% 0,86% 0% 2,75% 1,86%
De 360.000,01 a 540.000,00 6,84% 0,27% 0,31% 0,95% 0,23% 2,75% 2,33%
De 540.000,01 a 720.000,00 7,54% 0,35% 0,35% 1,04% 0,25% 2,99% 2,56%
De 720.000,01 a 900.000,00 7,6% 0,35% 0,35% 1,05% 0,25% 3,02% 2,58%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 8,28% 0,38% 0,38% 1,15% 0,27% 3,28% 2,82%

Anexo II – Indústria

Receita bruta em 12 meses (em R$) Alíquota total IRPJ CSLL Cofins PIS/

Pasep

CPP ICMS IPI
Até 180.000,00 4,5% 0% 0% 0% 0% 2,75% 1,25% 0,50%
De 180.000,01 a 360.000,00 5,97% 0% 0% 0,86% 0% 2,75% 1,86% 0,50%
De 360.000,01 a 540.000,00 7,34% 0,27% 0,31% 0,95% 0,23% 2,75% 2,33% 0,50%
De 540.000,01 a 720.000,00 8,04% 0,35% 0,35% 1,04% 0,25% 2,99% 2,56% 0,50%
De 720.000,01 a 900.000,00 8,1% 0,35% 0,35% 1,05% 0,25% 3,02% 2,58% 0,50%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 8,88% 0,38% 0,38% 1,15% 0,27% 3,28% 2,82% 0,50%

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Anexo III – Prestadores de Serviços

Receita bruta em 12 meses (em R$) Alíquota total IRPJ CSLL Cofins PIS CPP ISS
Até 180.000,00 6% 0% 0% 0% 0% 4% 2%
De 180.000,01 a 360.000,00 8,21% 0% 0% 1,42% 0% 4% 2,79%
De 360.000,01 a 540.000,00 10,26% 0,48% 0,43% 1,43% 0,35% 4,07% 3,5%
De 540.000,01 a 720.000,00 11,31% 0,53% 0,53% 1,56% 0,38% 4,47% 3,84%
De 720.000,01 a 900.000,00 11,4% 0,53% 0,52% 1,58% 0,38% 4,52% 3,87%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 12,42% 0,57% 0,57% 1,73% 0,40% 4,92% 4,23%

Anexo IV – Prestadores de Serviços

Receita bruta em 12 meses (em R$) Alíquota total IRPJ CSLL Cofins PIS ISS
Até 180.000,00 4,5% 0% 1,22% 1,28% 0% 2%
De 180.000,01 a 360.000,00 6,54% 0% 1,84% 1,91% 0% 2,79%
De 360.000,01 a 540.000,00 7,7% 0,16% 1,85% 1,95% 0,24% 3,5%
De 540.000,01 a 720.000,00 8,49% 0,52% 1,87% 1,99% 0,27% 3,84%
De 720.000,01 a 900.000,00 8,97% 0,89% 1,89% 2,03% 0,29% 3,87%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 9,78% 1,25% 1,91% 2,07% 0,32% 4,23%

Anexo V – Prestadores de Serviços

No anexo V, até 2017, as alíquotas iam de 17,50% a 22,90%. Nesta tabela do Simples Nacional, é apurado o fator R, que envolve o seguinte cálculo:

 

(r) = Folha de Salários incluídos encargos (em 12 meses). Assim as alíquotas relativas ao IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP corresponderão a faixa do fator r, conforme abaixo:

 

Receita bruta em 12 meses (em R$) (r)<0,10            0,10=< (r) e

(r) < 0,15

0,15=< (r) e

(r) < 0,20

0,20=< (r) e

(r) < 0,25

0,25=< (r) e

(r) < 0,3

0,30=< (r) e

(r) < 0,35

0,35 =< (r) e

(r) < 0,40

(r) >= 0,40
Até 180.000,00 17,5% 15,7% 13,7% 11,82% 10,47% 9,97% 8,8% 8%
De 180.000,01 a 360.000,00 17,52% 15,75% 13,9% 12,6% 12,33% 10,72% 9,1% 8,48%
De 360.000,01 a 540.000,00 17,55% 15,95% 14,2% 12,9% 12,64% 11,11% 9,58% 9,03%
De 540.000,01 a 720.000,00 17,95% 16,7% 15% 13,7% 13,45% 12% 10,56% 9,34%
De 720.000,01 a 900.000,00 18,15% 16,95% 15,3% 14,03% 13,53% 12,4% 11,04% 10,06%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 18,45% 17,2% 15,4% 14,1% 13,6% 12,6% 11,6% 10,6%

Anexo VI – Prestadores de Serviços

Esta tabela do Simples Nacional só existe até 2017. Em 2018, ela foi eliminada e as atividades que pertenciam à ela foram realocadas nos demais anexos.

 

Receita bruta em 12 meses (em R$) Alíquota total IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP  ISS
Até 180.000,00 16,93% 14,93% 2%
De 180.000,01 a 360.000,00 17,72% 14,93% 2,79%
De 360.000,01 a 540.000,00 18,43% 14,93% 3,5%
De 540.000,01 a 720.000,00 18,77% 14,93% 3,84%
De 720.000,01 a 900.000,00 19,04% 15,17% 3,87%
De 900.000,01 a 1.080.000,00 19,94% 15,71% 4,23%

Mudanças na tabela do Simples Nacional em 2018

A tabela do Simples Nacional foi simplificada com as alterações realizadas em 2018.

 

Em 2018, com a Lei Complementar 155, foram criadas 6 faixas de faturamento, simplificando a tabela do Simples Nacional.

Além disso, foram reduzidos os números de anexos, sendo algumas atividades realocadas. Essas são as mudanças mais significativas desde o surgimento da lei do Simples Nacional, em 2006.

Confira como estão organizados os anexos atualmente:

Anexo I – Comércio

Faixa Receita bruta em 12 meses (em R$) Alíquota Valor a deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 4,00%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 7,30% 5.940,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 9,50% 13.860,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,70% 22.500,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,30% 87.300,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19,00% 378.000,00

 

Anexo II – Indústria

Faixa Receita bruta em 12 meses (em R$) Alíquota Valor a deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 4,50%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 7,80% 5.940,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 10,00% 13.860,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 11,20% 22.500,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,70% 85.000,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,00% 720.000,00

Anexo III – Prestadores de Serviços

Tabela do Simples Nacional voltada para empresas de serviços de instalação, reparos e manutenção, agências de viagem e escritórios de contabilidade.

 

Faixa Receita bruta em 12 meses (em R$) Alíquota Valor a deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 6,00%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 11,20% 9.360,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 13,50% 17.640,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 16,00% 35.640,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21,00% 125.640,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% 648.000,00

 

Anexo IV – Prestadores de Serviços

Tabela para serviços em geral, como advocacia e vigilância.

Faixa Receita bruta em 12 meses (em R$) Alíquota Valor a deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 4,50%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 9,00% 8.100,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 10,20% 12.420,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 14,00% 39.780,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 22,00% 183.780,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33,00% 828.000,00

 

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Anexo V – Prestadores de Serviços

Tabela do Simples Nacional válida para empresas de serviços de academias, empresas de tecnologia, eventos, clínicas de exames médicos.

 

Faixa Receita bruta em 12 meses (em R$) Alíquota Valor a deduzir (em R$)
1ª Faixa Até 180.000,00 15,50%
2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 18,00% 4.500,00
3ª Faixa De 360.000,01 a 720.000,00 19,50% 9.900,00
4ª Faixa De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,50% 17.100,00
5ª Faixa De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23,00% 62.100,00
6ª Faixa De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% 540.000,00

 

Melhore sua gestão tributária

O Simples Nacional é um regime tributário que simplifica a vida do microempresário. Mas a verdade é que não basta ser optante do Simples: você precisa ter uma boa organização financeira.

Para isso, recomendamos o uso de um ERP completo, que integre os departamentos da empresa, automatize processos e mantenha em dia as movimentações relevantes para o controle e gestão da empresa.

O ERP BomControle é um sistema completo para ajudar na organização do seu negócio, centralizando a gestão em uma só plataforma. Confira os módulos disponíveis:

 

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Conclusão

Consulte um contador para verificar em qual tabela do Simples Nacional a sua empresa está enquadrada.

 

A tabela do Simples Nacional apresenta as alíquotas devidas pelas empresas enquadradas nesse regime tributário, conforme as faixas de faturamento bruto anual.

Conforme vimos, elas variam bastante, também, de acordo com o setor. O objetivo, com isso, é oferecer uma justiça tributária, cobrando menos impostos das atividades mais operacionais, e mais impostos das atividades mais intelectuais.

Importante, porém, é conversar com o seu contador para ter certeza sobre qual tabela do Simples Nacional a sua empresa se encaixa, antes de decidir optar por esse regime.

Para continuar sua leitura, recomendamos estes artigos:

Controle de gastos: 6 passos para manter as contas da sua empresa em dia

Como conseguir uma linha de crédito para MPMEs em 5 passos

BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, é um órgão público federal que busca fomentar a economia, gerando renda, reduzindo o desemprego e melhorando a vida social em diversos setores.

Com linhas de crédito acessíveis para empresas de setores variados, o BNDES apóia e investe nas atividades econômicas do País, oferecendo suporte para o crescimento e desenvolvimento desde microempreendedores individuais a empresas de médio ou grande porte.

Leia também: Os tipos de crédito disponíveis para o MEI.

Em tempos de crise econômica, o BNDES também entra em ação com linhas de crédito emergenciais, auxiliando para empresas possam superar os desafios, evitando o fechamento ou a demissão em massa.

É o que aconteceu, por exemplo, com a pandemia nomeada como COVID-19, o coronavírus, que desestabilizou as sociedades e as economias de todo o mundo. Veja o infográfico a seguir e descubra como solicitar o crédito e driblar a crise:

Como conseguir uma linha de crédito para MPMEs em 5 passos

Agora que você já sabe como conseguir uma linha de crédito para MPMEs em apenas 5 passos, que tal continuar sua leitura para entender melhor sobre o que é o BNDES e qual sua atuação frente à economia do Brasil.

Neste artigo, vamos esclarecer:

  • O que é o BNDES
  • O que o BNDES financia
  • Quem pode obter o financiamento do BNDES
  • Principais linhas de crédito do BNDES
  • Onde usar o crédito do BNDES
  • Como funciona o crédito emergencial do BNDES

Boa leitura!

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O que é o BNDES

BNDES é um banco público, vinculado ao Governo Federal.

 

BNDES é a sigla para Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

Fundado em 1952, é um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo e o principal instrumento utilizado pelo Governo Federal para financiar e investir em todos os setores econômicos do País.

Por ser uma empresa pública, o BNDES tem o compromisso de avaliar a concessão do apoio com foco no impacto socioambiental e econômico no Brasil. Ou seja: visando apoiar o crescimento do País, investe onde for mais necessário.

Quem é dono do BNDES?

O BNDES é uma empresa pública, vinculada ao Ministério da Economia do Governo Federal.

Criado no Governo Vargas, em 1952, começou com autonomia administrativa e personalidade jurídica própria. Em seguida, foi repassado para o Ministério do Planejamento e Coordenação Geral, sendo transformado em empresa pública apenas em 1971.

Onde fica a sede do BNDES?

O BNDES tem uma sede localizada no Rio de Janeiro, e escritórios para representação regional, localizados em:

  • São Paulo — Departamento Regional Sul;
  • Brasília — Departamento de Relações com o Governo;
  • Recife — Departamento Regional Nordeste.

Propósito, Valores, Princípios, Missão, Visão

Conforme retirado do site oficial do BNDES, as diretrizes estratégicas do banco público são:

Propósito

Transformar a vida de gerações de brasileiros, promovendo desenvolvimento sustentável.

Valores

  • Ética
  • Espírito público
  • Compromisso com o desenvolvimento

Princípios

  • Transparência
  • Efetividade
  • Diálogo
  • Cooperação
  • Busca pela excelência

Missão

Viabilizar soluções que adicionem investimentos para o desenvolvimento sustentável da nação brasileira.

Visão

Ser o Banco do Desenvolvimento Sustentável Brasileiro.

O que o BNDES financia

O BNDES tem diferentes frentes de atuação, com produtos direcionados para atender às demandas de investimento em:

  • Infraestrutura;
  • Agropecuária;
  • Exportação;
  • Desenvolvimento regional e territorial;
  • Inovação;
  • Social;
  • Indústria, comércio e serviços;
  • Micro, pequenas e médias empresas;
  • Cultura e economia criativa;
  • Mercado de capitais;
  • Meio ambiente.

Assim, dependendo do seu segmento e necessidade de investimento, poderá escolher uma linha de crédito específica.

Por exemplo, se precisa de investimento para sua pequena empresa, para compra de equipamentos, por exemplo, poderá contar com o cartão BNDES, uma espécie de cartão de crédito para pagamento parcelado.

Dessa forma, você pode financiar diversas operações, projetos, equipamentos, ou até solicitar financiamento para fluxo de caixa e folha de pagamento. Depende muito do seu setor e da linha de crédito oferecida para você.

Falaremos sobre isso mais à frente.

Quem pode obter o financiamento do BNDES

Cada linha de crédito é voltada para um ou mais perfis de clientes, como:

  • empresas sediadas no Brasil;
  • empresários individuais (EIRELI);
  • microempreendedores individuais (MEI);
  • entidades ou órgãos públicos, seja Federal, Estadual, Municipal ou do Distrito Federal;
  • fundações e associações de direito privado;
  • cooperativas;
  • pessoas físicas domiciliadas e residentes no país, desde que exerçam atividades econômicas e estejam registradas, como caminhoneiros e produtores rurais;
  • consórcios e condomínios que exerçam atividade produtiva; e
  • sindicatos e clubes.

 

No entanto, para poder ser aprovado na solicitação de um financiamento via BNDES, a empresa deve atender a alguns critérios. São eles:

  • Estar em dia com as obrigações fiscais, tributárias e sociais;
  • Apresentar cadastro satisfatório, sem apontamentos que prejudiquem sua idoneidade;
  • Comprovar capacidade de pagamento;
  • Dispor de garantias suficientes para cobertura do risco da operação;
  • Não estar em processo de falência, concordata ou recuperação judicial ou extrajudicial;
  • Não apresentar processos judiciais, títulos protestados ou registros de inadimplência;
  • Atender a legislação relativa à importação, no caso de financiamento para a importação de máquinas e equipamentos;
  • Cumprir a legislação ambiental vigente.

 

Conforme já mencionado, o BNDES tem linhas de crédito voltado para setores e portes específicos de empresas. No que se refere ao porte, é considerado, como meio de classificação, a receita operacional bruta anual, conforme segue:

  • Microempresa: menor ou igual a R$ 360 mil;
  • Pequena empresa: maior que R$ 360 mil e menor ou igual a R$ 4,8 milhões;
  • Média empresa: maior que R$ 4,8 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões;
  • Grande empresa: maior que R$ 300 milhões

Principais linhas de crédito do BNDES

O BNDES oferece diferentes linhas de crédito, com requisitos e condições variadas.

 

Como vimos, o BNDES é um banco público com objetivo de fomentar o desenvolvimento de diversas áreas da economia nacional.

Dessa forma, trabalha com financiamentos, oferecendo prazos maiores para pagamentos e juros menores, se comparados aos disponíveis por bancos privados.

É diferente de empréstimo, pois, neste caso, a empresa deve destinar o dinheiro exatamente para o fim que ele foi aprovado.

Por exemplo, se sua empresa conseguiu um financiamento BNDES para a montagem de um parque fabril, o dinheiro só poderá ser utilizado para a compra dos equipamentos necessários para este parque.

O BNDES pode ter, também, outras atuações, como adquirindo debêntures da organização, se tornando um investidor daquela empresa; ou oferecendo recursos que não precisam ser devolvidos, especialmente nos campos da cultura e inovação.

Conheça, abaixo, as principais linhas de crédito do BNDES, e saiba como e onde elas podem ser aplicadas. Você pode ter acesso a todos os produtos oferecidos no site oficial do BNDES.

BNDES Finame

Este financiamento é voltado para aquisição de equipamentos previamente credenciados ao BNDES.

Esta linha apoia tanto o cliente (que compra o produto) quanto o produtos, que credencia sua empresa para venda via BNDES, através de instituições parceiras.

BNDES Finame Agrícola

Esta linha é semelhante à anterior, porém tem foco exclusivo no setor agropecuário.

Nesta linha podem ser adquiridos equipamentos, máquinas e bens para automação, desde que estejam, também, com fornecedores credenciados ao banco público, e que sejam utilizados para as atividades deste setor.

BNDES Finame Leasing

Esta linha de crédito é voltada para o arrendamento do mercado. Apesar de ter os mesmos critérios do Finame tradicional, os limites para financiamento variam.

Neste modelo, equipamentos básicos podem ter até 40% do valor financiado. Já aqueles que envolvem mais tecnologia, pode ser financiado em até 70% do valor. Para os demais, o limite de financiamento é de 50%.

BNDES Automático

Para valores inferiores a R$ 20 milhões e com financiamento limitado a cada 12 meses, é possível conseguir financiamento através das instituições financeiras credenciadas.

Este modelo de crédito é oferecido para empresas de diversos setores e portes, para uso diverso, como projetos de inovação ou investimentos para ampliação, recuperação ou valorização de ativos do negócio.

BNDES Finem

Esta linha de crédito é como a anterior, porém voltada para financiamentos que superem os R$ 20 milhões.

BNDES Project Finance

Esta linha de crédito é mais complexa e específica para determinadas atividades. Dentre os critérios, está o que exige que a empresa seja composta por acionistas, ou seja, tenha o capital aberto.

Para liberação desta linha, o BNDES faz uma análise de risco, que avalia questões como alavancagem e risco operacional, além de serem exigidas garantias, tanto para cobertura do valor, quanto para a comprovação dos resultados gerados pelo investimento.

Cartão BNDES

O cartão BNDES é uma das linhas de crédito mais abrangentes e, por isso, populares. Ele funciona como um cartão de crédito e tem as menores taxas do mercado.

Com o cartão BNDES a empresa pode comprar equipamentos, máquinas e insumos que sejam necessários para a criação ou desenvolvimento do negócio.

O crédito tem limite de R$ 1 milhão, com prazo para pagamento que varia de 3 a 48 meses. Por isso, é especialmente voltada para as micro, pequenas e médias empresas.

BNDES Microcrédito

Os empréstimos de baixo valor são concedidos pelo BNDES microcrédito a microempreendedores de diversos setores.

É uma forma de apoiar aqueles que estão começando um negócio e ainda não possuem um histórico que permita acesso a linhas de crédito tradicionais.

Como é indireto, ou seja, realizado através das instituições financeiras credenciadas, limites de valor, taxas e prazos podem variar.

Onde usar o crédito do BNDES

O uso do crédito vai depender da linha escolhida.

Como você viu, existem diferentes linhas de crédito que atendem necessidades, setores e empresas de portes variados.

Você pode usar o financiamento BNDES para compra de máquinas, como tratores, caminhões, cabines de pintura, maquinário para corte e solda, empilhadeiras, e muito mais. Pode, também, usar na compra de equipamentos como computadores, impressoras, televisores e outros.

Existem linhas de crédito para uso como fluxo de caixa, pagamento de fornecedores, compra de mobiliários, pagamento de folha de pagamento, entre outras.

Tudo depende da linha de crédito escolhida. Se foi um FINAME, por exemplo, você precisará utilizar o valor para compra dos equipamentos em fornecedores cadastrados no BNDES, que aceitem a venda através deste modelo de negócio.

A linha de microcrédito é a que mais funciona como empréstimo, oferecendo maior liberdade ao gestor na hora de aplicar o valor recebido.

Então, avalie sua necessidade, verifique sua projeção de vendas e seu planejamento financeiro, para entender quais seriam as condições de pagamento ideais para sua empresa.

Assim, você pode estudar as linhas de crédito que melhor atendam suas necessidades e expectativas.

É importante dizer que aproveitar dessas linhas de crédito são formas de expandir a sua operação e alavancar o seu negócio. Por outro lado, deve ser uma decisão tomada após uma criteriosa análise financeira e de mercado.

Se for o momento ideal para investir na ampliação do negócio, o BNDES é, sem dúvida, a melhor opção.

Como funciona o crédito emergencial do BNDES

O BNDES tem como compromisso apoiar o País em situações de emergência, como aconteceu com o Covid-19.

 

O BNDES tem linhas de crédito emergenciais que servem para apoiar as empresas em momentos de crise geradas por desastres naturais, problemas sanitários, impactos econômicos mundiais, entre outros.

Em 2020, com a pandemia do coronavírus, o BNDES entrou com linhas de crédito voltadas para diferentes fins. Isso porque a pandemia causou um caos na economia do País, com o isolamento social necessário para controle do vírus.

Buscando reduzir os impactos, o BNDES cumpre com seu compromisso de ajudar o País a enfrentar os efeitos econômicos e sociais, através de medidas emergenciais, como:

  • Crédito para folha de pagamento das micro, pequenas e médias empresas;
  • Crédito para ampliação de leitos hospitalares e oferta de equipamentos e materiais médicos e hospitalares;
  • Expansão da linha de crédito para pequenas empresas, apoiando com mais capital de giro para as mesmas;
  • Amortização dos pagamentos dos financiamentos em vigor por até 6 meses;
  • Transferência de R$ 20 bilhões para atendimento do trabalhador, através da transferência ao FGTS.

É claro que não podemos prever situações como essa, do coronavírus, que pegou o mundo todo de surpresa e deixará um rastro por um longo período, tanto social quanto economicamente.

Mas as empresas que conseguem ter uma melhor controle financeiro, com investimentos e reserva de emergência, têm mais gás para superar esse períodos críticos. Nessas horas é que damos valor a conceitos como fluxo de caixa e capital de giro, não é mesmo?

Devemos, também, reforçar a importância das empresas, independente do seu porte, manterem-se livres de dívidas.

Lembre-se que os critérios para captação dos recursos do BNDES impedem que empresas com o “nome sujo na praça” contem com a ajuda, mesmo nas situações emergenciais.

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Uma solução para manter o seu controle financeiro é utilizar um sistema de automação e gestão integrada.

Com ele, você otimiza as atividades de rotina, reduz as chances de erro, integra os departamentos e todas as informações relevantes para o negócio, e acompanha os relatórios, analisando indicadores de desempenho que apoiem a tomada de decisão.

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Conclusão

O BNDES é uma alternativa que permite o crescimento de empresas em todos os setores.

 

O BNDES é um banco público, vinculado ao Governo Federal, que apoia o crescimento e desenvolvimento de negócios de todos os portes e setores, como forma de fomentar a economia do País.

Também leva em consideração as questões sociais e ambientais, investindo em iniciativas que promovam melhorias em todos os aspectos, além de auxiliar na recuperação de situações emergenciais, através de medidas temporárias.

Antes de contratar uma linha de crédito BNDES, é fundamental que a sua empresa tenha um controle orçamentário adequado, evitando tomar decisões que possam ser prejudiciais para a saúde financeira do seu negócio.

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Continue sua leitura com destes artigos recomendados para você

Gostou deste conteúdo? Então, compartilhe com seus colegas e amigos empreendedores que possam se beneficiar dos créditos do BNDES!

Custo e despesa: qual a diferença e como classificar os gastos empresariais

Custo e despesa, apesar de parecidos, têm conceitos diferentes. O custo está relacionado às atividades-fim do negócio, como a matéria-prima. Já a despesa se refere aos gastos não relacionados ao produto final, como as despesas administrativas.

Entender a diferença entre custo e despesa é fundamental para o preenchimento correto dos relatórios contábeis e para o levantamento de indicadores essenciais para a avaliação do seu negócio.

Além disso, é importante, também, diferenciar esses conceitos para melhor planejar as contas da sua empresa. Toda empresa de sucesso começa com a boa administração do fluxo de caixa. Por isso, independentemente do seu setor de atuação, é vital acompanhar os números de perto.

Leia também: Custo das mercadorias vendidas – Como calcular.

Se você tem dúvidas sobre custo e despesa e, principalmente, quer aprender como diferenciar os dois, esse artigo é para você. Aqui, vamos abordar o que são esses dois conceitos, além de expandi-los. Assim, você aprende tudo que precisa saber para ver sua empresa crescer cada vez mais.

Para entender o que é custo e o que é despesa, e como classificar esses gastos na sua empresa, continue sua leitura. Neste artigo, vamos abordar:

  • Custo e despesa: qual a diferença
  • Quais são os tipos de despesas
  • Despesa ou investimento?
  • Como podem ser classificados os custos
  • Diferença entre despesas e deduções
  • Custo e despesa na contabilidade
  • Frete é custo ou despesa?
  • Conheça o BomControle

Boa leitura!

Custo e despesa: qual a diferença

Como já falamos, custo e despesa são os gastos de uma empresa. Contas a pagar. No entanto, os dois possuem conceitos diferentes.

Entender o que é custo e o que é despesa vai permitir que você avalie melhor a sua operação, entendendo os pontos de melhoria para possibilitar o crescimento dos seus resultados.

Além disso, classificar corretamente os custos e as despesas é essencial para que seus relatórios e documentos contábeis estejam de acordo.

Antes de seguir no conteúdo, é importante esclarecer o conceito de custo e despesa. Confira:

Conceito de custo

Conforme a NPC 2 do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON):

“Custo é a soma dos gastos incorridos e necessários para a aquisição, conversão e outros procedimentos necessários para trazer os estoques à sua condição e localização atuais, e compreende todos os gastos incorridos na sua aquisição ou produção, de modo a colocá-los em condições de serem vendidos, transformados, utilizados na elaboração de produtos ou na prestação de serviços que façam parte do objeto social da entidade, ou realizados de qualquer outra forma.”

Assim, entende-se por custo todos os gastos envolvidos na atividade-fim da empresa, aqueles sem os quais é impossível produzir, oferecer ou entregar determinado produto, ou serviço.

São exemplos de custos:

  • Matéria-prima;
  • Energia;
  • Salários dos profissionais da produção;
  • Equipamentos utilizados na produção.

No caso de uma fábrica de camisetas, por exemplo, podem ser classificados como custos:

  • O tecido;
  • A linha de costura;
  • As etiquetas a serem costuradas no produto;
  • A embalagem individual;
  • As máquinas de costura;
  • Os salários das costureiras e dos designers;
  • Tintas ou demais materiais utilizados na personalização.

Conceito de despesa

Para a contabilidade, despesas são os gastos necessários para a obtenção de receita da empresa, mas não estão envolvidos ao processo de manufatura ou transformação do produto, como é o caso dos custos.

São exemplos de despesas:

  • Aluguel do pavilhão;
  • Pró-labore;
  • Telefone;
  • Comissão de vendedores;
  • Materiais de escritório;
  • Salários da equipe administrativa;
  • Pró-labore;
  • Impostos.

Quais são os tipos de despesas

Classificar as despesas de maneira correta, além de ajudar a manter a organização no controle do fluxo de caixa, é essencial para o planejamento. Isso porque as categorias ajudam os gestores a entender para onde vai o dinheiro, identificando oportunidades de redução de custos.

As categorias de despesas podem, até mesmo, ajudar a apontar problemas nos processos. Isso porque, quando muito mais dinheiro do que o previsto está sendo gasto em um setor, isso pode indicar problemas estruturais.

Conheça, a seguir, os principais tipos de despesas:

Despesas Regulares ou Extraordinárias

Esses são os primeiros dois grupos de divisão das despesas da sua empresa. Entenda melhor:

    • Regulares: tratam-se de despesas previsíveis. Isso é, aquelas que sua empresa sabe com certo grau de certeza que terá mensalmente. Um bom exemplo são os salários administrativos, impostos, aluguéis e contas.
  • Extraordinárias: ocorrem de forma aleatória ou sem qualquer previsibilidade. Alguns exemplos são multas e gastos com processos, reparação de problemas ou reposição de equipamentos que falharam. 

Fixas ou Variáveis

Outra classificação contábil importante para manter o fluxo de caixa sob controle é a divisão entre despesas fixas e variáveis. Veja;

  • Fixas: essas despesas não dependem de quantidade de trabalho ou horas utilizadas, e podem ser esperadas com certeza todos os meses. Por exemplo, aluguel, salário dos colaboradores (sem contar horas extras), seguros e pacotes de serviços de comunicação.
  • Variáveis: alguns gastos podem oscilar de acordo com a utilização ou consumo, horas trabalhadas ou desempenho da equipe. Alguns exemplos são contas de água e luz, horas extras e bônus e comissões por vendas.

Classificação de despesa pelo setor

Além dessas classificações, também é comum dividir as despesas pelo setor na contabilidade. Veja alguns exemplos:

  • Despesas Administrativas
    • Salários administrativos;
    • Host e domínio para site da empresa;
    • Mensalidade da Internet e outros serviços de comunicação;
    • Contas de Luz e Água;
    • Aluguel, IPTU ou condomínio;
    • Manutenção do local de trabalho (como com faxina).
  • Despesas Comerciais
    • Material para divulgação;
    • Campanhas de Marketing;
    • Comissão de vendas;
  • Despesas Operacionais
    • Material de escritório;
    • Material de limpeza, cozinha ou para lanches;
    • Deslocamento, combustível, passagens e estadias;
    • Infraestrutura.
  • Despesas Financeiras
    • Tarifas de bancos e manutenção de contas;
    • Juros e IOF
    • Tarifas de boletos e máquinas de cartões.

Esse passo extra para a organização pode ajudar muito a realizar um acompanhamento mais preciso das despesas da sua empresa. Isso é fundamental para otimizar os processos e reduzir custos sempre que possível. Isso porque é muito mais fácil identificar problemas e despesas desnecessárias quando você sabe exatamente para onde vai o dinheiro.

Desperdícios e Perdas

Também é importante entender com clareza o que é um desperdício em suas despesas, e o que configura perda. Vamos lá.

As perdas são despesas extraordinárias que não irão proporcionar nenhum retorno ou benefício à empresa. Alguns exemplos são incêndios, inundações, furtos e roubos.

Os desperdícios, por sua vez, configuram a utilização de recursos sem que eles agreguem valor ao produto, serviço, ou para o cliente. Existem 7 tipos de desperdício de produção. Conheça cada um deles:

  • Defeitos: produtos perdidos devido a defeitos na matéria-prima ou serviço mal-executado.
  • Excesso de produção: produção maior ou mais rápida que necessário
  • Espera: tempo ocioso para a equipe ou equipamentos
  • Transporte: movimentação desnecessária de materiais ou equipamento
  • Movimentação: transporte desnecessário da equipe
  • Processamento inapropriado: processos desnecessários para a qualidade final do produto ou serviço
  • Estoque: armazenamento excessivo de produtos ou matéria prima.

bomcontrole - erp

Despesa ou investimento?

É muito comum, hoje em dia, encontrar o termo investimentos utilizado como sinônimo de despesas. Mais cuidado: esses dois conceitos muito diferentes.

Certamente você já ouviu um vendedor dizer que algum produto é, na verdade, um investimento. Isso apenas é verdade se houver expectativa de retorno financeiro futuro.

Quer um exemplo para perceber o quão sutil pode ser essa diferença?

Imagine que você fará uma reforma no prédio de sua empresa. Todas as estruturas serão mantidas, e o objetivo é certificar-se de que não existe nenhum problema nas redes elétricas e hidráulicas. Dessa forma, essa será classificada como uma despesa com manutenção.

Agora, imagine, ao invés disso, que a obra visa criar uma nova ala para a empresa. Nela, poderão ser alocados mais colaboradores, aumentando a capacidade de produção. Agora, a reforma passa a ser vista como um investimento.

Para definir se algo é investimento ou despesa, você precisa fazer uma pergunta simples:

  • Esse gasto tem potencial de agregar valor para a empresa ou fazê-la expandir sua atuação?

Se sim, trata-se de um investimento.

Vale lembrar: as despesas são tão vitais para o bom funcionamento de uma empresa quanto investimentos.

Como podem ser classificados os custos

Assim como as despesas, os custos também possuem classificações específicas. Organizá-los ajuda a manter boas práticas de gestão. Como você sabe, o monitoramento é a chave para uma administração de sucesso.

A seguir, você conhece melhor os principais tipos de custos em uma empresa:

Custo direto

Esse tipo de custo está associado aos produtos ou serviços que a organização oferece no segmento em que atua. Isso é, esses são os valores incluídos no cálculo para chegar no valor final do produto oferecido pela empresa.

Custo indireto

Esses são os custos que não estão necessariamente ligados à atividade-fim realizada pela empresa. Assim, eles podem interferir na produção, mas não tem relação direta com ela.

Muitas vezes, esse tipo de custo chega a ser incluído no preço do produto.

Custo fixo

Da mesma forma que acontece com as despesas, existem custos que são mais fáceis de prever. Tratam-se daqueles que permanecem os mesmos, independente da produção mensal ou desempenho na empresa.

Custo variável

Os custos variáveis são menos previsíveis. Tratam-se daqueles que podem sofrer oscilações dependendo de quantos recursos foram utilizados, da performance de diferentes setores e até mesmo de alguns imprevistos.

Diferença entre despesas e deduções

Por sua vez, as deduções também possuem um conceito próprio que as difere das despesas. As deduções são ajustes sobre a Receita Bruta, e não despesas realizadas.

Para entender melhor, a diferença é que, diferente das despesas, as deduções não representam sacrifícios financeiros para a empresa. Por exemplo, os impostos sobre vendas, que são pagos pelo consumidor.

Frete é custo ou despesa?

Essa é uma dúvida muito comum. Em contabilidade, os fretes sobre as vendas são classificados como despesas comerciais. Isso é, os gastos com o envio do produto para o cliente ou para o distribuidor são entendidos como uma despesa.

Agora, se estamos falando sobre frete sobre compras, o cenário muda. Os gastos com o recebimento de matéria-prima, por exemplo, são componentes do custo dos seus produtos.

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Com um sistema de gestão integrada você pode controlar seu financeiro, as vendas e o estoque, tudo ao mesmo tempo. Dessa forma, tem acesso a indicadores e relatórios gerenciais que permitem uma correta avaliação da situação e da saúde financeira do seu negócio.

Além de facilitar o trabalho da equipe financeira, que poderá abrir mão dos acompanhamentos manuais ou planilhas de Excel, contando com uma automatização dos seus processos. .

O ERP da BomControle oferece um módulo exclusivo para a gestão e controle financeiro da sua empresa. Com ele, você pode gerenciar:

  • Fluxo de caixa;
  • Faturamento;
  • Conciliação bancária;
  • Contas a pagar e a receber;
  • Movimentações financeiras;
  • Emissão de notas fiscais e boletos.

Além do módulo de gestão financeira, o sistema oferece outras funcionalidades integradas, como controle de estoque, CRM, gerenciamento de processos, service desk e vendas.

Com todas essas possibilidades, você automatiza suas atividades e tem mais tempo para pensar no que realmente interessa: o crescimento do seu negócio.

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Conclusão

Custo e despesa são conceitos diferentes mas fundamentais para avaliação da saúde financeira da empresa.

Como o custo tem relação direta com o produto, você pode ter uma visão clara do custo dessa mercadoria, analisando se a sua margem de lucro está de acordo com os objetivos da sua empresa.

Já as despesas, ainda que fundamentais, são itens que podem reavaliados em caso de uma crise financeira, por exemplo.

Entender onde você pode ou não cortar é importante para evitar que sua empresa fique impossibilitada de produzir e faturar.

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