Marketing é custo, despesa ou investimento?

Marketing é custo, despesa ou investimento? Entender como classificar seus gastos corretamente é fundamental para uma melhor visão estratégica do negócio. Enquanto isso, muitos gestores ainda têm dificuldade na hora de lançar os valores gastos com marketing. 

Quando você entende a diferença entre custos e despesas, fica simples compreender que a área de marketing se encaixa nas despesas de uma empresa. No entanto, o marketing é, também, uma importante fonte de receita para o negócio. 

Leia também: Custo e despesa: qual a diferença e como classificar os gastos empresariais

Assim, gastar dinheiro com marketing pode ser encarado como investimento, já que dará um retorno a curto, médio ou longo prazo? 

É este tema que vamos abordar, relembrando os conceitos de custo e despesa e esclarecendo sobre a correta maneira de lançar (e encarar) os gastos com marketing.

Neste post, você vai entender:

  • Marketing é custo, despesa ou investimento
  • Diferença entre custo, despesa e investimento
  • Como classificar corretamente os custos, despesas e investimentos
  • Importância da classificação dos gastos empresariais

Boa leitura!

Marketing é custo, despesa ou investimento

A área de marketing é uma área administrativa da empresa, que não tem seus gastos diretamente relacionado ao produto. Ou seja: não é possível definir um custo por produto proveniente deste setor. 

Assim, o marketing não é considerado custo, mas sim despesa de uma empresa. No entanto, quanto mais os gestores entendam a importância do marketing para a lucratividade e crescimento do seu negócio, mais discussões surgem sobre o tema.

Você gasta com marketing ou você investe em marketing? Entender a postura da sua empresa com relação às ações de marketing vai permitir que você avalie de forma mais assertiva os seus gastos empresariais.

Por exemplo, sabemos que cortar custos e despesas é fundamental quando passamos por uma crise econômica. No entanto, muitas empresas cortam as ações e até o time de marketing neste período. Faz sentido? 

Se o marketing fornece ferramentas capazes de atrair o público, tornar a marca conhecida pelo mercado e gerar vendas, os esforços como showroom, materiais de ponto de venda, propaganda online ou offline, entre outros, podem ser considerados investimentos.

Dessa forma, no momento que sua empresa mais precisa, você pode enxergar o gasto com outros olhos e entender que ele trará benefícios futuros. 

Gastos relacionados ao marketing

Como falamos, mesmo um investimento é um gasto empresarial. Afinal, você desembolsa um dinheiro em busca de retorno financeiro. Por isso, esses valores devem ser lançados no seu fluxo de caixa e compor o seu Balanço Patrimonial

Aí, se você vai lançar como investimento ou despesa, você decide. Talvez ao término da leitura, tudo fique mais claro. 

Por hora, vamos listar alguns gastos com marketing que uma empresa pode acabar se deparando em algum momento de sua trajetória. São eles: 

  • Pesquisas de marketing: contratar institutos de pesquisa é uma forma eficaz de conhecer o mercado e definir com mais clareza o seu público, criando produtos e mensagens assertivas para melhorar suas vendas;
  • Propaganda: não é de hoje que se diz que “a propaganda é alma do negócio”. Seja ela como for: outdoor na cidade, anúncio de jornal, anúncios pagos na internet, como no Google, ou no intervado do Domingão do Faustão;
  • Embalagens e PDV: a embalagem de um produto é um custo, fazendo parte do custo da mercadoria vendida (CMV), e precisa ser levado em conta na hora de precificar o seu produto. No entanto, o PDV, ou ponto de venda, são os gastos relacionados com sinalização do ambiente, folheteria e até representantes da marca ou investimento imobiliário, como a construção de um novo showroom;

O marketing de Kotler ainda relaciona atividades de distribuição (como logística de entrega), vendas (como treinamentos da força de vendas e materiais específicos para o comercial) e outras responsabilidades. 

Em grandes empresas, no entanto, é comum que existam setores apartados, como Força de Vendas, Marketing, Logística, Pós-Venda, entre outros.

Por que o marketing é investimento

Entendidos os gastos relacionados ao marketing, ou, pelo menos, alguns deles, vamos para a discussão que é mais conceitual. Por que o marketing é um investimento e não uma despesa? Ou, melhor ainda: Quando é que o marketing é um investimento?

Porque, como você já leu anteriormente, a correta definição entre investimento ou despesa depende da forma como sua empresa vê (e executa) suas estratégias de marketing. 

Marketing é investimento na imagem da empresa

O marketing é o departamento da empresa responsável por criar ações e comunicações que demonstrem a cultura, o propósito e a visão da marca. 

Com isso, investir neste trabalho contribui para a construção de uma imagem positiva no mercado, agregando valor e trazendo competitividade para sua empresa.

Leia também: 6 métricas de Marketing e Vendas para utilizar no seu negócio.

Conhecer seu público-alvo traz retornos financeiros ao negócio

Sua empresa é competitiva? Qual o seu diferencial? Importante lembrar que quando falamos em competitividade de mercado, não estamos falando apenas de preço: qual o valor da sua marca? 

A percepção do público-alvo em relação à empresa é fundamental para agregar valor ao seu produto, independente do preço. 

Por isso, pesquisas de mercado, comunicação personalizada e jornada do consumidor são investimentos que trazem financeiro ao negócio.

Gastos com retenção de clientes e aumento das vendas não deveriam ser despesas

No marketing, você tem custos, como gastos com embalagem, por exemplo. Isto está atrelado ao produto e faz parte da composição do seu preço. 

Mas gastos com construção de uma loja, melhorias no showroom, catálogos de vendas, website ou mesmo um sistema comercial, como um CRM, são “despesas” que visam o aumento das vendas.

Neste sentido, podem ser considerados como investimento e agregar muito no crescimento da sua empresa.

Investimento traz retornos mensuráveis – o marketing também

Quando falamos nas diferenças entre custo, despesa e investimento, temos um ponto importante no terceiro: todo investimento precisa trazer resultado.

Para isso, precisa ser medido: sem indicadores, não temos como avaliar o retorno desse investimento, certo?

Neste quesito, o marketing também possui ações e estratégias que podem ser medidas. Quanto você investiu em uma determinada campanha? Quanto você vendeu a partir dela? 

Quer saber sobre ROI (retorno sobre o investimento) e outras formas de mensurar seus resultados? Recomendamos a leitura do artigo: Saiba tudo sobre a TMA – Taxa Mínima de Atratividade.

Diferença entre custo, despesa e investimento

Marketing é custo, despesa ou investimento? Já respondemos essa pergunta lá no início, mas para esclarecer melhor, vamos relembrar os conceitos destes 3 tipos de gastos empresariais:

  • Custos são os gastos que podem ser vinculados diretamente ao produto, e fazem parte da composição do seu preço;
  • Despesas são gastos que não podem atribuídos ao produto ou serviço, mas são suporte para que a empresa exista e aconteça;
  • Investimentos são todos os gastos que a empresa têm que visam o seu crescimento e lucro.

Exemplos de custos

O custo faz parte da composição do preço da mercadoria vendida. Ou seja: você precisa comprar alguma coisa para que o produto exista e possa ser comercializado. Sem este gasto, a produção fica parada.

Alguns exemplos são: 

  • matéria-prima, como couro, tecido, borracha, aço, entre outros;
  • embalagem;
  • mão-de-obra do pessoal de produção.

Exemplos de despesas

Sabe quando a empresa passa por dificuldades financeiras e precisa cortar alguma coisa? Geralmente, cortamos as despesas, já que sem os custos fica impossível vender alguma coisa.

Claro que pode-se reduzir custos também, mudando de fornecedor da matéria-prima ou até reduzindo sua qualidade. Mas, no geral, as despesas são gastos de “menor impacto” – mas isso não quer dizer que elas sejam desnecessárias.

Alguns exemplos de despesas são: 

  • mão-de-obra administrativa, como setores de RH, Vendas, Logística e Financeiro;
  • aluguel ou condomínio do imóvel;
  • computadores, impressoras, relógios-ponto;
  • materiais de escritório;
  • comissão de vendedores;
  • frete (quando pago pela empresa); 
  • alimentação e transporte de funcionários.

Exemplos de investimento

Investimentos são gastos que a empresa escolhe ter para crescer o seu negócio. Como resultado, espera-se gerar retorno financeiro, seja atrás de rendimentos, aumento de vendas, melhor produtividade ou redução de custos e despesas.

Alguns exemplos:

  • Compra de máquinas e tecnologias;
  • Financiamentos para construção de imóveis e pavilhões;
  • Empréstimos para capital de giro;
  • Estratégias de marketing.

Importância da classificação dos gastos empresariais

Entender a correta classificação dos seus gastos permite que você tenha um fluxo de caixa e um Balanço Patrimonial com dados ajustados.

Com isso, você avalia com melhor precisão os resultados do seu negócio. Por exemplo: se a empresa está enfrentando prejuízos, você pode precisar avaliar se o preço de sua mercadoria está adequada. 

Dessa forma, deve conhecer os custos envolvidos, de forma a avaliar como está sua margem de contribuição e margem de vendas.

Da mesma maneira, atribuir as despesas variáveis e fixas corretamente mostra possíveis oportunidades de melhorias. Além disso, a análise de custos e despesas permite que você avalie se o seu modelo de negócio ou enquadramento fiscal atual é o ideal. 

Leia também: Custeio por Absorção: Entenda os custos da produção.

Como classificar corretamente os custos, despesas e investimentos

Agora que você já sabe classificar se os gastos com marketing é custo, despesa ou investimento, precisa saber como e onde usar essa informação. 

Independente se você usa uma planilha de Excel ou um sistema robusto de gestão, essas classificações precisam aparecer de forma clara, junto ao valor e descrição da saída financeira.

Dessa forma, você consegue filtrar, criar gráficos de acompanhamento e relatórios estratégicos com base nesses dados. 

Para automatizar e reduzir as possibilidades de erro (afinal, errar é humano), existem opções de sistemas online que integram as informações da sua empresa, otimizam o tempo e organizam os dados fiscais, financeiros e contábeis corretamente. 

Além, claro, de cruzar as informações de custos, despesas e investimentos com as entradas de dinheiro, trazendo transparência e uma boa projeção de crescimento (ou alertas) para o seu negócio.

Conheça o BomControle

O BomControle é um ERP completo para empresas de todos os portes. Com diferentes módulos integrados e complementares, você concentra as informações financeiras, comerciais e de estoque do seu negócio. 

Além disso, o sistema permite que você automatize processos, otimize sua rotina, reduza erros e tenha acesso a dados de forma mais precisa e confiável, tomando as melhores decisões para o crescimento da sua empresa.

Leia também: Como os relatórios de ERP ajudam na gestão financeira de sua empresa?

Com o controle financeiro automatizado, você garante o histórico confiável de todas as transações, realiza a conciliação bancária de forma otimizada, projeta recebimentos e pagamentos e mantém em dia todos os seus documentos fiscais.

Faça o teste gratuito e aproveite todas as funcionalidades. 

Conclusão

Custos, despesa ou investimento? Muitos gestores ficam em dúvida na hora de lançar seus gastos empresariais. 

Em primeiro lugar, entender a correta classificação de cada gasto é fundamental para uma análise e tomada de decisão assertivas. Além disso, contar com um sistema de gestão integrado, com o BomControle, auxilia na redução de riscos. 

Quanto às estratégias de marketing, a discussão é ainda mais profunda. Como você enxerga as ações deste departamento? Será que suas campanhas e sua comunicação estão trazendo resultados financeiros à sua empresa?

A saída de dinheiro, por mais que possa assustar, faz parte do crescimento da marca. Importante é entender se os recursos estão sendo alocados da forma adequada para este fim.

Quer outras dicas de gestão? Confira os artigos que separamos para você: 

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Conciliação bancária: como realizar o processo em 4 passos na sua empresa!

A conciliação bancária nada mais é do que a comparação do fluxo financeiro interno da sua empresa com o extrato bancário, tendo como objetivo encontrar e resolver a diferença entre eles, fazendo com que seu controle financeiro reflita a realidade.

Você deve estar se perguntando: Mas afinal, esse processo é importante para a minha empresa? E a resposta é sim!  A ausência da conciliação bancária na sua empresa pode causar inúmeras dores de cabeça. 

Algumas podem ser mais fáceis de resolver, como a divergência de pequenos valores do fluxo financeiro com a conta bancária, possivelmente causado por um erro de lançamento no sistema. Já outras podem atingir dimensões catastróficas e com altos valores envolvidos, como no caso de fraudes.

Leia também: Como fazer um controle de fluxo de caixa eficiente na sua empresa

A conciliação bancária é uma boa estratégia para você aplicar no seu negócio e evitar problemas na relação de entrada e saída de dinheiro, minimizando possíveis prejuízos financeiros a sua empresa.

Neste artigo, você vai entender: 

  • Conciliação bancária: o que é?
  • Qual o objetivo da conciliação bancária?
  • Diferenças entre fluxo de caixa e conciliação bancária 
  • 4 passos para realizar o processo na sua empresa
  • Principais dúvidas sobre a conciliação bancária
  • Conheça o BomControle

Boa leitura!

Conciliação bancária: o que é?

A conciliação bancária é o ato de comparar e conciliar os extratos bancários com o fluxo financeiro interno da empresa. Esse processo permite que você controle todos os lançamentos da sua empresa e identifique possíveis falhas e divergências nas finanças. 

Para facilitar o entendimento desse processo, vamos imaginar o seguinte exemplo: você possui um mercado. Em um dia, você vendeu R$ 1.000 no cartão de débito, no dia seguinte vendeu mais R$ 500 e no outro mais R$ 300. Todas as entradas foram registradas no seu fluxo de caixa, que pode ser feito em software de gestão financeira ou em planilhas manuais.

Ao fechar a semana, você precisará verificar se os 3 valores recebidos do seus clientes pelo cartão de débito, de fato, entraram na sua conta bancária. Para isso, você emite um extrato bancário, e o compara com as entradas registradas no seu fluxo de caixa. 

Pronto, este processo é o que chamamos de conciliação bancária. 

Mas aqui vai um ponto de atenção: é muito importante que, ao realizar o processo de conciliação bancária, os valores realmente estejam batendo. Assim, você garante a saúde financeira da sua empresa e assegura que não haverá nenhum susto inesperado. 

É importante ressaltar que a conciliação bancária e o fluxo de caixa são dois processos distintos, porém ambos são de extrema importância e andam lado a lado para uma boa gestão financeira.

Leia também: Sistemas financeiros para pequenas empresas: saiba como escolher!

Qual o objetivo da conciliação bancária?

O principal objetivo da conciliação bancária é averiguar a existência de erros no controle financeiro, confirmando se os valores de entrada e saída do fluxo financeiro estão de acordo com o valor do extrato bancário.

Este processo de verificação proporciona maior segurança e confiabilidade, pois possibilita a identificação de fraudes, torna o controle financeiro mais conciso e amplia o planejamento orçamentário, além de melhorar a previsão do fluxo de caixa. 

Diferença entre fluxo de caixa e conciliação bancária

conciliação bancária e fluxo de caixa
Aliada ao fluxo de caixa, a conciliação bancária tem papel fundamental na prevenção de fraudes na sua empresa

Ao ouvirmos o termo conciliação bancária é comum associarmos ao fluxo de caixa, e até mesmo acreditar que os dois processos desempenham a mesma função na empresa. 

Porém, os dois conceitos têm papéis distintos e a relação entre eles é de dependência. Para facilitar a compreensão, vamos entender um pouco mais sobre os dois processos separadamente.

Fluxo de Caixa

O fluxo de caixa é o controle financeiro a partir de uma ferramenta de gestão, na qual são registradas todas as entradas e saídas de dinheiro em uma empresa.

Tem como objetivo oferecer informações relevantes para tomada de decisão, como no caso de redução de gastos operacionais e planos de investimento.

A gestão dessas movimentações é indispensável para garantir a saúde financeira da sua empresa, além disso, será a única forma de identificar se o negócio está dando lucro ou prejuízo. 

Portanto, ter controle sobre suas finanças fará com que você tenha autonomia para criar planos de ação conforme o cenário do seu negócio. 

Outro ponto importante sobre o fluxo de caixa é que ele precisa ser atualizado diariamente, evitando possíveis esquecimentos ou furos no caixa no final do mês. E isso vale para pequenas, médias e grandes empresas.

Vamos a um exemplo prático para facilitar a compreensão. Suponha que a sua empresa recebeu R$ 100 na venda de um serviço, e no final do dia você pagou a um fornecedor o valor de R$ 50.

Mesmo sabendo que no dia você teve um saldo positivo de 50 reais você precisará registrar a entrada e a saída. Ou seja: registra o valor de R$ 100 recebidos, e o pagamento de R$ 50 ao fornecedor.

Registrar a entrada e a saída do dinheiro trará a você duas grandes vantagens: você saberá que vendeu um novo serviço naquele dia, e saberá que já efetuou um pagamento parcial ou total a um dos fornecedores, criando um histórico valioso. 

Esse é um ponto crucial para qualquer empresa e é importante que você tenha ferramentas adequadas para elaborar o fluxo de caixa da sua empresa para que não se perca nenhuma informação relevante. Um bom software de gestão é indispensável nessa hora.

Leia também: Planilha para controle financeiro é eficaz? 8 razões para sair do Excel!

Conciliação bancária

Se o fluxo de caixa é o controle das entradas e saídas, a conciliação bancária é a comparação entre o extrato bancário da sua empresa com os controles financeiros internos. 

Mesmo não sendo o mesmo procedimento, para realizar a conciliação bancária é importante ter um fluxo de caixa atualizado para que a averiguação e confirmação dos valores seja realizada de maneira correta e fidedigna.

Retomando o exemplo citado acima, se no dia 5 você recebeu a entrada de R$ 100 na venda de um serviço, realizando a conciliação bancária você poderá avaliar se de fato no dia 5 houve a entrada desse dinheiro na sua conta. O mesmo irá ocorrer para as saídas.

Por mais simples que pareça, esse processo pode garantir que a sua empresa não tenha surpresas indesejadas ou prejuízos irreversíveis. 

4 passos para realizar o processo na sua empresa

Agora que você já sabe o que é conciliação bancária, e as suas diferenças com o fluxo de caixa, vamos a um passo a passo simples que fará com que a sua empresa tenha muito mais segurança financeira. 

#1 Atualizar diariamente o fluxo de caixa da sua empresa

Como mencionado anteriormente, atualizar o fluxo de caixa diariamente evitará possíveis falhas no fechamento do caixa no final do mês. Por isso, este é o primeiro – e necessário – passo para que você possa realizar a conciliação bancária na sua empresa. 

Todas as movimentações precisam ser registradas no fluxo, desde pagamentos aos fornecedores, recebimentos de clientes, tarifas bancárias, pagamento de empréstimos do banco, pagamento de salários dos funcionários, entre outros.

#2 Confirmação do saldo no extrato bancário

O próximo passo desse processo é a retirada do extrato bancário, para que possa ser averiguado se os valores da conta são condizentes com os valores do controle interno da empresa. 

Nesse primeiro momento, a análise é feita genericamente, tendo como necessidade apenas entender se o valor total presente na conta bancária é o mesmo registrado no fluxo de caixa. Valor averiguado? Vamos ao próximo passo.

#3 Verificação detalhada dos lançamentos

Com os valores confirmados, vamos aos detalhes dos lançamentos. Para isso, você precisa confirmar o dia dos lançamentos de entradas e saídas, e o valor desses lançamentos, conferindo se é o mesmo presente no seu fluxo de caixa. 

Aqui é importante, também, você avaliar qual foi a forma de pagamento, pois isso poderá gerar uma pequena alteração em relação às datas em que o valor foi debitado ou creditado na sua conta.

#4 Corrigir possíveis erros de lançamento

Ao realizar a conferência, verificou a divergência em um dos lançamentos? Essa é a hora de corrigir! 

Para isso, você precisará juntar todos os comprovantes, notas fiscais e boletos bancários da sua empresa e analisar um a um até encontrar a origem na divergência de valores. 

Depois, é só atualizar o registro no seu fluxo de caixa para que tanto o fluxo quanto o extrato bancário tenham os mesmos lançamentos e valores.

Ao finalizar esse último passo, você terá feito a conciliação bancária da sua empresa de forma manual. Prefere um processo automatizado? Conte com um sistema de gestão financeira que ofereça este tipo de serviço, com o BomControle!

Principais dúvidas sobre conciliação bancária

Ainda que a conciliação bancária seja um processo fácil de ser realizado, na prática podem surgir algumas dúvidas, e para te auxiliar vamos sanar as dúvidas mais comuns sobre o assunto.

De quanto em quanto tempo preciso fazer a conciliação bancária da minha empresa?

É indicado que você faça a conciliação bancária diariamente, logo após fechar o caixa diário da sua empresa. 

Dependendo da rotina da empresa, é possível que ocorra um alto número de lançamentos diários, e realizar o processo diariamente fará com que você tenha uma maior confiança e não precise despender muito tempo realizando a atividade em um dia específico da semana. 

Além disso, você poderá resolver possíveis divergências com maior facilidade e rapidez.

Quais lançamentos são mais relevantes na conciliação bancária?

Todos! É importante que todas as entradas e saídas de dinheiro estejam registradas na conciliação bancária. Isto vale tanto para valores baixos quanto para os mais altos. 

Pensa assim, você gastou R$ 50 para a compra de materiais de escritório, e no mesmo dia efetuou um pagamento de R$ 100. 

Se você não adicionar o gasto com os materiais de escritório, de forma separada, na conciliação bancária, você poderá achar que pagou um valor extra ao fornecedor, ou não entender a origem daquele pagamento.

Por isso, todas as entradas e saídas da sua empresa precisam constar na conciliação bancária!

E quanto às vendas via cartão de crédito e débito, elas entram na conciliação bancária também?

Como citado acima, todos os lançamentos são incluídos na conciliação bancária e isso engloba as vendas via cartão de crédito e débito.

No caso de utilização de plataformas para fazer a conciliação automática, o cruzamento dessas informações é incluído no procedimento. Isso porque a modalidade de crédito e débito possui diretrizes de controle da conciliação bancária.

Conheça o BomControle

O BomControle é um sistema completo de gestão para empresas de todos os portes. Com recursos inteligentes para facilitar a conciliação bancária. 

As possibilidades são inúmeras, desde importar o extrato bancário para a conciliação, até a utilização do BomControle para interpretar o extrato do seu banco, por meio de palavras chave.

Além disso, otimizamos o processo, minimizando a possibilidade de erros no controle financeiro e garantindo mais segurança para o seu negócio.

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Conclusão

conclusão sobre conciliação bancária
A conciliação bancária é uma peça fundamental para a saúde financeira do seu negócio. 

A conciliação bancária é uma peça fundamental do seu negócio, e se realizada da maneira correta irá garantir a saúde financeira da sua empresa.

Essa tarefa, apesar de parecer fácil, quando negligenciada pode gerar surpresas desagradáveis e até grandes prejuízos significativos em situações mais graves.

A boa notícia é que se a conciliação bancária for realizada regularmente no seu empreendimento, a probabilidade de complicações financeiras diminui consideravelmente e você poderá descansar mais tranquilo com as finanças do seu negócio em dia.

O importante é garantir a qualidade da gestão financeira de sua empresa, e a conciliação bancária é uma das formas mais eficientes para isso, fazendo com que suas análises e projeções sejam ainda mais assertivas!

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Para otimizar os resultados da sua empresa, também recomendamos a leitura esses artigos:

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Imposto de Renda para Pessoa Jurídica 2021: Entenda o que mudou!

O Imposto de Renda 2021 está chegando e vem gradativamente ocupando o dia a dia de algumas empresas. Isso porque, com o novo ano, vem também a necessidade de organizar toda as informações necessárias para declarar novamente o IR. 

Para que você não perca o prazo, preparamos este artigo completo sobre o IRPJ 2021, com tudo que você precisa saber!

O IRPJ precisa ser declarado anualmente. Por isso é muito importante realizar a gestão financeira do seu empreendimento de forma efetiva, evitando possíveis complicações com a declaração.

Existem diversos sistemas que garantem processos financeiros bem estruturados, informações organizadas e de fácil acesso. 

Aderindo a uma plataforma de gestão, você evita multas e erros na declaração, garantindo o perfeito funcionamento do setor administrativo.

Leia também: Gestão Financeira Empresarial: O que é, para que serve e como fazer

Mas o que o Imposto de Renda 2021 possui de diferente?

O fato é que existe uma Reforma Tributária que está em processo de tramitação no Congresso Nacional. Essa reforma reduz a alíquota de Imposto de Renda que é cobrado sobre as pessoas jurídicas e microempreendedores individuais. 

O percentual de redução da alíquota é de 27,5% para 25%, e o prazo para aplicação estipulado desse projeto de lei é até 2021. Então sim, o lucro pelos empresários no ano de 2021 tende a ser maior. 

Se você quer entender mais sobre o imposto de renda e como declarar no ano de 2021, continue a leitura!

Neste artigo, você vai entender:

  • O que é o imposto de renda?
  • Para que serve o imposto de renda 2021
  • Por que declarar o IRPJ
  • Quem precisa declarar o IRPJ 2021
  • Modelos de tributação do Imposto de Renda PJ 2021
  • Documentação necessária para emitir a declaração de IR em 2021
  • Como ocorre a restituição do IRPJ 2021
  • Principais dificuldades na emissão da declaração de IRPJ
  • O que mudou nos IR de 2020 para 2021

Boa Leitura!

O que é o imposto de renda?

Imposto de renda é um tributo federal calculado sobre a renda recebida.

Imposto de Renda é um tributo federal cobrado das pessoas físicas e jurídicas, aplicado sobre a renda recebida em um determinado período. Neste artigo iremos falar sobre o imposto de renda para pessoa jurídica. 

Assim como as pessoas físicas devem declarar seus rendimentos a cada ano, as empresas de todos os portes precisam emitir a declaração. Porém, o imposto de renda PJ é um pouco mais complexo e pode precisar de auxílio de um profissional de contabilidade.

O imposto de renda PJ é uma obrigação das empresas perante à Receita Federal. A não apresentação das informações pode resultar em multas e problemas com o funcionamento da sua empresa. 

Essa é a forma como as empresas prestam contas sobre seus resultados perante o governo. Assim, é descontada a alíquota conforme o estabelecido e o IRPJ funciona como uma fiscalização, evitando sonegação de impostos por parte jurídica.

Para que serve o imposto de renda 2021

Afinal, como os governos se sustentam e conseguem capital para continuar provendo os sistemas públicos?

É por isso que existe o imposto de renda. Um tributo cobrado das pessoas jurídicas que ganham um rendimento significativo, podendo (e devendo!) contribuir com o governo.

Leia também: Aprenda a preencher a DARF: Documento de Arrecadação de Receitas Federais.

Pagar o seu imposto todo ano significa contribuir para o desenvolvimento do País. É assim que governo obtém renda e garante o acesso dos serviços básicos a toda população!

Por que declarar o IRPJ

É importante que, independente se os rendimentos forem tributáveis ou não tributáveis, seja declarado o imposto de renda. Assim, o governo consegue controlar os fundos e verificar possíveis irregularidades.

A declaração do imposto de renda garante a demonstração dos rendimentos recebidos ao governo. É dessa forma que o governo federal consegue avaliar, através desse parâmetro, a evolução do patrimônio dos brasileiros.

Vale ressaltar que o imposto de renda também envolve todos os bens adquiridos, seja como pessoa física ou como pessoa jurídica, como carros, terrenos, títulos, empresas e outros.

Quem precisa declarar o IRPJ 2021

O Imposto de Renda sobre Pessoa Jurídica (IRPJ) é destinado às empresas, fundos fiduciários, herança e outros tipos de entidades e serviços que pagam o imposto perante o lucro obtido no empreendimento.

Sim, toda empresa com CNPJ ativo deve declarar o imposto de renda PJ em 2021.

Leia também: Tabela de impostos no Brasil – Guia completo.

No entanto, empresas do simples nacional ou microempresários individuais podem utilizar um modelo simplificado de declaração.

Quem precisa declarar:

  • Empresas ou empresários que realizam transações internacionais, ou seja, enviam dinheiro ao exterior;
  • Empresas que retém o imposto de renda na fonte;
  • Empresas que realizam pagamento de outros tributos, como CSLL e Cofins.

Muito importante tomar o devido cuidado quando o IR precisar ser declarado para PF e PJ. 

Não podem ocorrer inadequações ou cruzamento de informações. Pessoa física é diferente de pessoa jurídica, bem como os bens apresentados.

De maneira geral, são cobrados 15% do valor do lucro real da empresa durante o período. Porém, em alguns casos, essa alíquota depende do setor de atuação da empresa. 

Veja uma projeção da alíquota de cobrança do IRPJ sobre alguns setores em específico:

  • Pessoas jurídicas ou civil: 15% sobre o lucro real;
  • Empresas concessionárias ou serviços públicos de energia elétrica e telecomunicações: 6% do lucro inflacionário acumulado;
  • Empresas de saneamento básico: 6% do lucro real;
  • Empresas de transporte coletivo: 6% do lucro real.

Modelos de tributação do Imposto de Renda PJ 2021

O enquadramento da empresa impacta na forma de calcular o valor devido no IRPJ 2021.

O IRPJ pode ser pago em quatro modalidades diferentes, de acordo com o enquadramento da empresa, o faturamento e outros critérios. 

Todas possuem uma alíquota de 15%, exceto o simples nacional. Veja abaixo quais são as modalidades e em qual sua empresa se enquadra:

Lucro Real

O IRPJ é declarado com base no valor real do lucro obtido pela empresa no período fiscal. Empresas enquadradas nesse caso podem pagar 15% sobre o valor do lucro, mensal, trimestral ou anualmente. 

Porém, existe um valor adicional obrigatório caso a empresa exceda o lucro mensal de R$ 20.000, no valor de 10% sobre o valor excedido. 

Lucro Presumido

O lucro presumido destina-se a empresas que faturam, anualmente, um valor entre R$ 4 milhões e R$ 78 milhões. 

O lucro é estimado de acordo com o setor e faturamento da empresa. Assim, cada segmento possui um percentual de lucro tributável presumido pelo governo, que pode variar de 1,6% a 32%.

A alíquota a ser aplicada é de 15%, mas pode haver um adicional de 10%, caso a empresa exceda o lucro de R$ 60.000 no trimestre. 

A vantagem para essas empresas é que, como a estimativa de lucro se dá com base no faturamento, não é necessário apresentar a contabilidade de forma muito detalhada.

Leia também: Balanço Patrimonial: O que é, para que serve e como elaborar.

Lucro Arbitrado

Essa modalidade é especialmente definida pela Receita Federal, e ocorre quando a empresa não atende às condições do cumprimento de prestação de contas, isto é, quando há alguma suspeita de fraude por falta de informação.

A alíquota a ser aplicada também é de 15%, com adicional de 10%, caso a empresa exceda lucro trimestral de R$ 60 mil.

Simples Nacional e MEI

Empresas do simples nacional ou microempreendedores individuais já realizam o pagamento do tributo DAS (Documento de Arrecadação do Simples), que pode variar de acordo com a taxa de faturamento. 

Por isso, estão isentas de pagamento do IRPJ, pois o tributo já está incluso no DAS.

Documentação necessária para emitir a declaração de IR em 2021

De acordo com o governo, a declaração pode ser entregue até o dia 30 de abril. Caso não seja declarado, o contribuinte está sujeito a multa mínima de R$ 165,47 e máxima de 20% do imposto.

Siga abaixo o passo a passo para fazer o imposto de renda da sua empresa:

  1. Acesse o site da Receita Federal, para emitir a declaração de IRPJ;
  2. Baixe o programa Gerador da Declaração do IRPF 2021 na versão atualizada;
  3. Instale o programa no seu computador e realize login utilizando seus dados;
  4. Preencha todas as informações que são solicitadas com a maior quantidade de detalhes possível, além do lucro obtido pela empresa no ano em questão;
  5. Transmita a declaração pelo programa Receitanet, que está disponível no site da Receita Federal.

Para emitir a declaração, você precisa ter em mãos os comprovantes dos rendimentos para preenchimento dos dados. Um bom controle financeiro contribui para que esse processo seja facilitado.

Vale ressaltar que as as informações preenchidas precisam estar corretas. Qualquer dado equivocado pode comprometer a sua empresa. Se cair na malha fina da Receita Federal, precisará arcar com multas e outras taxas adicionais.

Que dados devem ser informados

É necessário informar todos os dados de forma correta na plataforma. Cuidado com erros de digitação! Inconsistências podem acabar gerando prejuízos.

A principal informação que precisa acompanhar a declaração é o faturamento da empresa. Além disso, todos os dados e rendimentos devem ser informados, até mesmo os que não incidem sobre o IR.

Como ocorre a restituição do IRPJ 2021

Restituição é o ato de receber o valor excedente ou troco da Receita Federal.

O que é uma restituição do imposto de renda?

A restituição é o ato de receber o valor excedente da Receita Federal, isto é, você recebe de volta uma parte do valor pago ao imposto de renda.

O retorno financeiro ocorre para as pessoas e empresas que pagaram um valor a mais do imposto, no decorrer do ano. Assim, a restituição funciona como um “troco”, que ocorre após o cálculo das deduções.

Caso a empresa tenha pago um valor superior ao devido, ela também tem direito à restituição do imposto de renda, da mesma forma que ocorre com pessoas físicas.

A restituição deve ser realizada através do programa de Pedido Eletrônico de Ressarcimento ou Restituição e Declaração de Compensação (PER/DCOMP) em até 5 anos após a entrega da declaração.

Em alguns casos, o ressarcimento pode não acontecer, mas o direito precisa ser comprovado pelo PER/DCOMP. Veja abaixo:

  • Se a empresa possui débitos com a Receita em processo judicial;
  • Se os créditos dos títulos judiciais já tiverem sido executados.

Conseguir a restituição pode ser complexo. Por isso, o indicado é buscar auxílio do contador ou profissional contábil para o pedido de restituição do IRPJ. 

Principais dificuldades na emissão da declaração de IRPJ 

Como você deve ter percebido, a declaração de imposto de renda PJ, bem como a área administrativa-financeira da sua empresa, pode não ser tão fácil de ser gerenciada. Uma informação errada pode complicar a sua empresa.

Quando não organizado previamente, podem faltar informações referentes a recibos, notas fiscais, comprovantes e outros. Assim, muitas empresas acabam atrasando a entrega dos documentos, pela simples falta deles.

Leia também: O papel do Planejamento Tributário na Elisão Fiscal – Saiba tudo

Por isso, é fundamental que você conte com um sistema de gestão que otimize e automatize processos, garantindo a integridade dos dados financeiros e contábeis. Conheça o BomControle e faça um teste gratuito!

O que mudou no IR de 2020 para 2021

Como mencionado, devem haver algumas alterações no Imposto de Renda de 2020 para 2021. 

A principal proposta é a diminuição da alíquota do imposto de 27,5% para 25% e a criação de outras faixas salariais para inserção no cálculo.

Além disso, existem outras propostas quando refere-se à pessoa física, como o aumento da faixa de isenção de imposto de renda. 

Todos contribuindo para uma melhor distribuição na cobrança, de forma que os que ganham menos paguem menos, e os que ganham mais contribuam com mais. Faz sentido, não é?

Conclusão

Um sistema de gestão auxilia nas informações para declarar o Imposto de Renda 2021.

O imposto de renda PJ 2021 é uma obrigação das empresas e deve ser prestado anualmente.

Hoje, uma das maiores dificuldades enfrentadas é levantar as informações para o correto preenchimento da declaração. Quando a empresa não possui nenhum sistema ou processo financeiro, há chances de prestar dados inconsistentes. 

A tecnologia hoje é uma grande aliada quando falamos em automatização de processos e sistemas eficientes de gestão financeira.

Com uma boa gestão, você pode identificar pontos a serem melhorados, custos de processos que podem ser reduzidos, padronizar seus processos e garantir um padrão de qualidade administrativa.

Com o ERP do BomControle você tem um sistema completo para gestão da sua empresa, incluindo módulos para integração dos departamentos, agilizando processos e reduzindo erros. Faça um teste gratuito!

Para continuar sua leitura, recomendamos os seguintes artigos:

Inadimplência: tudo o que você precisa para reduzir prejuízos

Inadimplência é o descumprimento de alguma obrigação financeira, quando o pagamento de alguma conta não é realizado na data do vencimento.

Toda inadimplência é uma dívida, mas nem toda dívida é uma inadimplência. Por exemplo: uma compra parcelada no cartão é uma dívida. Existem contas a serem pagas, mas que ainda não estão vencidas e, portanto, inadimplentes.

Assim como as pessoas, as empresas também podem ser inadimplentes, seja com fornecedores, órgãos federais ou mesmo pessoas (no caso do atraso de pagamento de salários, por exemplo).

Leia também: Controle a Inadimplência com uma Régua de Cobrança – Saiba como fazer.

Com o cenário pandêmico deste ano, o índice de inadimplência cresceu, mesmo com as iniciativas do Governo nacional para apoiar os cidadãos e as empresas. Assim, a economia sofre ainda mais, já que não há dinheiro circulando.

Para entender como você pode reduzir a inadimplência na sua empresa, continua sua leitura. Neste artigo, vamos abordar: 

  • O que é inadimplência financeira
  • O que acontece quando a pessoa fica inadimplente
  • Como cobrar os clientes inadimplentes
  • Como acabar com a inadimplência na sua empresa

Boa leitura!

O que é inadimplência financeira

Inadimplência é o ato não de pagar uma conta em sua data de vencimento.

Inadimplência financeira é quando uma pessoa ou empresa não cumpre suas obrigações, deixando de pagar uma conta em sua data de vencimento. 

É o caso do atraso de pagamento de cartão de crédito, financiamentos, empréstimos, e até mesmo de tributos fiscais ou taxa de condomínio.

Dessa forma, a inadimplência financeira não se resuma à dívida criada junto às instituições financeiras: ela pode ser, também, entre pessoas, associações, empresas privadas ou órgãos públicos. 

Mas, inadimplência é o mesmo que dívida ou que estar com o “nome sujo”? Não necessariamente.

Como dissemos no começo deste artigo, toda inadimplência é uma dívida, ou seja, um compromisso financeiro que não foi cumprido e ainda precisa ser pago. Porém, nem toda dívida é uma inadimplência. 

Um parcelamento de cartão ou um empréstimo é uma dívida: você tem contas a serem pagas no futuro, que ainda não estão vencidas em função da forma de pagamento escolhida (parcelado). 

Como não estão vencidas, não estão inadimplentes.

Já o “nome sujo” é uma consequência muito conhecida (e temida) da inadimplência. Mas você pode estar inadimplente e ainda não ter sido cadastrado nos órgãos de proteção ao crédito. Vamos entender melhor sobre isso a seguir.

O que acontece quando a pessoa fica inadimplente

A primeira consequência é, sem dúvida, o aumento da dívida. Quando você fica inadimplente, vê o valor da conta em atraso aumentar a cada dia, em função de juros e multas aplicados.

Dependendo da dívida, esses juros são altíssimos e podem acabar criando uma “bola de neve”. Em contrapartida, pela falta de pagamento, a pessoa terá dificuldades de conseguir empréstimos ou outros meios para sair desse buraco. 

E a bola de neve só aumenta… 

Outra consequência já mencionada é a inscrição do nome e CPF em órgãos de proteção ao crédito, como o Serasa. O famoso “nome sujo” impede que a pessoa consiga cartão de crédito, financiamentos ou mesmo comprar com o antigo “carnê” em loja.

Isso porque as empresas têm acesso ao banco de dados e podem consultar o score daquele cliente. Ou seja: mesmo que você não esteja com o nome sujo naquela data, se você tem histórico de devedor, seu score será baixo.

E isso servirá de alerta para que empresas neguem seu pedido, já que elas entenderão que você é um cliente com potencial de inadimplência. 

Como cobrar os clientes inadimplentes

Cuidados na hora de cobrar clientes inadimplentes são essenciais para manter o posicionamento da marca.

Como gestor de uma empresa, você tem duas grandes responsabilidades ao falarmos de inadimplência. A primeira é, claro, tentar evitar ao máximo situações de contas em atraso, de forma a não prejudicar o seu fluxo de caixa e seu próprio potencial de pagamento. 

A outra é a cobrança. Cobrar um cliente inadimplente é a tarefa mais chata e sensível de todas, especialmente quando vivemos um cenário tão desafiador como este, de pandemia.

Isso porque é fácil entender o motivo pelo qual um cliente deixou de pagar sua dívida. Desemprego, prioridades com o orçamento para a manutenção básica de sua qualidade de vida, medo do futuro incerto… 

Além disso, o Código do Consumidor prevê algumas penalidades para empresas que perdem o bom senso na cobrança, e você pode acabar se tornando o verdadeiro vilão da história (perdendo, inclusive, mais dinheiro com isso!). 

Outro ponto importante é: aquele cliente inadimplente pode ser um bom cliente, afinal. Na hora de cobrar, cuidado para não queimar sua empresa, associando aspectos negativos à sua marca. 

O cliente inadimplente não é inimigo (e o cobrador também não!)

Sendo assim, é fundamental que a cobrança se estabeleça com uma comunicação simples, direta, porém empática e respeitosa. O objetivo final é conseguir o pagamento, não comprar uma briga, certo? 

Além disso, como falamos, o cliente pode estar passando por um momento pontual de dificuldade, mas ser um bom pagador na maior parte das vezes. 

Vale a pena ouvi-lo com atenção e buscar a melhor saída, tanto para que o pagamento aconteça quanto para evitar que a mesma situação se repita no futuro.

Tenha um canal de comunicação disponível para o cliente

Às vezes o cliente atrasa uma conta com estar passando por um período complicado, ou mesmo porque enfrentou dificuldade de cobrar seus próprios clientes. 

Pense em um profissional autônomo que também depende dos pagamentos de clientes para poder cumprir suas próprias obrigações.

Uma vez que a situação se estabilize, é bom que o cliente tenha opções de contato com a empresa para acertar a quitação da dívida, ou mesmo propor uma negociação de pagamento que fique bom para ambos os lados. 

Um canal de comunicação para negociações de dívida, seja por formulário, chat ou a forma que for mais eficaz para o seu modelo de negócio, é uma boa ideia.

Preste atenção nas práticas abusivas, conforme o Código de Defesa do Consumidor

Prefere cobrar seu cliente por telefone? Perfeito! É um canal válido e útil, mas é fundamental que você esteja atento ao que determina o Código de Defesa do Consumidor referente a práticas abusivas.

Quem nunca recebeu telefonema de cobrança às 22h da noite? Apesar de comum, é passível de pena (multa e detenção de 3 meses a 1 ano!), já que é uma infração. 

Os principais pontos que merecem cuidado são: 

  • Cobranças sempre devem ser realizadas em horário comercial;
  • Não se deve deixar recados com familiares ou vizinhos. Expôr a dívida a terceiro é infração gravíssima;
  • Não ligue para o trabalho do cliente. Os contatos devem ser realizados através do telefone celular o residencial do inadimplente;
  • Não ligue excessivas vezes. Além de ser totalmente ineficaz, pode ser considerado abusivo; 
  • Não faça ameaças ou exponha o cliente a qualquer tipo de constrangimento, pois isso é considerado crime; 
  • No começo da ligação, sempre identifique-se e esclareça a natureza da dívida. 

Como acabar com a inadimplência na sua empresa

Contar com um sistema para automação e controle financeiro é uma forma de reduzir a inadimplência.

Com os clientes que já estão em inadimplência, você sabe como reagir. Cobrar de forma respeitosa, oferecer meios de negociação e abrir um canal de comunicação que permita o próprio cliente entrar em contato para acertar sua dívida são alguns exemplos.

Mas e depois? O ideal é que você tome atitudes na sua empresa que evitam que situações de inadimplência se repitam todos os meses. Assim, você evita precisar formar uma equipe de cobradores e passar por esse frio na barriga a cada boleto não pago. 

Leia também: Como a organização dos dados e a gestão financeira impactam diretamente na redução de inadimplência?

Listamos, abaixo, 10 dicas de como reduzir a inadimplência na sua empresa. Confira:

#1 Automatize os pagamentos

Sistemas como o BomControle permitem uma visão gerencial ampla do time financeiro da empresa, que pode ter acesso a histórico de pagamentos dos clientes.

Além da emissão de boletos e da integração com outros módulos, o sistema oferece relatórios para a equipe controle os pagamentos em aberto, antecipando potenciais atrasos com lembretes amigáveis do vencimento da conta, por exemplo.

#2 Envie as cobranças próximo ao vencimento

Falando em lembretes, é sempre uma boa ideia ter uma régua de comunicação com os clientes, enviando os boletos próximo ao vencimento. Nem sempre o cliente atrasa o pagamento por dificuldade: às vezes, pode ser somente esquecimento.

#3 Pesquise antes de oferecer crédito ou condições de pagamento diferenciadas

Com o acesso ao histórico do cliente ou mesmo através dos sistemas de proteção de crédito, pesquise o perfil do seu cliente. 

Ele tem potencial para se tornar inadimplente? Então, venda somente à vista.

#4 Ofereça opções de parcelamento

Um dos motivos da inadimplência é o alto valor que deve ser pago uma única vez. Se você vende produtos com esta característica, tenha opções de pagamento parceladas, que possam dar uma folga para o bolso do seu cliente.

#5 Trace um perfil dos inadimplentes

Ter um sistema que permita registrar todas as informações dos clientes, como um CRM, é uma forma de gerenciar perfis que tendem a ser devedores. Não confie na sua memória. 

Além disso, com uma base de dados preenchida, você pode entender o tipo de perfil que costuma se tornar inadimplente, ou até os produtos ou serviços que mais sofrem com o não pagamento de suas vendas.

Com isso, é possível que o gestor compreenda os cenários e trace estratégias para reduzir ou eliminar potencial prejuízos. 

Leia também: Entenda como usar o CRM estratégico em benefício da sua empresa.

#6 Estimule os bons pagadores

Para reduzir a inadimplência não basta ter o olhar somente para os devedores. É preciso, também, reconhecer e estimular aqueles que pagam suas contas em dia.

Com isso, a pessoa, por mais que esteja em uma situação delicada, irá pensar duas vezes antes de deixar sua conta de lado. 

Algumas opções para estimular o pagamento em dia são: 

  • Ofereça descontos para pagamentos anteriores ao vencimento;
  • Crie um programa de fidelidade, com pontuações que podem ser revertidas em produtos ou outros benefícios;
  • Ofereça brindes ou prêmios;
  • Ofereça juros menores em caso ou mais possibilidades de pagamentos.

#7 Não deixe a dívida aumentar muito tempo

Parece óbvio, mas uma vez que uma conta está em atraso, você deve agir rápido. É fato que as pessoas tendem a pagar uma dívida se ela for cobrada logo em seguida ao vencimento. 

Se o tempo passar, a chance dessa conta ser quitada reduz bastante. Então, controle seu financeiro para observar as contas em atraso e contatar os seus clientes, com ofertas para pagamento, já no dia seguinte ao vencimento! 

Isso pode ser feito com um bom sistema financeiro. Conheça o BomControle e experimente grátis!

#8 Tenha uma boa gestão de contratos

Outro ponto importante é ter um bom controle e gestão de contratos. Com isso, você gerencia melhor critérios de negociação, colocando em prática cláusulas que podem ser aplicáveis em caso de inadimplência, reduzindo suas perdas.

Leia também: Entenda a importância de manter uma boa gestão de contratos!

#9 Oriente sua equipe financeira e de cobrança

Como falamos, a equipe de cobrança precisa ser bem orientada, de forma a evitar penalizações. Além dissol, ela deve estar de acordo com o posicionamento e a cultura da empresa, para que a imagem da marca se mantenha mesmo nessas situações delicadas.

Já o time financeiro precisa ser responsável pelo controle das contas a receber, antecipando potenciais desafios e agindo rápido em caso de constatação de não pagamento. 

#10 Monitore sempre

Por fim, temos o monitoramento constante. Ainda que todas as ações sejam tomadas, você só será capaz de avaliar a efetividade das estratégias se tiver um sistema que permite controlar indicadores de desempenho e buscar a melhoria contínua.

Conclusão

Com um ERP completo você controla as contas a receber e antecipa riscos de inadimplência.

A inadimplência é, infelizmente, um problema que faz parte do dia a dia da maioria das empresas. Seja qual for o seu setor ou tamanho, em algum momento você terá que enfrentar clientes em atraso nos pagamentos. 

Mas é possível controlar para que os inadimplentes não impactem tanto no seu caixa e na sua operação, a ponto de tornar a empresa, também, uma devedora.

Para ter essa gestão financeira eficaz, um sistema que automatize processos e ofereça relatórios seguros é fundamental. Conheça o BomControle e seu módulo de Gestão Financeira completo! Experimente grátis. 

Para melhorar os resultados do seu negócio, confira, também, estes artigos que separamos: 

Obrigado por ler até aqui!

Planilha para controle financeiro é eficaz? 8 razões para sair do Excel!

A planilha para controle financeiro é uma boa aliada para o começo de um negócio, e mesmo para a gestão de finanças pessoais.

No entanto, ela não é sustentável. Ou seja: conforme a sua empresa cresce, novas soluções devem ser encontradas para manter o gerenciamento financeiro, acompanhando as necessidades que surgem com o passar do tempo.

Leia também: Planilha de Gastos: o que é, como fazer e controlar

Ainda que você seja um rei do Excel e consiga fazer uma planilha completa para sua gestão financeira, ela vai ter limitações. É sobre isso que vamos abordar neste artigo.

Nele, você vai entender:

  • O que é uma planilha para controle financeiro
  • Quando as planilhas de controle financeiro são efetivas
  • Quando as planilhas deixam de ser efetivas para o controle financeiro
  • 8 vantagens de evoluir da planilha para solução mais eficazes
  • Conheça o BomControle

Boa leitura!
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O que é uma planilha para controle financeiro

A planilha para controle financeiro é uma ferramenta para gerenciar as entradas e saídas de recursos da empresa.

 

A planilha para controle financeiro é uma ferramenta muito utilizada por pessoas e empresas. Com tantos coachs financeiros por aí, é comum que as pessoas tenham planilhas para gestão do orçamento pessoal e familiar.

Nesse contexto, uma planilha simples pode funcionar bem. Afinal, são poucas variáveis, custos fixos e poucas pessoas envolvidas no cenário.

No entanto, quando colocamos uma planilha no ambiente empresarial, ela começa a ficar mais complexa.

Isso porque a planilha para controle financeiro deve prever as entradas de receita, provisões de vendas, contas a pagar, e, idealmente, trazer indicadores de desempenho como custo do produto vendido, margem de contribuição, EBITDA, e outros.

Quando as planilhas de controle financeiro são efetivas

Imagine que a sua empresa está começando e é apenas você trabalhando nela. É você quem vende, quem produz e quem entrega suas mercadorias.

Nesse contexto, uma planilha pode ser suficiente para manter em dia os seus cadastros de contas a pagar e contas a receber, já que o fluxo dessas movimentações é muito pequeno.

Com o passar do tempo, você pode ir agregando novas funções à sua planilha, para começar a ter outras visões mais estratégicas, como controle de fluxo de caixa, planejamento orçamentário, entre outros.

Mas, conforme sua operação for crescendo e, com ela, crescer também sua equipe, você vai começar a notar dificuldades em manter sua planilha atualizada. Além disso, você, como gestor, vai sentir falta de ter mais informações para a tomada de decisões.

Quando as planilhas deixam de ser efetivas para o controle financeiro

A planilha deixa de ser efetiva quando a empresa começa a crescer e o gestor precisa de informações mais estratégicas para sua tomada de decisão.

 

A partir do momento que a sua empresa começa a tomar uma proporção maior, com uma equipe que vai além de você e volumes de transações comerciais e financeiras mais relevantes, é hora de partir para outro patamar no que se refere ao controle financeiro.

É claro que a planilha é melhor do que nada: isso, aqui, nem deveria entrar em discussão. Mas, quando você começa a precisar tomar decisões sobre produtos, promoções, investimentos, entre outros, você vai sentir necessidade de ter embasamento para isso.

E, nisto, a planilha de controle financeiro não poderá ajudar. Seja porque ela não é tão complexa quanto você precisaria que fosse, seja porque ela não está, assim, tão atualizada quanto deveria.

Este, inclusive, é um dos pontos fracos da planilha: para que ela funcione de forma efetiva, é preciso que alguém a mantenha constantemente atualizada.

Imagine que a sua empresa está vendendo muito, sua equipe está sobrecarregada e fazendo tudo da melhor forma possível para atender aos prazos e aos desejos dos seus clientes.

Você acha mesmo que preencher uma informação na planilha vai estar na lista de prioridades da equipe?

Por uma simples desatenção, sua empresa pode perder muito dinheiro! Um estudo da empresa F1F9 realizado em 2015 mostra que uma em cada cinco grandes empresas globais já sofreu perdas significativas por causa de erros em planilhas.

Com tantas soluções online e de baixo custo, não tem nenhuma justificativa para você continuar correndo riscos.

8 vantagens de evoluir da planilha para solução mais eficazes

Migrar de uma simples planilha para uma solução mais eficaz traz vantagens como produtividade e até redução de custos!

 

Se você já entendeu que a planilha pode ser um bom começo, mas não é a solução ideal a longo prazo para sua empresa, ótimo!

Mas, se você ainda tem dúvidas em relação à eficácia da planilha, vamos trazer 8 boas razões para migrar dessa solução manual para outra mais completa e eficiente. Confira:

Aumento de produtividade

Conforme a sua empresa cresce, é fundamental que você tenha uma equipe focada nas atividades mais pertinentes aos resultados do negócio.

Certamente, horas e horas preenchendo e editando planilhas não é uma delas.

Ao usar um sistema que permita maior automatização de processos, você elimina essas funções operacionais e aproveita melhor o tempo do seu funcionário para o que realmente importa: fazer sua empresa crescer!

Redução de erros

Já mencionamos antes, mas vale repetir: ao trabalhar com uma planilha manual você corre o risco de erros. Afinal, todo mundo sabe que “errar é humano”.

Sistemas automatizados e integrados alimentam-se de informações e reduzem os erros de digitação ou de uma fórmula mal estruturada. Assim, você tem a certeza de estar olhando para indicadores reais e corretos.

Além disso, evita que erros possam ser interpretados como adulterações, o que pode acabar gerando multas por possíveis fraudes fiscais (mesmo que não tenha sido intencional).

 

Leia também: O papel do Planejamento Tributário na Elisão Fiscal – Saiba tudo

Controle de acesso

Outro ponto importante é a segurança. Uma planilha financeira traz muita informação estratégica da empresa e não deveria poder ser acessada por qualquer pessoa.

Com um sistema de gestão financeira, por exemplo, você pode vincular o acesso a determinados usuários, garantindo a segurança dos dados mais importantes do seu negócio!

Elimina o retrabalho

Quando você lida com uma planilha manual, o retrabalho é inevitável. Você vai editar o contas a receber a cada nova venda, e atualizar o fluxo de caixa a cada nota fiscal emitida.

Sempre deverá manter esses dados atualizados, conforme as contas forem sendo recebidas ou pagas, alterando as provisões e o caixa.

Se você conta com um sistema automatizado, não precisa preencher a mesma informação em diferentes lugares: ao emitir uma nota fiscal, por exemplo, o seu fluxo de caixa e seu contas a receber já são atualizados automaticamente.

Além de facilitar o trabalho do seu funcionário, elimina erros e evita esquecimentos, conforme já falamos.

Relatórios automáticos

Outro ponto positivo é a possibilidade de ter relatórios automáticos e personalizados. Com um sistema de gestão integrado você consegue ter indicadores suficientes para analisar de forma estratégica os resultados do seu negócio.

Isso sem se preocupar em criar fórmulas extensas e complexas e buscar a melhor visualização gráfica dos indicadores.

Basta você selecionar o tipo de relatório que deseja e o sistema vai puxar todos os dados necessários para que você analise.

Mais indicadores de performance

Falando em relatórios, não podemos deixar de mencionar os indicadores de performance. Com um sistema você consegue ter mais KPIs para mensurar o sucesso da sua operação.

Além disso, pode ter acesso a informações estratégicas para uma tomada de decisão em diferentes fases da produção, seja para a entrada ou saída de um produto, seja para a viabilidade de uma promoção.

Integração entre setores

Outro ponto importante, alinhado com a questão da automatização, é a possibilidade de integrar diferentes setores.

Com um sistema completo, você consegue gerenciar todo o fluxo do produto, desde a saída do estoque quando acontece a venda até à provisão de recebimento do valor dessa transação.

Tudo de forma automática e simples!

Redução da inadimplência

Um bom controle financeiro auxilia na redução da inadimplência. Isso porque, sem controle, a empresa pode demorar meses para perceber a falta de algum pagamento.

Com isso, se perde um dos pilares da boa cobrança: a tempestividade.

Tempestividade é atuar no momento oportuno, e é nos primeiros 30 dias de atraso que a empresa tem mais chance de cobrar (e receber!) um cliente inadimplente. Mas, se você não está com as informações em dia, pode acabar deixando isso passar batido.

Falamos bastante sobre este assunto em outro artigo aqui no blog. Confira: Como a organização dos dados e a gestão financeira impactam diretamente na redução de inadimplência?

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Conheça o BomControle

O BomControle é um sistema de gestão completo, com diferentes módulos e funcionalidades que atendem a empresas de diferentes portes e segmentos.

Gerenciando sua empresa de forma simples e integrada, você aumenta a produtividade e economiza tempo para pensar no que interessa: o crescimento da sua empresa.

Com o BomControle você centraliza a gestão em um só lugar e evita retrabalhos. Conheça os principais módulos disponíveis:

  • Gestão Financeira: controle os fluxos de contas a pagar e a receber e mantenha seu financeiro sempre em dia;
  • Controle de Estoque: gerencie seu inventário de estoque de forma simples e automatizada, e nunca mais perca uma venda;
  • Vendas: automatize seus processos comerciais e agilize seus atendimentos;
  • CRM: mantenha o controle sobre todas as negociações, além de histórico e comportamento de compra dos seus clientes;
  • ServiceDesk: ofereça um atendimento de pós-vendas e suporte de excelência e agregue valor ao seu cliente;
  • Gestão de Processos: gerencie e atualize sempre que necessário os seus processos com a ferramenta BPM, aumentando a eficiência de ponta a ponta.  

Para conhecer o sistema, você pode fazer um teste gratuito por 15 dias! Não precisa informar cartão de crédito: você só paga se gostar. Experimente agora!

Como emitir nota fiscal em Salvador: 5 passos para você aprender!

Independente do porte ou segmento, ter uma empresa significa ter responsabilidades e obrigações para com o Governo. Uma delas é a emissão de notas fiscais. 

A nota fiscal é um documento que comprova as transações de compra e venda de uma operação. Além de servir como garantia ao cliente, mantém em dia as pendências tributárias da empresa. 

O ato de não emitir uma nota fiscal de venda é também conhecido como evasão fiscal. Apesar de ser uma “manobra” que muitos utilizam, é fundamental reforçar que a sonegação de impostos é crime. Você deve estar ciente do seu compromisso.

Leia também: O papel do Planejamento Tributário na Elisão Fiscal – Saiba tudo 

Nos dias de hoje, muitas cidades já disponibilizam a nota fiscal eletrônica, agilizando bastante o processo, além de ser mais confiável. Outro benefício é a redução dos custos com papel, pois elimina aquelas pilhas e pilhas de blocos de notas. 

Outro ponto positivo da nota fiscal eletrônica é a possibilidade de integrá-la com sistemas financeiros, otimizando processos e permitindo um controle da gestão da empresa mais eficaz. 

Se você está em Salvador, é importante entender como emitir nota fiscal no sistema da sua prefeitura para não ter erros (afinal, o cancelamento da nota fiscal eletrônica ficou um pouco mais burocrático). 

Neste artigo, você vai aprender: 

  • Como emitir nota fiscal em Salvador para seu negócio
  • Quem precisa emitir nota fiscal em Salvador? 
  • Como emitir nota fiscal em Salvador em 5 passos
  • Como emitir nota fiscal de produtos em Salvador
  • Posso cancelar uma nota fiscal depois de emitida?
  • Como emitir nota fiscal em Salvador com o BomControle

 

Boa leitura!

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Como emitir nota fiscal em Salvador para seu negócio

Cada tipo de negócio deve emitir uma nota fiscal específica em Salvador.

 

Claro que você precisa entender como emitir nota fiscal em Salvador. Mas você sabia que existem diferentes tipos de documentos? 

Vamos explicar, antes de qualquer coisa, os tipos de notas fiscais existentes e válidas no Brasil. Assim, você vai entender qual modelo é aplicável ao seu negócio. 

Confira: 

Nota Fiscal de Produtos Eletrônica (NF-e)

A nota fiscal de produtos eletrônica deve ser emitida por empresas que vendem mercadorias ou matéria-prima. 

É o caso, por exemplo, de você vender borracha para uma indústria que faz chinelos. Quando executar a venda do produto para o seu cliente, antes da mercadoria deixar a sua empresa, você deverá emitir a nota fiscal. 

A nota fiscal de produtos eletrônica é através do SEFAZ (Secretaria da Fazenda) de cada estado, e está relacionada a impostos como IPI (Produtos Industrializados) e ICMS (Imposto de Mercadorias e Serviços. 

Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e)

A nota fiscal de serviços eletrônica é utilizada por empresas que fazem prestação de serviços. É o caso, por exemplo, de uma empresa de limpeza predial. 

Esse documento é emitido através da prefeitura da cidade, e está relacionado ao ISS (imposto sobre serviços). 

Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e)

Esse documento é a nota fiscal emitida para o consumidor final. No exemplo que demos para a nota fiscal de produto, esta seria a nota emitida pela indústria de chinelos para o cliente que comprou o produto em sua loja.

Ficou fácil de entender, né?

 

Esse documento é também chamado de cupom fiscal eletrônico. É emitido através de um Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT). 

Quem precisa emitir nota fiscal em Salvador? 

As notas fiscais de produto são compromisso do Estado, enquanto que as notas de serviço ficam a cargo da Prefeitura de cada município. 

Se você está em Salvador, portanto, sua empresa precisa emitir nota fiscal eletrônica, de forma que o governo mantenha um controle tributário sobre as atividades econômicas do Estado e do Município.

São os impostos relacionados às notas que arcarão as despesas públicas, como pagamentos de folha salarial de concursados, investimentos em diferentes áreas, entre outros. 

Se você for um microempreendedor individual (MEI) ou autônomo sem CNPJ, e trabalhe com comercialização de mercadorias, há uma exceção: só é obrigatória a emissão de nota fiscal de produtos quando a venda acontece para empresas, não para pessoas físicas. 

Ou seja: se você, MEI, faz cupcakes em casa e costuma vender os produtos para seus vizinhos, não é necessário fazer a emissão de nota fiscal em Salvador.

Já para os casos da nota fiscal de serviços eletrônica, não há exceção: mesmo MEIs e autônomos devem emitir o documento. 

Assim, se o MEI, ao invés de cupcakes oferecer o serviço de design gráfico, deverá fazer a emissão da nota fiscal eletrônica. 

 

Leia também: DAS-MEI: O que é, para que serve e como emitir

 

Para saber se a sua empresa ou atividade deve emitir nota fiscal em Salvador, você pode consultar o site do SEFAZ. Lá você tem acesso à lista de todas as obrigações fiscais conforme o CNAE do seu negócio. 

Como emitir nota fiscal em Salvador em 5 passos

Os prestadores de serviços devem emitir nota fiscal em Salvador através da prefeitura.

Abaixo, listamos 5 passos para você saber como emitir nota fiscal de serviço eletrônica em Salvador. O processo é simples e você não deverá encontrar contratempos durante o preenchimento do documento. 

Vamos lá? 

#Passo 1: Faça o seu cadastro na prefeitura

Antes de saber como emitir nota fiscal em Salvador, você precisa fazer o cadastro da sua empresa na Prefeitura. Assim, vai obter acesso ao sistema pelo qual fará a emissão do documento.

Acesse o site do sistema. Escolha se você é Pessoa Física ou Jurídica para continuar o cadastro. Preencha todos os dados conforme forem sendo solicitados.

#Passo 2: Solicite a senha web

Após preencher o cadastro, você será redirecionado a um formulário. Este documento deverá ser impresso, assinado e apresentado no local indicado no rodapé do documento.

Atenção: a solicitação tem um prazo de validade de 60 dias. Então, uma vez que você tenha acesso a este formulário de solicitação de senha web, cuidado para não deixar ele parado na sua gaveta.

#Passo 3: Acesse o sistema para emissão da nota fiscal

Agora que você tem a senha web de acesso, deverá entrar no sistema para emissão de nota fiscal em Salvador.

O login será feito com a senha recebida e o seu CNPJ. 

Conclua seu cadastro, se necessário, e selecione a opção “optante pelo Simples Nacional” no campo “Opção pelo Simples Nacional”, caso você seja MEI.

Você também poderá fazer a emissão da nota fiscal através do aplicativo MEI Fácil (somente para microempreendedores individuais), disponível no Google Play

#Passo 4: Preencha todos os campos obrigatórios

Logado no sistema, você terá acesso a diversas opções, como emissão de nota fiscal, consulta de notas, configurações, entre outros.

Para emitir a nota fiscal em Salvador, informe o CPF ou CNPJ do tomador, ou seja, do cliente da sua empresa.

Depois de completar esse campo, é provável que os outros dados, como Razão Social e endereço, sejam preenchidos automaticamente. Se isso não acontecer, você pode digitar os dados manualmente. 

Em seguida, preencha os dados obrigatórios em relação à prestação de serviços, como a descrição, quantidade e valor unitário. 

No campo “Discriminação dos Serviços” você pode inserir outras informações úteis para você ou para o cliente, como dados bancários para transferência, número do boleto, ordem de compra, entre outros. 

Este é um campo livre, então você pode utilizar da forma que melhor atender suas necessidades.

#Passo 5: Confira os dados e conclua

Antes de sair a sua nota fiscal, é importante revisar todas as informações digitadas, para evitar que o envio do documento seja feito com erros. 

Não se preocupe em preencher o campo ISS, pois ele é preenchido de forma automática, conforme a atividade de cadastro da sua empresa. 

Se estiver tudo de acordo, basta concluir a emissão. Você deverá fazer o download do arquivo em PDF e XML para poder enviar o arquivo para o cliente. 

Como emitir nota fiscal de produtos em Salvador

Se a sua empresa precisa emitir nota fiscal de produtos, saiba que você deverá contratar um certificado digital, de forma a validar a sua identidade no ambiente virtual. 

Existem diversas empresas que oferecem esse serviço e você poderá escolher a que melhor atenda sua necessidade.

Além do certificado, é preciso adquirir um sistema emissor de notas. Existem empresas privadas que fazem a venda de sistemas com este fim, mas o SEFAZ de Salvador disponibiliza uma versão gratuita. 

No momento de redação deste artigo, porém, o link de acesso ao sistema estava dando erro de conexão. Por este motivo, não informaremos o endereço. 

Também não abriremos o passo a passo deste tipo de emissão, já que é mais complexo por depender da atividade de cada empresa e de normas específicas do Estado da Bahia. 

 

De qualquer forma, você pode consultar as perguntas e respostas mais frequentes de como emitir nota fiscal em Salvador através do site da Secretaria da Fazenda do Brasil.  

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Posso cancelar uma nota fiscal depois de emitida?

Lembra que você precisa revisar a nota fiscal antes de salvar? Isso é pra evitar que um cancelamento seja solicitado.

Mas, se você emitiu a nota fiscal com erro (ou se, por algum motivo, o serviço foi cancelado), você pode cancelar o documento via sistema, desde que respeite o prazo máximo para isso. 

No caso de Salvador, o limite para cancelamento é o último dia do mês subsequente à emissão. Se ultrapassar o prazo, você deverá entrar com um processo administrativo para que esse procedimento seja realizado.

Como emitir nota fiscal em Salvador com o BomControle

Utilize um sistema de gestão integrada para emissão de notas fiscais em Salvador.

 

Como falamos, a nota fiscal eletrônica, por si só, já auxilia o gestor na organização de seus processos. Desde que esse modelo de documento fiscal começou a ser adotado pelos municípios, ficou muito mais fácil gerenciar a emissão das notas.

Mas, como quem avisa amigo é, trazemos uma dica que vai mudar o nível de gestão do seu negócio. 

Existem sistemas completos de gestão que apresentam o emissor de nota fiscal como uma entre suas inúmeras outras funcionalidades.

Dessa forma, você consegue integrar os departamentos da sua empresa, repassando informações de forma automática entre o departamento comercial e o financeiro, por exemplo. 

Sem dúvida, esse tipo de automação oferece uma visão mais completa e transparente ao gestor, além de oferecer informações suficientes para um gerenciamento mais eficaz dos seus processos e do seu negócio.

Já imaginou realizar uma venda, emitindo uma nota fiscal em Salvador, e automaticamente já ver seu produto sair do seu inventário de estoque? E ver a provisão do recebimento do seu fluxo de caixa? É incrível, e custa bem menos do que você pode estar imaginando! 

O ERP BomControle é exatamente assim: em um único sistema você integra controle de estoque, CRM, processos comerciais, atendimento ao cliente, gestão de processos e gestão financeira.

Nele, você também encontra funcionalidades como a emissão de notas fiscais eletrônicas e boletos bancários. Conheça as principais funções que estão disponíveis no sistema: 

  • Contas a pagar e a receber
  • Integração bancária
  • Fluxo de caixa
  • Contagem de estoque rápida
  • Alerta de estoque mínimo
  • Estoque integrado ao controle de vendas
  • Controle de orçamentos e transportadoras
  • Gestão de vendedores
  • Gestão de oportunidades
  • Acompanhamento de tarefas
  • Registro de negociações em andamento
  • Criação de processos simplificado
  • Relatórios personalizados
  • Controle de SLA
  • E muito mais! 

 

Experimente o ERP BomControle de forma gratuita por 15 dias. Não precisa informar o número do cartão de crédito: você só paga se gostar!

Conclusão

Um sistema completo permite emissão de notas fiscais em Salvador de forma integrada com os relatórios financeiros.

 

Agora que você já sabe como emitir nota fiscal em Salvador, não tem mais desculpa para tentar “burlar” o sistema, certo? Novamente, reforçamos: a emissão de nota fiscal é uma obrigação da empresa e mantém o seu negócio em dia com o Governo.

Entenda qual tipo de nota fiscal a sua empresa deverá adotar, cuide do preenchimento de todos os campos e invista em um sistema para emissão que integre as informações a outros departamentos. 

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Dessa forma, você melhora os seus processos, reduz custos, otimiza tempo e ainda garante uma gestão mais efetiva e eficiente. 

Com isso, pode investir os esforços e sua dedicação em estratégias voltadas para o que realmente interessa: ver seus resultados crescerem!

Quer mais dicas? Confira os artigos que separamos para você: 

 

 

O ERP BomControle é a melhor opção para sua empresa ter uma gestão completa, com um custo reduzido e embarcado com toda tecnologia que este modelo de negócio permite. 

 

Experimente agora mesmo! 

Como emitir nota fiscal em Brasília: 5 passos para você aprender!

Uma das responsabilidades das empresas, independente do seu porte ou segmento, é a emissão de notas fiscais dos seus produtos ou serviços. Essa é uma obrigação que ela tem para com o Governo.

Isso porque a nota fiscal comprova as transações comerciais da empresa, servindo como forma de garantia ao cliente e mantendo a empresa em dia com suas pendências tributárias.

Se uma empresa não emitir uma nota fiscal de venda, no intuito de recolher menos impostos (e, assim, gastar menos), está cometendo um crime federal. Essa manobra é conhecida como evasão fiscal.

Leia também: O papel do Planejamento Tributário na Elisão Fiscal – Saiba tudo

Com a implementação da nota fiscal eletrônica, as empresas se viram em uma situação mais favorável. Isso porque esse tipo de documento facilita os processos comerciais e financeiros, é mais transparente e ajuda na redução dos custos com papel.

Sem falar que é muito melhor não precisar guardar blocos de notas fiscais, nem corre o risco de acabar sem algum dia por falta de controle de estoque.

Além disso, com o processo eletrônico da nota fiscal, as empresas passaram a ter a possibilidade de integrar a emissão do documento com sistemas financeiros, otimizando processos e melhorando o controle da empresa.

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Se a sua empresa fica em Brasília, saiba agora tudo o que você precisa para emitir notas fiscais sem grandes problemas. Neste artigo, vamos explicar:

  • Como emitir nota fiscal em Brasília para seu negócio
  • Quem precisa emitir nota fiscal em Brasília?
  • Como emitir nota fiscal em Brasília em 5 passos
  • Como emitir nota fiscal de produtos em Brasília
  • Posso cancelar uma nota fiscal depois de emitida?
  • Como emitir nota fiscal em Brasília com o BomControle

Boa leitura!

Como emitir nota fiscal em Brasília para seu negócio

Cada tipo de negócio deve emitir uma nota fiscal específica em Brasília.

 

Você sabia que existem três principais tipos de notas fiscais válidas no Brasil? Antes de aprender a emitir nota fiscal em Brasília, você precisa entender essas variações para saber qual modelo se aplica ao seu negócio. 

Veja: 

Nota Fiscal de Produtos Eletrônica (NF-e)

A nota fiscal de produtos eletrônica é o documento emitido por empresas que comercializam mercadorias, antes do uso, consumo ou transformação. 

É o caso, por exemplo, de um representante comercial da Coca-Cola. Toda vez que ele for carregar o freezer de um mercado com as bebidas da marca, ele deverá emitir este documento ao cliente antes mesmo de sair da fábrica.

A nota fiscal de produtos eletrônica é emitida através do SEFAZ (Secretaria da Fazenda) de cada estado. Impostos como IPI (Produtos Industrializados) e ICMS (Imposto de Mercadorias e Serviços são cobrados sobre ela. 

>Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e)

A nota fiscal de serviços eletrônica é utilizada por prestadores de serviços. É o caso, por exemplo, de um escritório de advocacia. 

Não há comercialização de um produto para uso, que será transportado até o cliente. Então, a nota fiscal de produtos não se aplica. 

Para emitir uma nota fiscal de serviços eletrônica, a empresa deve fazer um cadastro na prefeitura. Sobre estas notas, é combrado o ISS (imposto sobre serviços). 

Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e)

Esse documento é a nota fiscal emitida para o consumidor final, no ato da venda do produto. Por exemplo, o cliente que vai ao supermercado e compra uma Coca-Cola, na hora de pagar no caixa vai ter o seu cupom fiscal emitido.

Viu a diferença entre este caso e o primeiro, do representante comercial que vendeu o produto para o mercado? 

Esse documento é conhecimento como cupom fiscal eletrônico. Para fazer sua emissão, é necessário adquirir um Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT). 

Quem precisa emitir nota fiscal em Brasília? 

Dependendo se a sua empresa comercializa produtos ou serviços, você terá obrigações com o Estado ou com a Prefeitura da sua cidade. Para produtos, a responsabilidade é do Governo estadual; serviços, fica à cargo do Governo municipal. 

Se a sua empresa está localizada em Brasília, precisa entender como emitir nota fiscal eletrônica, permitindo um controle tributário por parte dos órgãos públicos. 

A forma de emissão e mesmo alguns prazos limites (para cancelamento, por exemplo) variam de acordo com o seu município ou Estado. Por isso, vamos abordar neste artigo um passo a passo simples para quem está em Brasília.

Se você for um microempreendedor individual (MEI) ou autônomo sem CNPJ, não precisa emitir nota fiscal eletrônica somente caso trabalhe com venda de produtos para pessoas físicas.

Ou seja: se você vender o seu produto para uma empresa, deverá emitir a nota fiscal, mesmo que você, próprio, nem tenha CNPJ.

Já para prestação de serviços, não há exceção: MEIs e autônomos devem emitir o documento a cada venda de serviço. 

Leia também: DAS-MEI: O que é, para que serve e como emitir

Consulte o site do SEFAZ para verificar se a sua atividade tem a obrigatoriedade da emissão de nota fiscal. Na Portaria 259 constam todos os requisitos aplicáveis às empresas em relação a este documento. 

Como emitir nota fiscal em Brasília em 5 passos

Os prestadores de serviços devem emitir nota fiscal em Brasília através da prefeitura

Listamos 5 passos para você aprender a emitir nota fiscal de serviço eletrônica em Brasília. É bastante simples e você não deve ter maiores dificuldades. Vamos lá? 

#Passo 1: Faça o seu cadastro na prefeitura

Antes de continuar, a primeira coisa que você precisa fazer é o cadastro da sua empresa na Prefeitura. 

Acesse o site e clique em “Primeiro acesso”. 

 

 

Você deverá preencher todas as informações solicitadas e aguardar. O retorno pode acontecer em até 1 dia útil.

Importante: se a sua empresa precisa emitir tanto a nota fiscal eletrônica quanto o cupom fiscal eletrônico, deverão ser realizados dois credenciamentos, um para cada tipo de documento.

#Passo 2: Acesse o sistema para emissão de notas fiscais

No site da Receita do Distrito Federal você terá o acesso ao sistema para emissão de notas fiscais. 

Preencha o CPF ou o CNPJ e a senha. Você também pode escolher a opção de entrar utilizando o “gov.br”, válido para CPF e que exige um certificado digital.

 

#Passo 3: Escolha a opção para emitir nota fiscal

Após acessar o sistema, você terá um menu para navegação em funcionalidades como configuração de perfil, verificação da opção do Simples Nacional, guias de pagamentos, entre outros. 

Dentre elas, você terá a opção “Emitir NFS-e”. Você também poderá consultar o status das notas fiscais emitidas na seção “Consulta de Notas”. 

#Passo 4: Preencha todos os campos obrigatórios

Para emitir a nota fiscal em Brasília, você deve informar o CPF ou CNPJ do tomador, ou seja, do cliente da sua empresa.

Todas as informações da nota fiscal deverão ser informadas manualmente. Mas, você pode utilizar um sistema para emissão de notas que facilite esse processo. 

Campos que são de preenchimento obrigatório na nota fiscal são: razão social, endereço completo, descrição do serviço, quantidade e valor unitário. 

O campo ISS, pois ele é preenchido de forma automática de acordo com a atividade cadastrada da sua empresa. 

O campo “Discriminação dos Serviços” é um campo aberto (aceita letras e números) e não obrigatório. 

Você pode utilizar este local para inserir informações complementares, como dados bancários para transferência, código de referência da fatura, ordem de compra do cliente, entre outros.

#Passo 5: Confira os dados e conclua

Antes de concluir e salvar, lembre-se de revisar todas as informações digitadas na nota fiscal. Com a nota fiscal eletrônica o processo de cancelamento ficou um pouco mais burocrático, então vale a pena perder 1 minuto a mais para garantir que a nota emitida esteja correta.

Se estiver tudo ok, é só concluir a emissão, fazer o download do arquivo (um PDF e um XML) e enviar para o cliente ou imprimir. 

Como emitir nota fiscal de produtos em Brasília

A emissão de nota fiscal de produtos é mais complexa e depende da atividade da empresa e das normas específicas de cada Estado. Por este motivo, não abordaremos o passo a passo deste tipo de documento neste artigo. 

Mas, saiba que para emitir uma nota de produto, a empresa deve contratar um certificado digital, de forma a validar sua identidade neste ambiente virtual.

Além disso, é obrigatório o uso de um sistema emissor de notas. Existem empresas privadas que fazem a venda deste tipo de sistema, mas o SEFAZ disponibiliza uma versão gratuita em vários Estados. Em Brasília, porém, o sistema foi descontinuado ainda em 2017.

Posso cancelar uma nota fiscal depois de emitida?

Ainda que você confira todos os dados e garanta a emissão de uma nota fiscal correta, é possível que exista uma situação em que precise cancelar o documento.

Saiba que os prazos e procedimentos para este tipo de solicitação dependem de cada município ou Estado. 

No caso de Brasília, o pedido de cancelamento de uma nota fiscal deve ser realizado em um prazo máximo de 24 horas após a sua autorização de uso. 

Para proceder, a empresa deve: 

  • Enviar um arquivo XML com assinatura digital para o SEFAZ, solicitando o cancelamento da NF-e e identificando-a através de sua chave de acesso;
  • Se não houver restrições, a nota fiscal será cancelada e você poderá verificar o status na Consulta de Notas, dentro do sistema utilizado para emissão;

Caso você deixe passar o prazo de 24 horas, deverá emitir uma nota de correção. O que é isso? Por exemplo: se você emitiu uma nota de venda de mercadoria (saída), mas a venda não aconteceu, deverá emitir uma nota fiscal de entrada. E vice-versa.

Na nota de correção, deverá mencionar a chave de acesso da nota fiscal a ser corrigida.

Já no caso da prestação de serviços, é mais complicado. Isso porque a nota vai gerar um ônus de ISS, e um cancelamento de nota fiscal ou emissão de nota corretiva não poderão anular os efeitos desse valor a pagar. 

Neste caso, você deve emitir uma nova nota fiscal com valores zerados e mencionar a nota errada, informando os motivos pelos quais o serviço não se concretizou. Guarde todos os documentos possíveis para se proteger em caso de uma fiscalização tributária.

Como emitir nota fiscal em Brasília com o BomControle

Utilize um sistema de gestão integrada para emissão de notas fiscais em Brasília.

 

Desde que a nota fiscal passou a ser eletrônica, os gestores já viram seus processos mais organizados. Reduziu-se os custos com blocos de nota em papel, o preenchimento da nota é mais rápido e ficou mais fácil consultar as notas emitidas através dos sistemas. 

Mas temos uma coisa importante a dizer: existem sistemas completos de gestão que apresentam o emissor de nota fiscal como uma de suas funcionalidades, mas agregam valor à empresa e permitem um gerenciamento efetivo e eficaz em diferentes setores.

Imagine realizar uma venda e, ao emitir uma nota fiscal em Brasília, automaticamente já deduz o produto do seu estoque e lança a provisão do valor no seu financeiro. Não parece incrível? 

O ERP BomControle é assim: em um único sistema você integra controle de estoque, CRM, processos comerciais, atendimento ao cliente, gestão de processos e gestão financeira, incluindo funcionalidades como emissão de notas fiscais. 

Confira as principais funções disponíveis: 

  • Contas a pagar e a receber
  • Integração bancária
  • Fluxo de caixa
  • Contagem de estoque rápida
  • Alerta de estoque mínimo
  • Estoque integrado ao controle de vendas
  • Controle de orçamentos e transportadoras
  • Gestão de vendedores
  • Gestão de oportunidades
  • Acompanhamento de tarefas
  • Registro de negociações em andamento
  • Criação de processos simplificado
  • Relatórios personalizados
  • Controle de SLA
  • E muito mais! 

 

Experimente o ERP BomControle de forma gratuita por 15 dias. 

Conclusão

Um sistema completo permite emissão de notas fiscais em Brasília de forma integrada com os relatórios financeiros.

 

Não é difícil entender como emitir nota fiscal em Brasília, certo? Então, não tem desculpa para você cometer crimes de evasão fiscal por desconhecimento. Lembre-se que a emissão de nota é uma obrigatoriedade da empresa. 

Além de manter o seu negócio em dia com o Governo, é sua responsabilidade, como cidadão, contribuir para o fortalecimento econômico do seu município e Estado.

Invista em um sistema para emissão que integre as informações das notas fiscais a outros departamentos. Você vai automatizar boa parte das tarefas rotineiras, otimizar seus processos, reduzir custos, melhorar os seus indicadores de desempenho. 

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Confira os artigos com outras dicas que separamos para você: 

 

Gostou deste artigo? Então, compartilhe com seus colegas que também têm empresa em Brasília para que eles conheçam as vantagens de contar com o BomControle. E,claro, não deixe de experimentar agora mesmo! 

Contabilidade digital: como funciona e quais as vantagens desse modelo?

A contabilidade digital é uma forma de escritórios e profissionais contábeis modernizar e automatizar seus serviços, facilitando a comunicação, a transmissão de dados e documentos, e melhorando a performance do atendimento.

Se pequenas empresas contam com sistemas simples (alguns até gratuitos) para gestão financeira e contábil, lidando com documentações, obrigações legais e cálculos que fogem do seu conhecimento básico, correm riscos de acabar declarando informações erradas.

Enquanto isso, escritórios contábeis se viram competindo com soluções tecnológicas de amplo acesso, baixo custo e sem qualidade. 

Por isso, a contabilidade digital vem para oficializar o trabalho nesse ambiente virtual, aproveitando as vantagens e facilidades que a internet oferece, rompendo barreiras e garantindo qualidade nos serviços prestados.

Além disso, para empresas que contam com um profissional contábil, a contabilidade digital é uma forma de integrar departamentos, automatizar processos e otimizar tempo e recursos financeiros e pessoais. 

Quer saber mais sobre isso? Neste artigo, vamos explicar: 

  • Contabilidade Digital: o que é
  • Objetivo da contabilidade digital
  • Como funciona a contabilidade digital
  • Diferença entre contabilidade digital e contabilidade online
  • Vantagens da contabilidade digital
  • Plataforma de contabilidade digital
  • Como escolher um serviço de contabilidade digital
  • Conheça o BomControle

Boa leitura!

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Contabilidade Digital: o que é

A contabilidade digital é uma categoria da contabilidade, aceita e reconhecida oficialmente.

 

Desde 2015 a contabilidade digital foi aceita como uma categoria da Contabilidade, abraçando as novas gerações de profissionais, empresas e clientes que têm na internet um meio de trabalho mais eficaz. 

Com novos processos e métodos de trabalho, a contabilidade digital apresenta maior eficiência no desenvolvimento dos serviços contábeis, agilizando rotinas e facilitando tarefas, já que permite maior integração e acesso às informações.

Enquanto algumas pessoas ainda insistem no modelo de trabalho que consiste em grandes arquivos físicos, planilhas e muito papel, os contadores digitais têm no ambiente virtual o apoio que precisam para guardar, documentar, acessar e compartilhar informações contábeis da empresa.

Inclusive com integração a sistemas para emissão de notas fiscais eletrônicas, por exemplo.

Objetivo da contabilidade digital

Como já podemos entender, a contabilidade digital supre uma necessidade tão comum nos dias atuais: agilidade nos processos; segurança das informações; rápida comunicação.

É verdade que a internet aproximou pessoas, reduzindo distâncias. Com isso, a contabilidade digital também ganha uma nova proporção: você pode, por exemplo, contar com um profissional que vive a quilômetros de distância. 

Isso porque a contabilidade digital prevê acesso em tempo real a todas as informações, já que deve contar com sistemas integrados à empresa, de forma que a transmissão de dados seja feita de forma automática. 

Dessa forma, a contabilidade digital tem como objetivos principais:

  • Agilizar a execução e entrega dos serviços inerentes ao escritório contábil 
  • Melhorar a comunicação, com possibilidade de trocas online e em tempo real
  • Agregar valor
  • Atender a todos os regimes tributários com facilidade
  • Focar na eficiência e na qualidade dos serviços prestados
  • Eliminar barreiras, como a distância

Como funciona a contabilidade digital

A contabilidade digital usa sistemas integrados de gestão para troca de informações.

 

Chega de malotes: a contabilidade digital integra contadores e clientes através de um sistema único de gestão financeira, controle de estoque, vendas e outros.

Para a empresa, a facilidade de ver seus dados e informações em uma plataforma de livre acesso. Além, claro, de automatizar processos como levantamento e consolidação financeira, necessária para os documentos ou relatórios essenciais para a gestão contábil. 

Para o contador, basta acessar o sistema para consultar, exportar ou enviar qualquer informação necessária ao seu trabalho. 

Dessa forma, tudo acontece no ambiente digital, especialmente se o sistema escolhido pela empresas for online e tiver seus registros em nuvem, como o BomControle.

Nem gestor, nem contador, precisam sair de suas empresas para reuniões ou encontros sem necessidade o trabalho de ambos pode ser realizado de forma automatizada e simples, com atualizações em tempo real. 

Diferença entre contabilidade digital e contabilidade online

No começo deste texto, falamos sobre sistemas simples e até gratuitos, que prometem uma gestão contábil eficaz. 

A verdade é que planilhas ou sistemas menos funcionais podem ser úteis para pequenos empresários, mas o risco é grande já que não existe uma consultoria, suporte ou orientação em relação às obrigações legais do negócio.

Essa é a diferença principal entre contabilidade digital e contabilidade online. A contabilidade online foca no preço baixo, e a contabilidade digital foca na qualidade do serviço

Apesar das duas serem oferecidas e executadas com uso da tecnologia, a contabilidade online não tem a preocupação com o sucesso, lucro ou performance da empresa. 

A contabilidade digital, no entanto, oferece um serviço que preza pela eficiência, garantindo bons resultados ao negócio.

Vantagens da contabilidade digital

A contabilidade digital reduz despesas, minimiza erros e oferece maior performance à empresa.

 

A evolução da tecnologia trouxe inúmeros benefícios às pessoas e às empresas. Você paga contas pela internet, contrata pessoas, compra insumos, vende seus produtos e divulga sua empresa pela internet.

Da mesma forma, a contabilidade digital aproveita as facilidades desse ambiente para otimizar seus serviços. É claro que isso traz vantagens, tanto para a empresa quanto para o profissional da área. Vamos entender melhor: 

Produtividade

Com acesso facilitado e em tempo real, é possível automatizar as tarefas mais rotineiras e repetitivas, como levantamento de dados. 

Através de relatórios prontos, o contador consegue agilizar suas atividades, fazendo mais coisas em menos tempo. Assim, além da produtividade, a empresa vê seus serviços contábeis sendo realizados com menos recursos humanos o que impacta em redução de custos.

Redução de custos

Falando em redução de custos, a contabilidade digital rompe barreiras de distância e aumenta as opções disponíveis no mercado. Assim, a empresa pode escolher o melhor custo x benefício, sem se preocupar em contar com escritórios ou sistemas locais.

Além disso, reduz custos com armazenamento de papel, já que tudo estará sendo armazenado em nuvem. 

Otimização de tempo

Aliado ao benefício de aumento da performance, temos a otimização de tempo, que permite que empresas e profissionais façam mais coisas em menos tempo. 

Eliminado tarefas repetitivas, o sistema de contabilidade digital permite que o profissional aproveite melhor seu tempo de trabalho. É por esse motivo que o contador digital tem um papel mais consultivo e estratégico agregando ainda mais para a empresa.

Maior precisão

Outra vantagem importante é precisão dos dados. Com a integração entre departamentos, as informações são registradas de forma automática, reduzindo as chances de erros humanos.

Na hora de preencher uma planilha, por exemplo, uma digitação errada pode comprometer todo um relatório. 

Se você já está acostumado com documentos como DRE, Balanço Patrimonial ou mesmo o Imposto de Renda, deve saber que a confiabilidade dos dados é essencial. 

Escalabilidade

Como mencionamos, a contabilidade digital rompe barreiras. Isso garante mais escalabilidade do setor contábil (seja um departamento da empresa, seja um escritório terceirizado). 

Uma empresa com várias filiais em diferentes cidades ou países, por exemplo, pode ter sua contabilidade facilitada através da integração dos sistemas. 

No caso do escritório contábil, ele também pode escalar seus serviços, ampliando sua cartela de clientes sem, necessariamente, aumentar seu quadro funcional. 

Valorização do profissional

A contabilidade digital surgiu como forma de concorrer com sistemas mais baratos (a contabilidade online), oferecendo a expertise e a consultoria de profissionais capacitados. 

Assim, valoriza o profissional e garante mais qualidade às empresas, que podem ter acesso facilitado a escritórios e profissionais com competência para agregar e permitir o sucesso da empresa. 

Plataforma de contabilidade digital

A contabilidade digital só existe se um sistema for capaz de suprir as necessidades para atendimento das funções do profissional.

Assim, a empresa deve investir em um sistema de gestão que integre as informações e possibilite o acesso pelo contador. 

Além disso, é fundamental que a empresa adote medidas como padronização de processos, de forma a garantir que o sistema esteja, de fato, em uso e atualizado. 

Atividades como controle de estoque, gestão de contratos, controle de compras, registros de contas a pagar e a receber, consolidações bancárias, previsão orçamentária e vendas realizadas devem ser facilmente registradas e consultadas. 

Opte por um sistema de gestão online, onde os dados ficam armazenados em nuvem. Além de ter uma manutenção mais simples, não depende de investimentos em maquinários, como servidores, por exemplo.

Outra vantagem é a facilidade de acessar os dados a qualquer momento, de qualquer dispositivo. 

Como escolher um serviço de contabilidade digital

Se você já entendeu que a contabilidade digital é um recurso fundamental nos dias de hoje, vamos ajudá-lo a escolher o sistema ideal para permitir essa atividade.

Confira, abaixo, 5 dicas que devem ser levadas em consideração na hora de contratar um sistema para sua contabilidade digital: 

Não fixe somente no preço

Diferente da contabilidade online, que preza pelo preço baixo, a contabilidade digital busca oferecer um serviço de qualidade e uma consultoria estratégica.

Por isso, preço não deve ser um fator decisivo. Avalie outros pontos, consulte outros clientes, leia depoimentos, enfim: aprofunde sua pesquisa. 

Na dúvida, faça testes. Os sistemas de gestão mais completos e sérios oferecem alguns dias gratuitos para experimentação de todas as funcionalidades. 

Avalie a capacidade de atendimento

Sistemas online têm como desafio o atendimento em casos de necessidade. Uma coisa é você poder bater na porta da empresa que lhe vendeu um software. Outra é precisar contar com canais de atendimento à distância, como chat, e-mail ou telefone.

Então, tenha certeza que o sistema escolhido tenha uma capacidade para atender suas necessidades. Em caso de dúvidas ou precisando de uma consultoria específica, a equipe deve estar disponível para atendê-lo com agilidade.

Verifique se a empresa está regularizada

Se você está buscando um escritório de contabilidade digital, tenha certeza de que ele esteja regularizado, com todos os registros e certificações necessárias para o desempenho da atividade. 

Valorize questões de segurança dos dados

Você sabe que uma das vantagens da contabilidade digital é o fácil acesso às informações financeiras da empresa, agilizando muito na transmissão desses dados.

Por outro lado, é fundamental que você possa confiar na segurança dos dados. Sistemas online podem estar vulneráveis a ataques de hackers ou vazamentos de arquivos (até por um funcionário mal intencionado). 

Então, pesquise para escolher um sistema ou um escritório que garanta a segurança dos dados, com políticas de privacidade e planos de contingência em caso de ataques. 

Outro ponto importante são os backups: em um sistema de contabilidade digital estará toda a vida da empresa. Você não pode correr o risco de ver esse histórico perdido. 

Conheça o BomControle

O BomControle é um ERP completo para a gestão da sua empresa. Com diversos módulos, atende a todos os departamentos, automatiza processos e reduz custos. Além disso, oferece relatórios gerenciais fundamentais para a tomada de decisão estratégica.

Conheças as principais funcionalidades: 

 

  • Gestão Financeira: controle de contas a pagar e a receber, emissão de notas fiscais, relatórios e muito mais
  • Controle de Estoque: gestão e inventário de estoque automatizada, reduzindo erros
  • Vendas: mantenha o histórico de vendas e automatize processos
  • CRM: todas as informações das negociações em andamento em um só lugar
  • BPM: mapeamento e gestão de processos
  • ServiceDesk: atendimento e suporte de excelência aos clientes

 

Experimente o ERP BomControle por 15 dias e teste todos os módulos! Não é necessário informar os dados do cartão de crédito: você só paga se gostar! 

Conclusão

A contabilidade digital auxilia no crescimento da empresa, já que reduz custos e erros.

 

A contabilidade digital é uma alternativa moderna para aproveitar a tecnologia disponível e agregar performance, eficiência e qualidade nos serviços contábeis.

Além disso, reduz a chance de erros, já que automatiza as tarefas mais repetitivas e integra as informações entre departamentos. 

Quer mais dicas de como automatizar processos e melhorar a gestão financeira da sua empresa? Confira os artigos recomendados para você: 

Conte com um sistema de gestão completo e transforme sua contabilidade em contabilidade digital. Faça um teste gratuito e conheça o BomControle.

 

Imposto de Renda PJ 2020 – Guia completo

O imposto de renda PJ 2020 já está ocupando o dia a dia dos gestores. Isso porque, com o ano novo, vem também a tarefa de levantar todas as informações necessárias para declarar corretamente a obrigação, exigida anualmente. 

Para que você não perca nenhum prazo, preparamos este artigo completo sobre o IRPJ 2020, com tudo que você precisa saber.

Dica! Para facilitar a sua declaração de imposto de renda, mantenha uma gestão financeira efetiva. Quer saber como? Leia o artigo: Gestão Financeira Empresarial: O que é, para que serve e como fazer.

A declaração de IRPJ não precisa ser traumática. Com uma organização financeira e alguns processos bem estruturados você consegue manter as informações preservadas e com fácil acesso.

Assim, garante uma declaração sem erros e evita as multas, que podem acabar com qualquer empresa.

Fique em paz com o leão! Neste artigo, você vai entender:

  • Imposto de Renda PJ 2020
  • Quem deve declarar o IRPJ
  • Alíquotas do imposto de renda PJ 2020
  • Prazos e multas do imposto de renda PJ 2020
  • Restituição do imposto de renda PJ 2020
  • Como declarar o IRPJ 2020
  • Melhore sua gestão contábil e financeira

Boa leitura!

Imposto de Renda PJ 2020

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O imposto de renda PJ 2020 é uma obrigação fiscal de toda empresa com CNPJ ativo.

O imposto de renda PJ 2020 é uma obrigação das empresas perante à Receita Federal. 

Assim como as pessoas físicas, que devem declarar seus rendimentos a cada novo ano fiscal, as empresas de todos os portes também precisam fazer o procedimento.

No entanto, o imposto de renda PJ é um pouco mais complexo do que o de pessoa física. Por isso, é recomendável que seja feito por um contador, de forma a garantir que a declaração não seja enviada com algum equívoco.

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O que é o Imposto de Renda

O IR é um tributo federal cobrado sobre o seu rendimento (daí o nome “imposto de renda”). Por isso, é cobrado tanto de pessoas físicas quanto jurídicas.

É administrado pela Receita Federal e, além de cobrar um valor de acordo com os seus ganhos, também serve para acompanhar a sua evolução patrimonial. 

Dessa forma, é impossível que alguém possa adquirir uma residência, por exemplo, de um dia pro outro, sem que possa explicar de onde tirou o dinheiro para essa compra.

Assim como as pessoas precisam declarar seus ganhos e gastos para a Receita, as empresas também devem prestar contas sobre seus rendimentos e pagar devidamente a alíquota conforme seu enquadramento.

Com isso, o IRPJ funciona como uma espécie de fiscalização, evitando (ou procurando evitar) a prática de sonegação de impostos, por exemplo.

Saiba como um planejamento tributário pode auxiliar o crescimento da empresa — sem sonegação! Leia: O papel do Planejamento Tributário na Elisão Fiscal — Saiba tudo.

Programa IRPJ

Anualmente, as empresas devem declarar à Receita Federal os seus rendimentos e despesas, de forma que seja calculado um valor a ser pago, se necessário.

Essa declaração é feita online, através de um programa desenvolvido e disponibilizado pela Receita Federal. Consulte um contador: o IRPJ deve ser feito por profissionais especializados, minimizando chance de erros na transmissão das informações.

Para mais informações sobre o IRPJ 2020, acesse o site da Receita Federal.

Quem deve declarar o IRPJ

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Empresas do simples nacional têm uma declaração simplificada.

Toda empresa com CNPJ ativo deve declarar o imposto de renda PJ 2020. 

No entanto, empresas do simples nacional ou na modalidade MEI possuem um modelo de declaração simplificado.

Devem declarar, então:

  • Empresas que realizam pagamentos a outras, com tributação CSLL e Cofins;
  • Aquelas que retém o imposto de renda na fonte;
  • Empresas ou empresários que enviam dinheiro a contas no exterior;
  • Pessoas físicas que pagaram seus rendimentos no ano anterior.

Alíquotas do imposto de renda PJ 2020

Você deve gerar a guia de pagamento do imposto de renda, caso se entenda que o recolhimento já realizado não foi suficiente, ou caso o recolhimento em fonte não tenha acontecido.

A alíquota que será usada na base de cálculo da guia, e varia de acordo com o enquadramento da empresa, o faturamento obtido e outros critérios. Confira:

  • Lucro Real: o imposto de renda é cobrado sobre o lucro real obtido pelas empresas durante o período fiscal. Empresas enquadradas nesta modalidade pagam 15% sobre o valor do lucro, adicionado de 10% caso o lucro total ultrapasse o valor de R$ 20 mil ao mês;
  • Lucro Presumido: empresas enquadradas nesta modalidade têm seu lucro estimado com base no faturamento e de acordo com o setor. A alíquota do IRPJ é de 15%, acrescido de 10% para lucros mensais maiores de R$ 60 mil;
  • Lucro Arbitrado: essa modalidade geralmente é adotada por iniciativa da Receita Federal, quando há alguma suspeita de fraude. A alíquota é a mesma utilizada no lucro presumido;
  • Simples Nacional e MEI: essas empresas não devem nada na declaração do IRPJ, pois já pagam o tributo junto ao DAS (Documento de Arrecadação do Simples).

Prazos e multas do imposto de renda PJ 2020

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As multas em caso de atraso variam de 2% a 20% sobre o valor devido.

Em caso de envio da declaração atrasado, a empresa pagará uma multa e taxas extras até que o devido pagamento seja realizado.

As multas podem variar de 2% a 20%, de acordo com o lucro da empresa. Para cada grupo de 10 informações enviadas com errado, será pago uma taxa de R$ 20. Se a empresa notar o erro antes da notificação da União, essa taxa é reduzida em 50%.

Por isso, vale a pena considerar um profissional especializado – além de, claro, manter uma gestão eficiente do seu financeiro.

Se a sua empresa for obrigada a fazer a declaração trimestral, cuide dos prazos para envio de cada uma delas:

  • Dia 31 de março;
  • 30 de junho;
  • Dia 30 de setembro;
  • 30 de dezembro.

Restituição do imposto de renda PJ 2020

Caso a empresa tenha pagado um imposto de renda superior ao devido, ela terá direito à restituição.

A solicitação deve ser realizada através do programa PER/DCOMP, que pode ser instalado a partir do site da Receita Federal.

A restituição irá acontecer da seguinte maneira:

  • A partir de janeiro, seguinte ao ano de apuração, para empresas que declaram anualmente;
  • Começando do mês seguinte ao trimestre apurado, para empresas que declaram trimestralmente;
  • A partir do primeiro dia útil seguinte ao encerramento da apuração, para casos especiais como fusão, incorporação ou encerramento da atividade.

Como declarar o IRPJ 2020

Como mencionado anteriormente, é recomendável que a empresa conte com profissionais especializados em contabilidade para a execução da declaração do IRPJ. Mas, a título de conhecimento, explicaremos o passo a passo logo abaixo:

  1. Acesse o site da Receita Federal e procure o programa Gerador da Declaração;
  2. Faça o download do programa, conforme versão atualizada. Até o momento, a versão é a 3.5b;
  3. Instale o programa em seu computador e faça o login utilizando os seus dados;
  4. Preencha todas as informações solicitadas. Você deverá detalhar os gastos da empresa e o lucro obtido pela operação durante o período de apuração;
  5. Transmita a declaração utilizando o programa Receitanet, disponível, também, no site da Receita Federal.

Melhore sua gestão contábil e financeira

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Um sistema de gestão financeira é fundamental para sua declaração de imposto de renda PJ 2020.

Como você deve ter percebido, a declaração do imposto de renda PJ 2020 pode não ser tarefa fácil. Uma informação errada e sua empresa cai na malha fina, arcando com multas e outras taxas adicionais.

Mas o trabalho não é complexo se você tiver um bom controle do seu financeiro.

Automatizando processos e contando com um sistema de gestão financeira de qualidade você mantém suas informações em dia e de fácil acesso.

Além disso, garante a segurança e organização dos dados, facilitando a sua vida na hora de transmitir essas informações para a Receita Federal.

Adicionalmente a essa vantagem, uma gestão contábil e financeira ainda permite que você identifique pontos de melhoria, reduza custos, padronize processos e mantenha um bom padrão de qualidade em toda a operação.

O sistema da BomControle é um ERP completo para a gestão da sua empresa, incluindo um módulo específico para o bom gerenciamento do seu financeiro.

Com ele, você não perde nenhum prazo — e pode ter uma visão estratégica fundamental para o crescimento do seu negócio. Faça um teste gratuito!

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Conclusão

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Conte com um ERP para organizar a sua gestão contábil e financeira.

O imposto de renda PJ 2020 é uma obrigação de todas as empresas com CNPJ ativo. O tributo é federal, calculado sobre o lucro real da empresa.

Da mesma forma que o imposto de renda de pessoa física, as empresas devem prestar contas sobre seus ganhos e despesas, calculando o imposto devido ou verificando se há algum valor para restituir.

Uma das maiores dificuldades da empresa é levantar as informações para a declaração. Se a empresa não trabalha com nenhum sistema ou não tem um processo financeiro definido, a chance de apresentar números incoerentes é muito grande.

Por isso, considere contratar ferramentas que garantam o suporte às documentações e obrigações fiscais, evitando inconsistências e erros passíveis de multa.

Com uma organização financeira, sua empresa só tem a ganhar! Quer saber mais sobre isso? Confira os artigos que separamos para você:

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