Imposto de Renda para Pessoa Jurídica 2021: Entenda o que mudou!

O Imposto de Renda 2021 está chegando e vem gradativamente ocupando o dia a dia de algumas empresas. Isso porque, com o novo ano, vem também a necessidade de organizar toda as informações necessárias para declarar novamente o IR. 

Para que você não perca o prazo, preparamos este artigo completo sobre o IRPJ 2021, com tudo que você precisa saber!

O IRPJ precisa ser declarado anualmente. Por isso é muito importante realizar a gestão financeira do seu empreendimento de forma efetiva, evitando possíveis complicações com a declaração.

Existem diversos sistemas que garantem processos financeiros bem estruturados, informações organizadas e de fácil acesso. 

Aderindo a uma plataforma de gestão, você evita multas e erros na declaração, garantindo o perfeito funcionamento do setor administrativo.

Leia também: Gestão Financeira Empresarial: O que é, para que serve e como fazer

Mas o que o Imposto de Renda 2021 possui de diferente?

O fato é que existe uma Reforma Tributária que está em processo de tramitação no Congresso Nacional. Essa reforma reduz a alíquota de Imposto de Renda que é cobrado sobre as pessoas jurídicas e microempreendedores individuais. 

O percentual de redução da alíquota é de 27,5% para 25%, e o prazo para aplicação estipulado desse projeto de lei é até 2021. Então sim, o lucro pelos empresários no ano de 2021 tende a ser maior. 

Se você quer entender mais sobre o imposto de renda e como declarar no ano de 2021, continue a leitura!

Neste artigo, você vai entender:

  • O que é o imposto de renda?
  • Para que serve o imposto de renda 2021
  • Por que declarar o IRPJ
  • Quem precisa declarar o IRPJ 2021
  • Modelos de tributação do Imposto de Renda PJ 2021
  • Documentação necessária para emitir a declaração de IR em 2021
  • Como ocorre a restituição do IRPJ 2021
  • Principais dificuldades na emissão da declaração de IRPJ
  • O que mudou nos IR de 2020 para 2021

Boa Leitura!

O que é o imposto de renda?

Imposto de renda é um tributo federal calculado sobre a renda recebida.

Imposto de Renda é um tributo federal cobrado das pessoas físicas e jurídicas, aplicado sobre a renda recebida em um determinado período. Neste artigo iremos falar sobre o imposto de renda para pessoa jurídica. 

Assim como as pessoas físicas devem declarar seus rendimentos a cada ano, as empresas de todos os portes precisam emitir a declaração. Porém, o imposto de renda PJ é um pouco mais complexo e pode precisar de auxílio de um profissional de contabilidade.

O imposto de renda PJ é uma obrigação das empresas perante à Receita Federal. A não apresentação das informações pode resultar em multas e problemas com o funcionamento da sua empresa. 

Essa é a forma como as empresas prestam contas sobre seus resultados perante o governo. Assim, é descontada a alíquota conforme o estabelecido e o IRPJ funciona como uma fiscalização, evitando sonegação de impostos por parte jurídica.

Para que serve o imposto de renda 2021

Afinal, como os governos se sustentam e conseguem capital para continuar provendo os sistemas públicos?

É por isso que existe o imposto de renda. Um tributo cobrado das pessoas jurídicas que ganham um rendimento significativo, podendo (e devendo!) contribuir com o governo.

Leia também: Aprenda a preencher a DARF: Documento de Arrecadação de Receitas Federais.

Pagar o seu imposto todo ano significa contribuir para o desenvolvimento do País. É assim que governo obtém renda e garante o acesso dos serviços básicos a toda população!

Por que declarar o IRPJ

É importante que, independente se os rendimentos forem tributáveis ou não tributáveis, seja declarado o imposto de renda. Assim, o governo consegue controlar os fundos e verificar possíveis irregularidades.

A declaração do imposto de renda garante a demonstração dos rendimentos recebidos ao governo. É dessa forma que o governo federal consegue avaliar, através desse parâmetro, a evolução do patrimônio dos brasileiros.

Vale ressaltar que o imposto de renda também envolve todos os bens adquiridos, seja como pessoa física ou como pessoa jurídica, como carros, terrenos, títulos, empresas e outros.

Quem precisa declarar o IRPJ 2021

O Imposto de Renda sobre Pessoa Jurídica (IRPJ) é destinado às empresas, fundos fiduciários, herança e outros tipos de entidades e serviços que pagam o imposto perante o lucro obtido no empreendimento.

Sim, toda empresa com CNPJ ativo deve declarar o imposto de renda PJ em 2021.

Leia também: Tabela de impostos no Brasil – Guia completo.

No entanto, empresas do simples nacional ou microempresários individuais podem utilizar um modelo simplificado de declaração.

Quem precisa declarar:

  • Empresas ou empresários que realizam transações internacionais, ou seja, enviam dinheiro ao exterior;
  • Empresas que retém o imposto de renda na fonte;
  • Empresas que realizam pagamento de outros tributos, como CSLL e Cofins.

Muito importante tomar o devido cuidado quando o IR precisar ser declarado para PF e PJ. 

Não podem ocorrer inadequações ou cruzamento de informações. Pessoa física é diferente de pessoa jurídica, bem como os bens apresentados.

De maneira geral, são cobrados 15% do valor do lucro real da empresa durante o período. Porém, em alguns casos, essa alíquota depende do setor de atuação da empresa. 

Veja uma projeção da alíquota de cobrança do IRPJ sobre alguns setores em específico:

  • Pessoas jurídicas ou civil: 15% sobre o lucro real;
  • Empresas concessionárias ou serviços públicos de energia elétrica e telecomunicações: 6% do lucro inflacionário acumulado;
  • Empresas de saneamento básico: 6% do lucro real;
  • Empresas de transporte coletivo: 6% do lucro real.

Modelos de tributação do Imposto de Renda PJ 2021

O enquadramento da empresa impacta na forma de calcular o valor devido no IRPJ 2021.

O IRPJ pode ser pago em quatro modalidades diferentes, de acordo com o enquadramento da empresa, o faturamento e outros critérios. 

Todas possuem uma alíquota de 15%, exceto o simples nacional. Veja abaixo quais são as modalidades e em qual sua empresa se enquadra:

Lucro Real

O IRPJ é declarado com base no valor real do lucro obtido pela empresa no período fiscal. Empresas enquadradas nesse caso podem pagar 15% sobre o valor do lucro, mensal, trimestral ou anualmente. 

Porém, existe um valor adicional obrigatório caso a empresa exceda o lucro mensal de R$ 20.000, no valor de 10% sobre o valor excedido. 

Lucro Presumido

O lucro presumido destina-se a empresas que faturam, anualmente, um valor entre R$ 4 milhões e R$ 78 milhões. 

O lucro é estimado de acordo com o setor e faturamento da empresa. Assim, cada segmento possui um percentual de lucro tributável presumido pelo governo, que pode variar de 1,6% a 32%.

A alíquota a ser aplicada é de 15%, mas pode haver um adicional de 10%, caso a empresa exceda o lucro de R$ 60.000 no trimestre. 

A vantagem para essas empresas é que, como a estimativa de lucro se dá com base no faturamento, não é necessário apresentar a contabilidade de forma muito detalhada.

Leia também: Balanço Patrimonial: O que é, para que serve e como elaborar.

Lucro Arbitrado

Essa modalidade é especialmente definida pela Receita Federal, e ocorre quando a empresa não atende às condições do cumprimento de prestação de contas, isto é, quando há alguma suspeita de fraude por falta de informação.

A alíquota a ser aplicada também é de 15%, com adicional de 10%, caso a empresa exceda lucro trimestral de R$ 60 mil.

Simples Nacional e MEI

Empresas do simples nacional ou microempreendedores individuais já realizam o pagamento do tributo DAS (Documento de Arrecadação do Simples), que pode variar de acordo com a taxa de faturamento. 

Por isso, estão isentas de pagamento do IRPJ, pois o tributo já está incluso no DAS.

Documentação necessária para emitir a declaração de IR em 2021

De acordo com o governo, a declaração pode ser entregue até o dia 30 de abril. Caso não seja declarado, o contribuinte está sujeito a multa mínima de R$ 165,47 e máxima de 20% do imposto.

Siga abaixo o passo a passo para fazer o imposto de renda da sua empresa:

  1. Acesse o site da Receita Federal, para emitir a declaração de IRPJ;
  2. Baixe o programa Gerador da Declaração do IRPF 2021 na versão atualizada;
  3. Instale o programa no seu computador e realize login utilizando seus dados;
  4. Preencha todas as informações que são solicitadas com a maior quantidade de detalhes possível, além do lucro obtido pela empresa no ano em questão;
  5. Transmita a declaração pelo programa Receitanet, que está disponível no site da Receita Federal.

Para emitir a declaração, você precisa ter em mãos os comprovantes dos rendimentos para preenchimento dos dados. Um bom controle financeiro contribui para que esse processo seja facilitado.

Vale ressaltar que as as informações preenchidas precisam estar corretas. Qualquer dado equivocado pode comprometer a sua empresa. Se cair na malha fina da Receita Federal, precisará arcar com multas e outras taxas adicionais.

Que dados devem ser informados

É necessário informar todos os dados de forma correta na plataforma. Cuidado com erros de digitação! Inconsistências podem acabar gerando prejuízos.

A principal informação que precisa acompanhar a declaração é o faturamento da empresa. Além disso, todos os dados e rendimentos devem ser informados, até mesmo os que não incidem sobre o IR.

Como ocorre a restituição do IRPJ 2021

Restituição é o ato de receber o valor excedente ou troco da Receita Federal.

O que é uma restituição do imposto de renda?

A restituição é o ato de receber o valor excedente da Receita Federal, isto é, você recebe de volta uma parte do valor pago ao imposto de renda.

O retorno financeiro ocorre para as pessoas e empresas que pagaram um valor a mais do imposto, no decorrer do ano. Assim, a restituição funciona como um “troco”, que ocorre após o cálculo das deduções.

Caso a empresa tenha pago um valor superior ao devido, ela também tem direito à restituição do imposto de renda, da mesma forma que ocorre com pessoas físicas.

A restituição deve ser realizada através do programa de Pedido Eletrônico de Ressarcimento ou Restituição e Declaração de Compensação (PER/DCOMP) em até 5 anos após a entrega da declaração.

Em alguns casos, o ressarcimento pode não acontecer, mas o direito precisa ser comprovado pelo PER/DCOMP. Veja abaixo:

  • Se a empresa possui débitos com a Receita em processo judicial;
  • Se os créditos dos títulos judiciais já tiverem sido executados.

Conseguir a restituição pode ser complexo. Por isso, o indicado é buscar auxílio do contador ou profissional contábil para o pedido de restituição do IRPJ. 

Principais dificuldades na emissão da declaração de IRPJ 

Como você deve ter percebido, a declaração de imposto de renda PJ, bem como a área administrativa-financeira da sua empresa, pode não ser tão fácil de ser gerenciada. Uma informação errada pode complicar a sua empresa.

Quando não organizado previamente, podem faltar informações referentes a recibos, notas fiscais, comprovantes e outros. Assim, muitas empresas acabam atrasando a entrega dos documentos, pela simples falta deles.

Leia também: O papel do Planejamento Tributário na Elisão Fiscal – Saiba tudo

Por isso, é fundamental que você conte com um sistema de gestão que otimize e automatize processos, garantindo a integridade dos dados financeiros e contábeis. Conheça o BomControle e faça um teste gratuito!

O que mudou no IR de 2020 para 2021

Como mencionado, devem haver algumas alterações no Imposto de Renda de 2020 para 2021. 

A principal proposta é a diminuição da alíquota do imposto de 27,5% para 25% e a criação de outras faixas salariais para inserção no cálculo.

Além disso, existem outras propostas quando refere-se à pessoa física, como o aumento da faixa de isenção de imposto de renda. 

Todos contribuindo para uma melhor distribuição na cobrança, de forma que os que ganham menos paguem menos, e os que ganham mais contribuam com mais. Faz sentido, não é?

Conclusão

Um sistema de gestão auxilia nas informações para declarar o Imposto de Renda 2021.

O imposto de renda PJ 2021 é uma obrigação das empresas e deve ser prestado anualmente.

Hoje, uma das maiores dificuldades enfrentadas é levantar as informações para o correto preenchimento da declaração. Quando a empresa não possui nenhum sistema ou processo financeiro, há chances de prestar dados inconsistentes. 

A tecnologia hoje é uma grande aliada quando falamos em automatização de processos e sistemas eficientes de gestão financeira.

Com uma boa gestão, você pode identificar pontos a serem melhorados, custos de processos que podem ser reduzidos, padronizar seus processos e garantir um padrão de qualidade administrativa.

Com o ERP do BomControle você tem um sistema completo para gestão da sua empresa, incluindo módulos para integração dos departamentos, agilizando processos e reduzindo erros. Faça um teste gratuito!

Para continuar sua leitura, recomendamos os seguintes artigos:

Qualidade em serviços: 5 dicas para melhorar e monitorar sua empresa

A qualidade em serviços pode ser difícil de mensurar e controlar, porque, diferente de um produto, o serviço é intangível e está muito ligado à experiência do cliente em sua empresa.

No entanto, é fundamental que o gestor fique atento a indicadores de qualidade, de forma a fidelizar clientes e permitir a construção de uma imagem sólida no mercado.

A qualidade na prestação de serviços tem tudo a ver com o relacionamento entre profissionais e cliente, independente da etapa comercial.

O pós-vendas, por exemplo, é um setor que pode apresentar desafios ou oportunidades: tudo depende de como você encarar a qualidade deste tipo de atendimento.

Leia também: Pós-Venda: 10 estratégias de atendimento para você fidelizar clientes!

Para saber como aumentar a qualidade em serviços da sua empresa e, ainda, como monitorar indicadores que permitam a melhoria contínua, fique conosco.

Neste artigo, vamos abordar:

  • O que é a qualidade em serviços
  • Qual a importância da qualidade em serviços
  • 5 dicas para melhorar a qualidade em serviços
  • Como mensurar a qualidade de seus serviços

Boa leitura!

O que é a qualidade em serviços

A qualidade em serviços é subjetiva e envolve diferentes elementos, mas ainda pode ser monitorada.

A qualidade em serviços, assim como a qualidade de produtos, é a percepção e satisfação do cliente em relação a determinado atendimento ou solução.

Mas, enquanto o produto tem uma fácil identificação da qualidade, seja pela apresentação, material utilizado, durabilidade, entre outros, o serviço é intangível e subjetivo.

É muito complicado medir a qualidade de um serviço, justamente porque ele envolve a experiência do cliente, o relacionamento do profissional com o mercado e outros elementos que podem ter uma variação grande de pessoa para pessoa.

Um serviço pode ser excelente para um, e ser péssimo para outro. Mas isso não significa que não exista possibilidade de se criar KPIs para acompanhamento da performance de sua prestação de serviços. E falaremos mais sobre isso, adiante.

O que a qualidade em serviços pode envolver

Alguns elementos fazem parte do conceito de “qualidade”, quando falamos em prestação de serviços. E é importante que você fique de olho neles:

  • Confiança: se você acordar um prazo de entrega, cumpra;
  • Cortesia: seja gentil, simpático e educado em seus contatos com os clientes (bem como fornecedores e parceiros);
  • Comunicação: use uma linguagem adequada ao seu meio. Não tente enrolar seu cliente usando termos complicados, por exemplo;
  • Empatia: se coloque no lugar do cliente para entender sua necessidade, e ofereça um serviço que atenda plenamente seus interesses;
  • Credibilidade: não prometa nada que você não possa cumprir. Entregue os resultados que você vende;
  • Competência: capacite seu pessoal para que eles demonstrem pleno conhecimento sobre o assunto ou mercado em questão;
  • Segurança: a forma como você fala ou expõe sua empresa pode deixar o cliente seguro ou não. Cuide com isso;
  • Agilidade: demonstre interesse, respondendo rapidamente às dúvidas ou solicitações de seus clientes;
  • Aparência: claro que aparência não é tudo, mas você não pode chegar em um cliente com a roupa suja e cabelos bagunçados, concorda?

Qual a importância da qualidade em serviços

Já é sabido que o custo para captar novos clientes é muito maior do que o necessário para manutenção dos clientes atuais.

Por isso, investir na qualidade do seu serviço é uma forma de você fidelizar seu cliente, criando uma relação de longo prazo que será muito importante para os resultados financeiros do seu negócio.

Além disso, a qualidade em serviços também ajuda na conquista de novos clientes, pois aumenta a percepção de valor da sua empresa. Especialmente quando você tem funcionários e clientes satisfeitos que saem falando bem da sua marca.

5 dicas para melhorar a qualidade em serviços

A qualidade em serviços deve começar na cultura organizacional e no relacionamento dos funcionários.

Ainda que a qualidade na prestação de serviços possa ser difícil de medir e acompanhar, não é impossível. A partir de ferramentas ou até da experiência dos profissionais, feedbacks de clientes e volume de vendas, é possível identificar necessidades de melhorias.

Leia também: Relacionamento com o cliente: 6 dicas para melhorá-lo e vender mais.

Aqui, trazemos 5 dicas que podem auxiliar sua empresa para uma prestação de serviços de qualidade, atendendo expectativas do mercado e se diferenciando de forma competitiva e estratégica. Confira:

# 1 Sua cultura deve estar alinhada ao propósito

Imagine uma empresa que tem como propósito (ou missão) ser a melhor prestadora de serviços de reparo, por exemplo. Mas, a cultura da empresa está voltada para o aproveitamento de materiais e mão de obra barata.

É fundamental que o propósito da empresa seja real, e que a cultura da empresa esteja alinhada e respeitando esse propósito.

Se sua empresa quer ser vista como confiável, amigável e que põe os clientes em primeiro lugar, absolutamente todos os profissionais e todos os processos devem acompanhar essa linha de pensamento.

Nada de ter a missão somente como um quadro decorativo na parede, ou, ainda, abraçar aquela máxima de “faça o que eu digo, não o que eu faço”. É claro que pode funcionar por um tempo, mas você não vai convencer o mesmo cliente muitas vezes…

# 2 Capacite seus profissionais

Ainda falando de cultura, os profissionais da sua empresa devem estar cientes e, principalmente, em concordância com o propósito do seu negócio.

É importante investir em profissionais que se identifiquem com a cultura organizacional, que contribuam para os resultados serem atingidos e que facilitem a prática daquilo que se preza.

No entanto, ainda assim, a capacitação contínua é essencial. Invista em treinamentos, dinâmicas de grupo, reuniões informais e eventos comemorativos para integrar e motivar sua equipe.

# 3 Defina metas e KPIs

Ter metas é ter uma direção, um norte. Sem isso, é impossível saber se um resultado está satisfatório ou não. Afinal, já dizia o gato listrado, de Alice no País das Maravilhas: “se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”.

E ainda que possa ser desafiador criar indicadores de performance para medir a qualidade em serviços, é possível. Alguns exemplos de KPIs nesse contexto são:

  • Quantidade de reclamações x período;
  • Quantidade de cancelamento de contratos;
  • Avaliações ou reclamações em redes sociais;
  • Indicadores obtidos através de pesquisa de satisfação;
  • Volume de vendas recorrentes (para o mesmo cliente);
  • Volume de chamados no pós-vendas;
  • Quantidade de serviços com prazo atrasado.

Você pode avaliar o seu modelo de negócio e identificar inúmeros outros indicadores possíveis de serem monitorados. Lembre-se, apenas, de criar um padrão de extração do número.

Caso contrário, você pode acabar mascarando dados importantes ou fazendo comparações inadequadas, usando informações diferentes, por exemplo.

# 4 Tenha uma boa gestão de contratos

A gestão de contratos é uma forma de melhorar a qualidade em serviços, pois demonstra transparência, honestidade e comprometimento, além de melhorar a produtividade da empresa.

É com uma gestão eficaz que você irá garantir que os termos acordados estejam de acordo, evitando custos desnecessários para a empresa ou uma insatisfação por parte do cliente.

# 5 Automatize o que for possível

Falando em produtividade, é claro que uma empresa com uma boa performance tem mais chances de ter um bom nível de qualidade.

Isso porque contar com ferramentas que apoiem a produtividade e a otimização de tempo permite que os gestores e funcionários se dediquem às atividades mais estratégicas e menos operacionais.

Se você conta com um sistema para atendimento ao cliente, por exemplo, será capaz de atender mais clientes, com mais qualidade e em menos tempo.

Ponto para a empresa, que aumenta seu desempenho sem aumentar seu quadro funcional, e ainda consegue atender ao cliente de forma mais ágil e assertiva.

Existem inúmeros sistemas disponíveis no mercado, com diferentes funcionalidades que podem auxiliar na qualidade em serviços. Um exemplo é o CRM e o ServiceDesk, que atuam em diferentes fases do relacionamento com o cliente.

Com o CRM, você pode registrar todo o histórico de contatos com um prospect, orientando novas vendas para que atendam às necessidades ou expectativas daquele cliente em específico.

O ServiceDesk tem uma excelente aplicação no pós-vendas, reduzindo a distância entre empresa e cliente e facilitando a abertura de chamados e resolução de conflitos.

Leia também: Service desk: entenda por que ele vai muito além de um simples suporte.

Como mensurar a qualidade de seus serviços

Monitorar a qualidade em serviços é fundamental para identificar gargalos e promover a melhoria contínua.

Agora que você sabe como pode melhorar a qualidade dos serviços prestados por sua empresa, precisa entender como medir a efetividade das ações.

Isso porque você só poderá ter uma melhoria contínua se for capaz de monitorar seus indicadores, certo?

Não basta capacitar a equipe, estabelecer um processo e investir em sistemas de automação: é preciso controlar para garantir que os resultados esperados estão sendo atingidos.

Por isso, destacamos algumas ideias que podem ser aplicadas para você conseguir indicadores confiáveis em relação à qualidade e à percepção dos seus clientes em relação ao serviço oferecido ou executado. Vamos lá?

Pesquisa de satisfação

A pesquisa de satisfação é, provavelmente, a ferramenta mais conhecida e mais antiga para averiguar a qualidade em serviços.

Mas, ainda nos dias de hoje, é extremamente funcional.

Primeiro, porque dá respostas úteis e verdadeiras à empresa em relação ao mercado e como ele a enxerga; Segundo, porque transmite ao pública um interesse genuíno da empresa em compreendê-lo e adaptar-se às suas necessidades.

Existem diversos modelos e formatos de pesquisa de satisfação, desde as mais complexas, com perguntas abertas para coletar a opinião, até as mais simples, como um simples “você recomendaria este serviço?”.

Em tempos de aplicativos e avaliações em redes sociais, o volume de recomendações ou de estrelas deixados pelos clientes também são dados que podem ser utilizados como indicadores de satisfação.

Pesquisa de clima

A pesquisa de clima é semelhante à pesquisa de satisfação, exceto que ela é aplicada para o público interno da empresa.

É muito improvável que um profissional consiga oferecer um atendimento de qualidade, ou prestar um serviço de qualidade, se ele, próprio, estiver insatisfeito com a empresa para a qual trabalha.

Por isso, é fundamental que o gestor fique de olho, também, na qualidade do seu ambiente e no relacionamento entre equipes.

Acompanhamento de menções positivas e negativas

As redes sociais são, sem dúvida, um meio de se conectar com seu público e trazê-lo para próximo. Permitem uma comunicação humanizada e amigável.

Por outro lado, pode ser um campo onde uma verdade batalha se trava. Isso porque as pessoas costumam contar tudo e qualquer coisa nesse tipo de veículo. Frustrações, alegrias, sonhos e desejos.

E é aí que entra o papel da empresa em saber acompanhar esses desabafos. Investir em ferramentas para monitorar as menções, criando planos de ação para categorias de comentários, é fundamental para manter as boas aparências no ambiente virtual.

Um bom exemplo é a Netflix, que não deixa o usuário falar seu nome em vão: eles respondem os comentários, com um senso de humor que conquista até os reclamões.

Acompanhamento de reclamações diretas

Nem só em rede social que o cliente reclama. Ele pode entrar em contato diretamente com a empresa, seja através de um SAC, uma Ouvidoria ou pelo próprio vendedor ou atendente.

Criar uma forma de categorizar as reclamações, para acompanhar os motivos recorrentes, é fundamental para que planos de ação possam ser criados para correção destes problemas.

Volume de solicitações por cliente

Aqui vale de tudo: solicitação de refações, de cancelamentos ou até de novas vendas. Ter o controle do histórico por cliente é importante pois dá uma boa noção do quanto este cliente gosta ou não da sua empresa.

Um cliente que compra seu serviço, reclama uma vez, mas segue comprando, é porque tem confiança suficiente e está disposto a reclamar para ajudá-lo a melhorar.

Mas se muitos clientes compram 1 ou 2 vezes e deixam de comprar depois de uma reclamação, é bom abrir o olho e identificar o que pode estar acontecendo.

Uma boa solução para este monitoramento é investir em uma ferramenta de CRM. Você pode saber mais sobre isso, conferindo o artigo “Entenda como usar o CRM estratégico em benefício da sua empresa”.

O BomControle é um ERP completo para empresas de todos os portes, que conta com módulos fundamentais para uma boa qualidade em serviços, como CRM, ServiceDesk e Gestão de Processos.

Faça um teste gratuito por 15 dias para conhecer todas as funcionalidades!

Conclusão

Investir em um sistema de gestão é o primeiro passo para melhorar a qualidade de seus serviços.

A qualidade em serviços é um indicador fundamental para fidelizar clientes e conquistar uma percepção positiva de marca frente ao mercado.

Além disso, é uma forma de se diferenciar da concorrência, já que a experiência e o atendimento são valores cada vez mais importantes para os clientes.

Para conseguir melhorar a qualidade é preciso, antes de mais nada, definir formas e meios para mensurar. No caso da prestação de serviços, pode ser desafiador, pois as opiniões podem ser subjetivas.

Investir em pesquisas de satisfação, criar indicadores padronizados e automatizar as rotinas operacionais, otimizando tempo para se dedicar ao cliente e às questões mais estratégicas do negócio, são alguns exemplos de como melhorar a qualidade em serviços.

Com o BomControle você conta com ferramentas essenciais para um atendimento de qualidade. Experimente agora!

Para continuar sua pesquisa, recomendamos a leitura dos artigos abaixo:

Obrigado por ler até aqui!

Funções administrativas que toda pequena empresa precisa ter

São quatro as funções administrativas: planejar, organizar, dirigir e controlar. Conhecidas como PODC, esses princípios básicos da Administração são essenciais para que a empresa possa ganhar em eficácia, eficiência e crescimento.

Portanto, todo gestor, independente do tamanho da sua empresa, precisa desempenhar as quatro funções para conseguir obter resultados positivos em sua organização.

Dentro de cada uma delas, existem inúmeras atividades atribuídas que ficam sob responsabilidade do administrador. É importante entender o que cada função administrativa engloba, para perceber oportunidades de melhoria nos seus processos.

Leia também: Gestão de processos: o que é e como implementar na sua empresa.

O papel do gestor no desempenho dessas funções é ainda mais desafiador quando se trata de uma pequena empresa. Isso porque é comum que o dono da empresa já seja o responsável por outras áreas, mais operacionais, como produção e vendas.

Assim, é fundamental que o gestor entenda a necessidade e importância de planejar, organizar, dirigir e controlar, para conciliar todas as funções em sua rotina profissional.

Neste artigo, vamos abordar:

  • Quais são as quatro funções administrativas
  • Quais os objetivos das funções administrativas
  • O que significa “dirigir” na administração
  • Como desempenhar as funções administrativas em uma pequena empresa
  • Funções administrativas no dia a dia,
  • Como desempenhar as funções administrativas com um sistema de gestão

Boa leitura!

Quais são as quatro funções administrativas

As funções administrativas são: planejar, organizar, dirigir e controlar.

Segundo a teoria clássica, do engenheiro francês Jules Henri Fayol, as funções básicas da Administração seriam: prever, organizar, comandar, coordenar e controlar.

Com o passar do tempo, esses princípios foram alterados, formando o que conhecemos, hoje. As quatro funções administrativas utilizadas atualmente e conhecidas como PODC são: planejar, organizar, dirigir e controlar.

Perceba que a teoria clássica permanece valendo. O que aconteceu foi uma unificação em alguns termos e revisão das nomenclaturas. Dessa forma:

  • Comandar e coordenar foram unificados sob o termo “dirigir”;
  • Prever foi alterado para “planejar”.

Assim, a consagrada teoria POC3 foi substituída pela PODC pelos estudiosos da teoria neoclássica. Vamos entender cada uma das funções, agora:

Planejar

O gestor da pequena empresa deve ter claro os objetivos do seu negócio e o caminho a seguir. Onde você quer chegar com sua empresa? O que espera de resultados? Em qual prazo você espera ter esses objetivos alcançados?

Uma das atividades relacionadas ao planejar está a definição das diretrizes estratégicas da empresa. Temos um artigo falando só sobre isso. Confere aqui:
Missão, visão e valores: como criar para a sua empresa.

Dentro dessa função administrativa, o gestor também deve ser capaz de avaliar cenários futuros, considerando as movimentações de mercado. Aqui, é muito importante que sejam utilizados dados como referência para possíveis projeções.

Isso significa que nada é “chutômetro” ou intuição. É preciso acompanhar tanto o mercado externo quanto os dados e histórico da sua empresa. Assim, você poderá fazer planejamentos assertivos e dentro da realidade.

Lembre-se de considerar, sempre, três possíveis cenários: otimista, realista e pessimista.

Organizar

Esta é a hora de pôr em prática as ações que vão permitir a realização do que foi planejado. Para isso, é preciso organizar os recursos da empresa, tanto financeiros quanto humanos.

Nessa função, o gestor define como o projeto será realizado, determina responsáveis, delega atividades e investe no que for preciso para sua conclusão.

Assim, começam as metas de produtividade e eficiência. Afinal, quanto mais pessoas envolvidas, mais processos, mais desafios: cabe ao gestor manter tudo em ordem para que toda a equipe possa executar suas atividades com o maior desempenho possível.

Dirigir

Dirigir é, provavelmente, a função mais conhecida pelo gestor. Cargos de gestão estão acostumados com tarefas como delegar, acompanhar, cobrar, motivar.

É aqui que ficam as atividades relacionadas à liderança. E não são todos os chefes que sabem ser líderes. É fundamental que, além de distribuir tarefas e cobrar resultados, o líder seja capaz de inspirar seus funcionários.

Uma equipe motivada, ciente do caminho que a empresa tem a percorrer e com objetivos em comum trazem muito mais resultado ao negócio.

O termo desta função administrativa não poderia ser melhor. Para que direção segue a sua pequena empresa?

Controlar

A quarta e última função administrativa é o controle. Nenhuma empresa é sustentável sem controle de processos, documentos, equipes, indicadores, entre outros.

O gestor precisa estar de olho em relatórios e números, avaliando o desempenho, buscando soluções para os desafios e implementando a melhoria contínua.

Defina KPI’s para acompanhar a evolução (ou não) dos indicadores, avaliando a performance das equipes, a qualidade das entregas, a presença da marca no mercado, enfim: tudo que possa lhe orientar para que você continue fazendo crescer os seus resultados.

Quais os objetivos das funções administrativas

As funções administrativas envolvem uma série de atividades e o desempenho de um papel multidisciplinar importante por parte do gestor, de forma que a empresa possa crescer e obter resultados satisfatórios.

Se uma das funções não for bem realizada, compromete as metas, as vendas, a qualidade dos processos e o futuro da organização.

Compreender as 4 funções administrativas e suas atividades é fundamental para que o gestor tenha:

  • Visão de futuro
  • Planos e metas
  • Controle sobre a operação
  • Qualidade na prestação dos serviços
  • Ambiente de trabalho agradável
  • Engajamento e satisfação dos funcionários
  • Satisfação dos clientes
  • Controle financeiro
  • Viabilidade econômica
  • Sustentabilidade

É claro que o gestor não é nenhum super-herói, capaz de cuidar de tudo sozinho e com perfeição. Saber delegar é uma das funções do líder, mas você também pode contar com sistemas que facilitem essa rotina de controle e monitoramento.

O ERP, por exemplo, é um sistema de gestão que automatiza muitas funções e oferece relatórios personalizados, que apoia a tomada de decisões e a análises dos resultados da empresa.

O que significa “dirigir” na administração

A direção é a função administrativa referente à liderança.

A direção é a função administrativa que conduz, gerencia, controla e lidera as pessoas que trabalham na organização.

Sem direção, os funcionários ficam sem rumo e a empresa corre sérios riscos.

Mesmo nas empresas com hierarquia horizontal, ou seja, em que não existem pessoas superiores às outras, em posição de chefia, a direção administrativa deve ser clara e coerente.

Dessa forma, as equipes multidisciplinares e autônomas podem tomar decisões e executar suas tarefas de acordo com os objetivos do negócio.

Dessa forma, dirigir não precisa ser, necessariamente, uma função de um cargo de gestor. Ela é uma espécie de propósito, diretriz administrativa, e deve ser conhecida por todos.

Considerada a essência do trabalho do administrador, o dono da pequena empresa precisa ter um norte e ser capaz de controlar as atividades que são necessárias para que os resultados esperados sejam alcançados.

Como desempenhar as funções administrativas em uma pequena empresa

Para quem tem um negócio pequeno, o acúmulo de trabalho operacional pode prejudicar o desempenho das funções administrativas.

Por isso, é muito importante que o dono da empresa ou demais gestores estejam cientes do seu papel e da relevância que as atividades estratégicas têm para o resultado da operação.

Equilíbrio é a palavra de ordem. Se você é um bom líder mas tem problemas com organização, por exemplo, busque capacitações que permitam o seu crescimento pessoal e profissional.

Ou, então, conte com pessoas que tenham habilidades diferentes para complementar as suas. Um sócio pode ser uma alternativa.

É importante reconhecer as falhas para, então, buscar formas de superá-las. Cursos, palestras, consultorias são alguns exemplos do que você pode fazer para se capacitar e cumprir as funções administrativas com eficiência.

Leia também: 8 Passos simples para profissionalizar a gestão da sua empresa.

Outra dica é contar com um sistema de gestão que apoie nas tarefas mais rotineiras, otimizando tempo e permitindo que você ocupe a cabeça com o que realmente importa: fazer o seu negócio crescer.

Falaremos sobre isso mais à frente.

Funções administrativas no dia a dia

As funções administrativas fazem referência ao passado, presente e futuro da organização.

As funções administrativas podem ser divididas por linha do tempo, representando passado, presente e futuro. Isso porque elas se referem a momentos diferentes da empresa, sendo importante entender tanto o histórico do negócio quanto projeções futuras.

Vamos explicar isso melhor:

  • Passado: na função “controlar”, você precisa elaborar relatórios e analisar os indicadores da empresa, de forma a avaliar o histórico dos resultados e ser capaz de fazer, depois, projeções. Assim, o passado da empresa é tão relevante quanto o seu futuro;
  • Presente: após o monitoramento, o gestor pode determinar uma
    política orçamentária, definindo limites de gastos para as diferentes áreas;
  • Futuro: essa é fácil. A função “planejar” serve para que o futuro da empresa aconteça conforme o esperado, sem grandes percalços (pelo menos, não os causados por má gestão).

Como você viu, as funções administrativas incluem atividades que avaliam o histórico da empresa, determinam limites para um presente controlado e planejam ações futuras para permitir o crescimento e desenvolvimento do negócio.

É importante entender que o gestor que só vive o “hoje” pode não ter um amanhã. Então, evite ficar preso a burocracias e operações complexas, que limitem o seu planejamento e impeçam sua análise dos resultados passados.

A melhoria contínua só existe em organizações em que o gestor tem consciência do passado, presente e futuro da sua empresa.

Leia também: Gestão Financeira: como melhorar os resultados da empresa.

Como desempenhar as funções administrativas com um sistema de gestão

Já falamos que equilíbrio é fundamental para o bom desempenho das funções administrativas. Para isso, além da capacitação constante, é importante que o gestor invista seu tempo para pensar estrategicamente.

Se você ainda lança mão de planilhas e documentos de preenchimento manual, pode estar perdendo muito tempo com tarefas repetitivas, burocráticas e operacionais. E isso não é saudável, nem para você nem para a sua empresa.

A tecnologia está evoluindo com uma velocidade impressionante. Com ela, surgem opções no mercado para automatizar essas tarefas, eliminando esse compromisso da sua rotina.

Além de melhorar o desempenho e aumentar a performance de trabalho da equipe, os sistemas de gestão reduzem erros, sendo mais confiáveis para uma análise de resultados.

O BomControle, por exemplo, é um sistema completo de gestão, integrando setores e automatizando inúmeras tarefas de controle. Nele, você conta com:

  • Gestão Financeira: você controla o financeiro e integra departamento, otimizando tempo e recursos. Faça a gestão de contas a pagar e receber, conciliações bancárias, fluxo de caixa, emissão de notas fiscais e boletos, e controle as movimentações financeiras e o faturamento da sua empresa;
  • Controle de Estoque: com recursos que descomplicam a sua gestão de estoque, você gerencia os produtos em estoque, reduz despesas com controle de compras e integra seu inventário com o módulo de vendas, garantindo que o seu estoque esteja sempre atualizado;
  • Gestão de Vendas: acompanhe e controle suas vendas, integrando-as com os módulos de estoque e financeiro, automatizando os processos e garantindo o correto lançamento das contas a receber;
  • Gestão de Processos: com uma ferramenta intuitiva e fácil de usar (BPM), você gerencia os processos, redesenha fluxos e busca a melhoria contínua na performance da sua empresa;
  • CRM: todas as informações das negociações em andamento e sua base de clientes em um único lugar, permitindo uma análise de público e a tomada de decisão em busca de inovações e novas oportunidades;
  • Atendimento e Suporte: fidelize seus clientes com um atendimento e pós-vendas de qualidade. Conte com um ServiceDesk exclusivo para sua empresa e ofereça agilidade na resolução dos chamados.

  • O BomControle tem tudo o que você precisa para cumprir suas funções administrativas com mais eficiência, e o plano ideal para o seu negócio. Experimente de forma gratuita por 15 dias e comprove!

    Conclusão

    O desempenho eficaz das funções administrativas permite o crescimento sustentável do negócio.

    As funções administrativas (planejar, organizar, controlar e dirigir) são fundamentais para uma gestão efetiva e eficaz.

    Elas englobam diversas atividades e responsabilidades que o gestor deve ficar de olho para obter os resultados desejados.

    Um sistema de gestão pode apoiá-lo em diferentes atividades operacionais, automatizando processos e otimizando tempo, de forma que o gestor possa atuar de forma mais estratégica, em benefício do seu negócio.

    O BomControle é um ERP completo, com módulos de vendas, controle de estoque, CRM, gestão de processos, gestão financeira e mais! Conheça as funcionalidades disponíveis: faça um teste gratuito por 15 dias.

    Para outras dicas de gestão, confira os artigos que separamos para você:

    Obrigado por ler até aqui!

    Home office para pequenas empresas: checklist final para você se preparar!

    Home office para pequenas empresas tem sido uma solução eficaz para a manutenção das atividades em tempos de pandemia.

    Mas, mais do que isso, é uma forma de trabalho que veio para ficar.

    Já faz muito tempo que esse modelo de negócio vem sendo utilizado por empresas de diferentes portes e segmentos, mas ainda existiam muitos gestores que acreditavam que esse formato não se aplicaria para os seus negócios.

    Leia também: Estrutura Organizacional: Tudo o que você precisa saber

    Com a pandemia que tomou conta de todo o mundo, esse olhar mudou e trouxe uma feliz descoberta: o home office funciona muito bem e é uma alternativa, inclusive, para redução de custos das pequenas empresas.

    Mas, como nem tudo são flores, alguns cuidados são necessários. E é isso que vamos abordar neste artigo.

    Você vai entender:

    • O que é home office
    • Vantagens e desvantagens do home office para pequenas empresas
    • Desafios do gestor no trabalho home office para pequenas empresas
    • Como a pequena empresa pode se preparar para o trabalho home office
    • BÔNUS: checklist do trabalho home office para pequenas empresas

     

    Boa leitura!

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    O que é home office

    Home office é uma modalidade de trabalho que vem crescendo cada vez mais entre pequenas e grandes empresas.


    Home office é uma modalidade de trabalho em que o funcionário da empresa trabalha, a maior parte do tempo, de sua casa.

    Empresas do setor da tecnologia e comunicação já utilizam muito deste formato, possibilitando a contratação de profissionais especialistas em diferentes partes do mundo.

    Mas, atualmente, empresas de outros segmentos já vêm adotando a nova estrutura organizacional, como forma de vencer os obstáculos impostos pela pandemia do COVID-19.

    Com isso, reduziram o percentual de funcionários dentro da empresa e permitiram que as funções possíveis fossem desempenhadas a partir da casa de seus profissionais.

    Diferença entre home office e home based

    Existem dois termos que estão sendo comumente abordados por profissionais de RH e gestores: home office e home based.

    Apesar de parecerem iguais, existem algumas pequenas diferenças entre esses formatos de trabalho.

    Confira:

     

    • Home office: no home office, o funcionário desempenha suas atividades a partir de sua casa, mas vai esporadicamente até a empresa, seja para reuniões ou para jornadas de trabalho no local;
    • Home based: no home based, a empresa monta uma estação de trabalho na casa do funcionário, e é exclusivamente de lá que ele executa suas atividades. Existem, também, atividades autônomas que permitem que o trabalho seja efetuado a partir da casa do profissional.

    Além dessas duas modalidades, também tem sido muito utilizado o sistema de trabalho remoto. Neste caso, o profissional trabalha de forma remota para uma empresa, mas não necessariamente a partir de sua casa.

    É o caso de profissionais que escolher coworkings para trabalhar, por exemplo.

    Vantagens e desvantagens do home office para pequenas empresas

    O home office para pequenas empresas é uma forma de reduzir custos e até aumentar a produtividade.

    O home office vem sendo adotado por empresas de diferentes portes. Para as pequenas empresas, é uma forma inteligente de reduzir custos, já que você não precisa ter um espaço físico (ou, pelo menos, não muito grande) para acomodar os seus profissionais.

    No entanto, os gestores podem observar algumas desvantagens. No bônus deste artigo, vamos trazer um checklist com um kit de sistemas e ferramentas essenciais para driblar esses desafios e percalços.

    Mas, por hora, vamos listar as principais vantagens e desvantagens de trabalhar com essa estrutura organizacional. Vamos lá?

    Vantagens do home office para pequenas empresas

    O home office oferece vantagens para empresas de todos os segmentos e portes. Mas, talvez, sejam nas pequenas empresas que esse modelo de negócio venha a contribuir ainda mais.

    Isso porque é uma forma de reduzir custos, aumentar a produtividade e fidelizar a equipe de trabalho. Olha só:

     

    • Sustentabilidade: o home office para pequenas empresas é uma forma sustentável de iniciar a sua operação e vê-la crescer, afinal, você não precisará se preocupar em mudar de espaço toda vez que sua equipe aumentar;
    • Redução da rotatividade: os profissionais que se adaptam ao modelo de negócio dificilmente deixam o home office de lado para voltar ao modelo tradicional de trabalho. Segundo pesquisas, 58% dos profissionais se sentem mais motivados quando trabalham home office;
    • Aumento da produtividade: em outra pesquisa, 86% dos entrevistados garantem que atingem seu grau máximo de produtividade quando estão trabalhando em casa. É o sonho de todo gestor uma equipe engajada e produtiva, certo?
    • Redução de custos: já falamos disso, mas vale destacar. O trabalho home office reduz custos com infraestrutura física, além de custos com transporte. Sem falar que elimina o tempo de deslocamento do funcionário, o que é uma vantagem para todos os lados;
    • Flexibilidade na jornada: outro ponto que pode ser muito positivo para o funcionário (e, portanto, para a empresa, afinal, funcionário feliz é funcionário que produz) é a flexibilidade da jornada. No trabalho home office não existe a pressão por “bater o ponto”, e o funcionário fica mais livre para executar suas atividades nos períodos de maior produtividade para ele.

    Desvantagens do home office para pequenas empresas

    Ainda que o home office ofereça inúmeros benefícios para a empresa, alguns pontos de atenção precisam ser considerados.

    Algumas desvantagens observadas pelos gestores são:

    • Falta de comprometimento: é fato que, para trabalhar home office, a pessoa precisa ter uma boa organização pessoal. Caso contrário, vai ser fácil procrastinar e trocar as responsabilidades por uma horinha a mais na Netflix;
    • Distanciamento entre colaboradores: outro ponto negativo, dependendo de como for trabalhado, é a falta de interação e integração entre as equipes. Afinal, com cada um na sua casa, perdem-se as conversas no cantinho do café;
    • Falta de acompanhamento: outro ponto importante é o problema que o gestor encontra para acompanhar as tarefas realizadas. Dependendo da organização da equipe, esta falta de visão gerencial pode afetar cronogramas, prazos e custos.

    Desafios do gestor no trabalho home office para pequenas empresas

    Como gestor ou pequeno empresário, você deve estar ciente dos desafios que irá encontrar caso decidir trabalhar no modelo home office.

    No entanto, vamos tranquilizá-lo: todos os desafios são contornáveis, desde que você se organize e fique atento às nossas dicas.

    Vamos, antes de passar a elas, elencar os principais desafios para que você se prepare e organize a sua pequena empresa para trabalhar home office de forma mais produtiva e tranquila.

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    Falta de comunicação

    Problemas de comunicação são muito importantes para o andamento dos negócios. Independente do porte da sua empresa, é fato que telefones sem fio ou burburinhos sem esclarecimentos são extremamente prejudiciais para o clima organizacional.

    Converse com sua equipe, estabeleça metas, explique o motivo da mudança e garanta que eles não ficarão sem suporte ao trabalharem home office.

    Pessoas que não se adaptam ao home office

    Um desafio importante é observar se a sua equipe está preparada para este modelo de trabalho. Nem todas as pessoas se adaptam ao home office, muitas vezes por traços de sua personalidade.

    Então, na hora de contratar ou realocar seus funcionários para trabalhar de casa, observe aqueles que têm mais condições de manter uma rotina e seu comprometimento.

    Observe, também, aqueles que precisam estar no meio de pessoas para se sentirem motivados: esse tipo de perfil não é adequado para o home office, que é um modelo de trabalho bastante solitário.

    Falta de rotina

    Por fim, mas não menos importante, temos a rotina. Pode ser desafiador ao gestor manter uma rotina com sua equipe. Afinal, os prazeres da casa muitas vezes podem falar mais alto.

    É importante buscar alternativas para marcar presença e reunir a equipe, como reuniões virtuais diárias, por exemplo. Este tipo de acompanhamento evita que a equipe se perca nas tarefas, nas prioridades e, principalmente, nos prazos de entrega!

    Como a pequena empresa pode se preparar para o trabalho home office

    Com alguns cuidados, você pode preparar a sua pequena empresa para adotar o modelo home office.

    Vamos começar a pensar na parte prática: você já entendeu os desafios, as vantagens e desvantagens do modelo home office para pequenas empresas.

    Mas, como contornar as dificuldades e transformar esse modelo de negócio em algo que vá dar resultados reais à sua empresa?

    Ainda que você possa ter começado a trabalhar home office em função da pandemia do COVID-19, sem dúvida esse é um formato de trabalho vantajoso para empresa e funcionário.

    Por isso, vale a pena organizar e estruturar de forma adequada para que você potencialize os seus resultados e aproveite todos os benefícios que o home office oferece. Confira algumas dicas:

    Garanta o engajamento das lideranças

    Uma coisa é certa: toda ação dentro de uma empresa só funciona se as lideranças estão envolvidas.

    Por isso, garanta que os líderes das equipes aceitem, entendam e apoiem a mudança. E mais: que eles utilizem, da forma certa, as ferramentas e meios para garantir a produtividade, a comunicação e a organização das informações neste modelo.

    Além, claro, que cumpram com seus horários e suas responsabilidades.

    Tenha um plano de gestão de mudanças

    Se você nunca trabalhou no modelo home office e pretende adotar essa forma de trabalho, é interessante que se crie um planejamento para um bom controle e gestão da mudança.

    Isso porque muitas pessoas podem estranhar e até contrariar a decisão. Mas, com muita comunicação e paciência, você pode ultrapassar todas as objeções de sua equipe.

    Uma ideia é fazer um projeto piloto: 1x por semana, deixar a equipe home office, por exemplo. Com o tempo, você pode ir aumentando a frequência, alternando as equipes, enfim.

    Assim, todos poderão se acostumar e perceber que o modelo home office traz muitas vantagens!

    Converse com seus colaboradores e incentive-os a fazerem o mesmo em casa

    Já falamos da importância da comunicação, mas a verdade é que no trabalho home office o seu funcionário também deve conversar em casa.

    Um funcionário casado, com filhos, pode precisar contar com o apoio e compreensão da família para conseguir desempenhar o seu trabalho com eficiência.

    A melhor coisa é criar um ambiente tranquilo e seguro para trocar experiências e dicas com sua equipe, buscando minimizar quaisquer problemas que surjam em função do ambiente familiar.

    Conte com os recursos tecnológicos adequados

    E, claro, para executar as atividades, tanto o funcionário quanto o gestor precisam contar com o apoio técnico necessário.

    Isso envolve equipamentos físicos, como computador, webcam e telefone, quanto sistemas e softwares que permitam o desenvolvimento de suas atividades.

    Mas que tipo de sistema é preciso? O mesmo que se usa na empresa?

    Este é o nosso bônus: um checklist com o kit completo para o trabalho home office das pequenas empresas. Confira a seguir e anote todas as dicas!

    BÔNUS: checklist do trabalho home office para pequenas empresas

    Na sua empresa você pode contar com uma rede protegida e servidores físicos para armazenamento de arquivos. Mas, para executar o trabalho de forma remota, você precisará adaptar sua forma de trabalhar, organizar e acompanhar essas informações.

    Por isso, listamos, abaixo, alguns sistemas e recursos fundamentais para um bom desempenho e gestão da sua equipe.

    #1 Comunicação

    Primeiro ponto é resolver possíveis problemas de comunicação. Afinal, não é porque sua equipe estará trabalhando de casa que ela não precisa conversar entre si e com você, não é mesmo?

    Algumas soluções atendem super bem à necessidade, como sistemas para videoconferência, plataformas de e-mails e até de comunicação corporativa em tempo real. São alguns exemplos:

     

    • Videoconferência: Google Hangouts, Zoom, Skype;
    • E-mails: Google ou o servidor onde está hospedado o seu domínio;
    • Comunicação corporativa: Slack, Google Hangouts, Skype ou até mesmo Whatsapp e Telegram.

    #2 Gestão de tarefas

    Sistemas de gestão de tarefas garantem uma visão em tempo real das prioridades, prazos e responsáveis de todas as atividades.

    É importante que toda a equipe utilize e mantenha atualizado esse sistema, de forma que o gestor possa acompanhar os projetos com maior clareza.

    Existem diferentes sistemas para esta função, muitos com versões gratuitas que atendem bem a maioria das empresas. É o caso do Trello e do Asana, por exemplo. Outras opções, pagas, são o Monday e o Basecamp.

    #3 Gestão do tempo

    É uma boa ideia contar com sistemas que permitam um gerenciamento de tempo dos seus funcionários. Não só para evitar atrasos nos projetos, mas também para dar o descanso merecido entre as atividades.

    Afinal, da mesma forma como é fácil se perder nos prazos por procrastinação, é fácil perder a vida pessoal por excesso de trabalho.

    Uma alternativa são ferramentas que utilizam o método Pomodoro para produtividade. O método consiste em 25 minutos de foco total no trabalho, e 5 minutos de descanso. Os sistemas funcionam como uma espécie de cronômetro e auxiliam no controle deste tempo.

    A ferramenta TomatoTimer oferece essa funcionalidade.

    #4 Gestão empresarial

    Para o gestor, é fundamental que a visão financeira da empresa permaneça organizada e atualizada. Assim, não corre riscos de perder vencimentos e arcar com custos como multas e juros.

    Outras funções gerenciais são fundamentais, além do financeiro, como projeção de vendas, gestão de processos, controle de estoque, entre outros.

    Um ERP completo pode resolver esse problema, tanto para empresas que trabalham no modelo home office quanto àquelas que permanecem no modelo tradicional.

    Um sistema em nuvem com o BomControle é a melhor opção para garantir o acesso e a disponibilidade aos dados, a qualquer momento e de qualquer lugar!

    Experimente grátis por 15 dias!

    #5 Armazenamento e distribuição de documentos

    Outras ferramentas úteis são aquelas para escanear documentos e enviá-los.

    Uma alternativa recomendada é o Google Drive, que oferece versões gratuitas até uma certa capacidade de armazenamento, e permite que todos os funcionários vejam e editem os arquivos em tempo real.

    Aplicativos para scanner podem ser instalados no smartphone, de forma a converter uma foto em um documento PDF, por exemplo.

    Um sistema que oferece essa função é o CamScanner, que além de escanear ainda permite que você insira marca d’água com o logotipo da sua empresa, tornando o documento mais seguro para compartilhar.

    #6 Segurança

    Falando em segurança, é importante você prever como se darão os acessos à rede da empresa. Uma rede VPN é uma alternativa que garante a segurança dos dados e informações do seu negócio.

    Outro ponto importante são as assinaturas digitais, afinal, você não quer precisar imprimir, assinar e escanear um contrato, certo? Sistemas como o DocuSign e D4Sign vão mostrá-lo que esses tempos de papel e caneta já são passado.

    #7 Bem-Estar

    Trabalhar em casa pode ser satisfatório, mas também há quem ache solitário e triste. Mas isso depende de cada um: organizar o seu espaço de trabalho, decorar com coisas que goste, procurar um local iluminado e organizado e, claro, alegrar o ambiente com uma boa música.

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    Uma dica é a empresa criar uma playlist no Spotify, como forma de integrar os funcionários em torno de um som em comum.

    A playlist pode ser compartilhada, onde todos podem contribuir com sugestões e criar uma lista que, além de ajudar na concentração e foco, também transforme o ambiente em um local agradável para se trabalhar.

    Conclusão

    Para aproveitar o trabalho home office, conte com um sistema de gestão que controle as operações da sua empresa.

    Como você já percebeu, o home office é uma tendência que veio para ficar. Mesmo que algumas empresas tenham adotado o modelo por razão de “forças maiores”, a verdade é que o home office traz inúmeras vantagens para o funcionário e para a empresa.

    No caso das pequenas empresas, é um modelo sustentável e de baixo custo. Tomando algumas precauções e apostando em equipes com perfil para este tipo de trabalho, pode ser um impulso importante para o seu crescimento.

    Mas, lembre-se: a gestão do negócio deve continuar criteriosa, organizada e de fácil acesso. Por isso, um ERP completo como o BomControle é sua melhor opção.

    Conheça o sistema, experimente todas as funções por 15 dias e descubra como o BomControle pode apoiar os resultados do seu negócio!

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    Obrigado por ler até aqui!

    Previsão orçamentária: 6 passos para você planejar seu financeiro!

    Previsão orçamentária é um planejamento de gastos que prevê investimentos, custos e despesas, dando um panorama na situação financeira da empresa a médio e longo prazo, direcionando a tomada de decisões.

    Assim como uma empresa costuma fazer um planejamento estratégico anual, ela precisa projetar resultados de forma a criar cenários pessimistas, neutros e otimistas, antecipando potenciais desafios e tomando decisões com mais assertividade.

    No caso do departamento comercial, por exemplo, uma projeção de vendas é fundamental para orientar a produção e o time de vendas. 

    Leia também: Projeção de vendas – qual a importância no seu negócio e como fazer

    Já o financeiro precisa ter uma previsão orçamentária, por departamento ou setor, de forma a prever as movimentações financeiras que vão influenciar no resultado da empresa.

    Bastante conhecida em contextos como administração de condomínios ou, mesmo, planejamento financeiro familiar, a previsão orçamentária deve fazer parte da estratégia de um negócio. 

    Saiba tudo sobre o assunto e entenda como fazer a sua! Neste artigo, vamos abordar: 

    • O que é previsão orçamentária
    • Tipos de previsão orçamentária
    • Para que serve a previsão orçamentária de uma empresa
    • Vantagens da previsão orçamentária para empresas
    • Como fazer uma previsão orçamentária em 6 passos
    • BÔNUS: Conte com um sistema para melhorar sua gestão financeira

    Boa leitura!

    O que é previsão orçamentária

    [vc_row][vc_column css=”.vc_custom_1557248099697{margin-top: -35px !important;margin-bottom: 40px !important;border-radius: 4px !important;}”][rt_calltoaction_style calltoaction_background_color=”#efefef” calltoaction_overlay_color=”#00beb2″ calltoaction_title=”Integre e automatize os departamentos da sua empresa” calltoaction_title_align=”center” calltoaction_content=”Automatize a gestão da sua empresa de forma integrada entre os setores” calltoaction_subtitle=”Conheça agora!” calltoaction_button_title=”TESTE GRÁTIS” calltoaction_title_color=”#424242″ calltoaction_title_font_size=”30″ calltoaction_title_line_height=”34″ calltoaction_content_color=”#545454″ calltoaction_content_font_size=”20″ calltoaction_content_line_height=”24″ calltoaction_subtitle_color=”#545454″ calltoaction_subtitle_font_size=”20″ calltoaction_subtitle_line_height=”20″ calltoaction_button_title_color=”#ffffff” calltoaction_button_title_hover_color=”#ffffff” calltoaction_button_background_hover_color=”#f78547″ calltoaction_button_font_size=”20″ calltoaction_button_font_weight=”900″ calltoaction_button_link=”url:/erp-teste-gratis||target:%20_blank|” call_to_action_button_design=”.vc_custom_1557247905596{border-top-width: 6px !important;border-right-width: 6px !important;border-bottom-width: 6px !important;border-left-width: 6px !important;background-color: #f78547 !important;background-position: center !important;background-repeat: no-repeat !important;background-size: contain !important;border-left-color: #f78547 !important;border-left-style: solid !important;border-right-color: #f78547 !important;border-right-style: solid !important;border-top-color: #f78547 !important;border-top-style: solid !important;border-bottom-color: #f78547 !important;border-bottom-style: solid !important;border-radius: 15px !important;}”][/vc_column][/vc_row]

    A previsão orçamentária é um planejamento financeiro fundamental para empresas de qualquer porte ou segmento.

     

    Previsão orçamentária é isso que o nome já sugere; uma previsão, ou projeção, das movimentações financeiras que serão necessárias para manutenção de uma empresa. 

    Segundo o dicionário Priberam, orçamento é definido como: 

    • Conjunto das receitas e das despesas de um particular, de uma família, de um grupo, de uma empresa, de uma coletividade;
    • Quantia de que se dispõe;
    • Custo estimado de algo.

    Portanto, fazer uma previsão orçamentária significa listar todas as possíveis despesas, custos e investimentos, aliando esses gastos com a projeção de receitas. Assim, temos um planejamento financeiro que dará uma boa ideia do que o futuro reserva para a empresa.

    Além disso, a previsão orçamentária apóia o planejamento de cada departamento, já que todos saberão, exatamente, a quantia disponível para investimento em ações, contratações de empresas, compras de equipamentos, entre outras.

    Tipos de previsão orçamentária

    Vemos a previsão orçamentária sendo utilizada de forma bastante clara e comum em 4 ambientes principais. São eles: 

    Previsão orçamentária pessoal

    Essa é fácil: refere-se àquele planejamento familiar, em que se estabelece limites para gastos, metas para receitas, percentual para investimento ou lazer, enfim.

    Com o crescimento do número de investidores e a popularização de “coachings” financeiros, o conceito de previsão orçamentária e planejamento financeiro pessoal está cada vez mais claro para todos. 

    Previsão orçamentária para condomínios

    A previsão orçamentária é muito utilizada no contexto de condomínios. Isso porque ela é essencial para que a administradora possa calcular o valor das cotas, ou seja, quanto cada proprietário deverá pagar de condomínio.

    Se você mora em apartamento, deve ser estar acostumado com a apresentação da previsão orçamentária, sempre ao final do período de gestão (geralmente, isso é feito anualmente). 

    Nessa previsão irão constar projeção de gastos com manutenção de equipamentos, jardim, folha de pagamento, fundo de reserva, entre outros. O cálculo pode ser feito com base no histórico recente, acrescido de uma taxa de inflação, por exemplo.

    Previsão orçamentária de empresa

    A previsão orçamentária de uma empresa difere um pouco da previsão de condomínios, porque, no segundo caso, a receita virá para cobrir a previsão. 

    Já no caso da empresa, a previsão de receita precisa estar alinhada com a previsão orçamentária de forma a evitar um resultado negativo ao final do período

    A previsão orçamentária de uma empresa auxilia na visualização de potenciais riscos ou oportunidades, além de direcionar os diferentes setores para que possam tomar suas decisões com base em algo concreto. 

    É mais fácil escolher prioridades se você tem um limite de orçamento para investir nesses projetos, certo? 

    Previsão orçamentária pública

    a previsão orçamentária pública é um planejamento financeiro do Governo, que serve, também, como um compromisso assumido com a população para destinação dos recursos públicos.

    É aqui que o Governo assumirá direitos e deveres em relação à destinação de orçamento para diferentes projetos, de áreas variadas, como saúde, educação, cultura, entre outros. 

    Para que serve a previsão orçamentária de uma empresa

     

    A previsão orçamentária oferece autonomia aos diferentes departamentos da empresa.

     

    A previsão orçamentária em uma empresa serve para aproveitar melhor os recursos financeiros do negócio, destinando verba para investimentos e limitando custos e despesas.

    Assim, é possível prevenir possíveis desafios, enfrentar crises com mais segurança e evitar resultados negativos no negócio. 

    Com a previsão orçamentária é possível, também, dar autonomia aos departamentos da empresa, que poderão tomar decisões e administrar o seu orçamento com base em suas necessidades e prioridades. 

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    Vantagens da previsão orçamentária para empresas

    Você já entendeu o que é previsão orçamentária e porque ela é importante para a empresa. Mas, para reforçar, listamos, abaixo, as principais vantagens de trabalhar com esse modelo de planejamento.

    Com certeza, depois disso, você nunca mais deixará de fazer uma previsão orçamentária para o seu negócio — mesmo que você seja um microempreendedor individual

    Controle dos gastos

    Imagina que você tenha R$ 10 mil em caixa, e comece a comprar insumos e pagar contas conforme elas aparecem, sem controle. É muito provável que você acabe comprar coisas a mais, sem limites, e o dinheiro acabe antes de você comprar itens essenciais para a empresa.

    Com a previsão orçamentária você pode estipular metas para diferentes categorias de contas. Assim, consegue controlar melhor as despesas e impedir gastos desnecessários que farão extrapolar o orçamento.  

    Antecipação de crises

    Com uma visão a longo prazo de receitas e despesas, você pode se preparar para momentos difíceis. 

    Primeiro, porque poderá observar os pontos de baixa comercial, e controlar melhor o orçamento para manter as contas em dia. Segundo, porque pode prever um fundo de reserva para cobrir eventuais quedas no faturamento.

    Tomada de decisões assertivas

    Sem controle ou possibilidade de visualizar de onde vem e para onde vai o seu dinheiro, fica muito difícil decidir áreas que merecem investimentos ou cortes.

    Dessa forma, a previsão orçamentária auxilia na tomada de decisões, já que permite uma organização dos dados e uma readequação dos orçamentos conforme as necessidades surgirem.

    Apoio ao planejamento comercial

    Outra vantagem importante é que a previsão orçamentária pode orientar o time comercial no seu planejamento.

    Isso porque serve como referência dos períodos em que se prevê mais investimentos, por exemplo. Assim, a força de vendas pode planejar ações ou campanhas específicas para atender as necessidades financeiras da empresa nesses períodos.

    A previsão orçamentária serve, também, para estipular metas de vendas

    Como fazer uma previsão orçamentária em 6 passos

    O primeiro passo para a previsão orçamentária é ter suas contas organizadas.

     

    Agora que você já entendeu a importância de ter uma previsão orçamentária na sua empresa, hora de colocar a mão na passa.

    Com apenas 6 passos você poderá fazer a sua previsão, agregando mais ao plano financeiro do seu negócio. 

    #Passo 1: Organize suas contas a receber

    Seja em uma planilha, seja utilizando um sistema de gestão (recomendado), você precisa ter organizadas todas as contas a receber, com datas de vencimento, responsável, forma de pagamento, entre outras informações relevantes.

    Essa informação é necessária para que você tenha uma projeção de receitas a médio e longo prazo. Ainda que sejam vendas já realizadas e boletos já emitidos, ainda é projeção porque, infelizmente, a inadimplência existe e assombra a realidade dos empresários.

    #Passo 2: Organize suas contas a pagar

    Da mesma forma, é preciso organizar suas contas a pagar. Todas as despesas já programadas, como energia, aluguel, internet, folhas de pagamento, boletos de fornecedores, entre outras.

    Procure, sempre, categorizar as despesas, de forma que você tenha uma visão clara do volume de gastos em cada área. 

    #Passo 3: Estipule uma reserva de emergência

    Agora, é hora de pensar naquele plano B. Se tudo der errado, de onde tirar dinheiro para manter o negócio funcionando? 

    A reserva de emergência é fundamental para você enfrentar períodos de crise. Para construir um fundo de reserva, você deve estipular um valor mensal que será reservado para isso. 

    #Passo 4: Avalie o histórico do financeiro e planeje seu próximo ano

    A melhor forma de começar a fazer uma previsão orçamentária e levantar o histórico do seu financeiro. 

    Assim, você terá base para definir os limites, as categorias de contas que precisam ser contempladas, e as metas. 

    Mas, se você não organiza essas informações e, por isso, não consegue histórico, não tem problema: comece com uma previsão orçamentária de curto prazo, vá ajustando aos poucos. 

    No entanto, lembre-se de começar a registrar todas as movimentações financeiras da empresa, para nunca mais ficar às cegas. 

    #Passo 5: Acompanhe de perto as inadimplências

    Um ponto fundamental é que você acompanhe de perto suas contas a receber, de forma a identificar com agilidade as inadimplências. 

    Assim, ninguém é pego de surpresa na hora de pagar uma conta e ver que o caixa está negativo. 

    #Passo 6: Automatize seus processos

    Por fim, mas com certeza não menos importante: automatize os processos na sua empresa! 

    Com a automatização você garante que as informações estarão sempre atualizadas, reduz chance de erros, melhora a comunicação entre departamentos e integra toda a empresa. Sem falar, claro, que melhora a produtividade e a qualidade de suas entregas.

    Para o setor financeiro, a automatização é uma forma excelente de garantir a integridade e a confiabilidade dos dados, que servirão para a tomada de decisões, para análises e, claro, para a previsão orçamentária.

    BÔNUS: Conte com um sistema para melhorar sua gestão financeira

    Falando nisso, saiba que contar com um sistema ERP é a melhor maneira de você padronizar e automatizar processos. 

    Com o sistema ERP você controla e centraliza as informações de diferentes setores, como Compras, Vendas, Financeiro, Estoque, entre outros. Assim, o gestor tem uma visão completa e integrada do seu negócio.

    Com os dados coletados pelo sistema de forma automatizada, e a partir dos relatórios gerenciais oferecidos pela plataforma, o gestor pode:

    • Identificar oportunidades de melhorias ou vantagens competitivas;
    • Tomar decisões relacionadas ao planejamento estratégico ou financeiro;
    • Acompanhar os principais KPI’s do negócio;
    • Identificar oportunidades para investimentos ou redução de custos, sem comprometer os resultados do negócio;
    • Perceber potenciais falhas de processo, tomando ações corretivas em tempo hábil.

    Portanto, além do ERP ser uma forma de automatizar processos, ele é também uma ferramenta fundamental para uma gestão de negócios eficiente, permitindo o crescimento sustentável dos resultados da empresa.

    Conheça o BomControle

    O BomControle é um ERP completo, com diversos módulos que atendem a empresas de todos os segmentos e portes.

    Integrando diferentes setores, de fácil acesso e com os dados guardados em nuvem, o ERP BomControle é a melhor opção para quem deseja profissionalizar sua gestão e ver seu negócio crescer.

    Conheça as funcionalidades disponíveis: 

     

    Para conhecer o sistema, você pode experimentar as funcionalidades de forma gratuita por um período de 15 dias, e só paga se gostar. Faça um teste!

    Conclusão

    A previsão orçamentária da empresa depende de uma boa organização financeira.

     

    A previsão orçamentária deve fazer parte da rotina do gestor de qualquer empresa, assim como o planejamento estratégico

    Como vimos, ela é fundamental para orientar a tomada de decisões, antecipar desafios e contribuir para o crescimento do negócio. 

    Para uma previsão orçamentária realista e fiel, é preciso manter as finanças organizadas. Assim, você constrói um histórico que pode servir como base para as previsões e projeções futuras, sem chutes. 

    Conte com um sistema de gestão completo para integrar as informações de sua empresa em um só lugar. Conheça o BomControle e faça um teste gratuito! 

    Gostou deste conteúdo? Para outras dicas de gestão, confira os artigos que recomendamos para você:

    Simples Nacional: o que é, como emitir e quem se enquadra?

    Simples nacional é um regime tributário simplificado que favorece pequenas empresas, instituído pelo Governo Federal em 2006 e aplicado desde 2007.

    Com ele, empresas que possuem faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões viram sua contabilidade descomplicar — além de terem reduzidas as suas contribuições tributárias.

    Leia também: O que é e como calcular a Receita Operacional

    Em 2018, passou por uma reformulação. Em 2019, novas atividades foram inseridas na lista de segmentos empresariais que podem ser optantes pelo Simples Nacional.

    Descubra se o seu pequeno negócio pode optar por este regime, como ele funciona, quais as tributações e obrigações da empresa e as vantagens de ser do Simples Nacional.

    Neste artigo, abordaremos alguns conceitos importantes para o entendimento deste regime tributário, além de:

    • O que é Simples Nacional e para que serve?
    • Quais empresas se enquadram no Simples Nacional?
    • Quem não pode optar pelo Simples Nacional?
    • Vantagens do Simples Nacional
    • Como emitir o Simples Nacional
    • Simples Nacional e seus anexos
    • O que é DAS e como emitir
    • Vale a pena ser do Simples Nacional?

     

    Boa leitura!

    [vc_row][vc_column css=”.vc_custom_1557248099697{margin-top: -35px !important;margin-bottom: 40px !important;border-radius: 4px !important;}”][rt_calltoaction_style calltoaction_background_color=”#efefef” calltoaction_overlay_color=”#00beb2″ calltoaction_title=”Gestão Financeira automatizada” calltoaction_title_align=”center” calltoaction_content=”Automatize a gestão da sua empresa de forma integrada entre os setores” calltoaction_subtitle=”Conheça agora!” calltoaction_button_title=”TESTE GRÁTIS” calltoaction_title_color=”#424242″ calltoaction_title_font_size=”30″ calltoaction_title_line_height=”34″ calltoaction_content_color=”#545454″ calltoaction_content_font_size=”20″ calltoaction_content_line_height=”24″ calltoaction_subtitle_color=”#545454″ calltoaction_subtitle_font_size=”20″ calltoaction_subtitle_line_height=”20″ calltoaction_button_title_color=”#ffffff” calltoaction_button_title_hover_color=”#ffffff” calltoaction_button_background_hover_color=”#f78547″ calltoaction_button_font_size=”20″ calltoaction_button_font_weight=”900″ calltoaction_button_link=”url:/erp-teste-gratis||target:%20_blank|” call_to_action_button_design=”.vc_custom_1557247905596{border-top-width: 6px !important;border-right-width: 6px !important;border-bottom-width: 6px !important;border-left-width: 6px !important;background-color: #f78547 !important;background-position: center !important;background-repeat: no-repeat !important;background-size: contain !important;border-left-color: #f78547 !important;border-left-style: solid !important;border-right-color: #f78547 !important;border-right-style: solid !important;border-top-color: #f78547 !important;border-top-style: solid !important;border-bottom-color: #f78547 !important;border-bottom-style: solid !important;border-radius: 15px !important;}”][/vc_column][/vc_row]

    O que é Simples Nacional e para que serve?

    O Simples Nacional é um regime tributário simplificado para micro e pequenas empresas.

     

    O Simples Nacional é uma iniciativa do Governo Federal que visa facilitar a rotina de pequenos e micro empresários.

    Isso acontece porque, sendo optante deste regime tributário, o empresário tem a possibilidade de recolher vários impostos em uma única guia.

    Além disso, as alíquotas aplicadas são inferiores e dependem do faturamento bruto anual, que deve ser, no máximo, de R$ 4,8 milhões anuais (valor atual, considerando a data de redação deste artigo).

    Dessa forma, empresários que, até então, eram obrigados a se enquadrar nos regimes de Lucro Real ou Lucro Presumido ganharam novo fôlego, tanto financeiro quanto gerencial — afinal, é muito mais fácil manter seus débitos em dia se estiverem todos na mesma data e com um único boleto.

    Outro ponto importante do Simples Nacional é a facilidade de cumprimento das obrigações trabalhistas, pois estas questões também foram alteradas e facilitadas ao empreendedor.

    Criado através da Lei Complementar nº 123/06, o Simples Nacional também é chamado de Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições. Em 2018, alguns pontos da lei foram alterados, com a publicação da Lei Complementar nº 155.

    Um breve histórico

    Vamos resumir os anos de Simples Nacional em uma simples linha do tempo. Aprofundaremos as principais mudanças ocorridas no período no decorrer deste artigo. Veja:

    • 2006: publicação da lei 123/06, que formaliza o Simples Nacional como um novo regime tributário voltado a micros e pequenas empresas;
    • 2007: a lei entra em vigor, em Julho deste ano;
    • 2009: criação do MEI, uma categoria do Simples Nacional voltada para microempreendedores individuais, formalizando negócios autônomos;
    • 2014: publicação da lei complementar 147, com alterações no setor de Exportação, atualização de limites e valores para recolhimento fixo de ICMS e de ISS, aumento de benefícios para as microempresas nas participações de licitações e reduções de taxas para o MEI;
    • 2018: mudança na estrutura do Simples Nacional, com redução de seus anexos (de seis para cinco), realocação de atividades e alteração do limite de faturamento bruto anual;
    • 2019: alteração da lista de segmentos enquadrados no Simples Nacional e cancelamento da possibilidade de agendamento para enquadramento.

    Simples Nacional x MEI

    O Simples Nacional, como dissemos, foi criado em uma lei que data de 2006. Mas foi em 2007 que ela entrou, de fato em vigor.

    Em 2009, outra categoria tributária foi criada: a de microempreendedor individual. O MEI, como é conhecido, faz parte do Simples Nacional e abraça os profissionais autônomos.

    Assim, formalizaram-se diversas atividades para garantir benefícios que, até então, eram voltados a empresas com mais de um funcionário.

    Também com uma única guia para contribuição(o DAS-MEI), o microempreendedor, diferente das empresas do Simples Nacional, para uma alíquota fixa, que depende, apenas, do setor que o profissional autônomo está enquadrado.

    Quais empresas se enquadram no Simples Nacional?

    Micro empresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) podem ser do Simples Nacional, desde que suas atividades estejam enquadradas.

     

    O Simples Nacional é voltado para micro e pequenas empresas, com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões.

    Considera-se microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP):

    A sociedade empresária, a sociedade simples e o empresário a que se refere o art. 966 da Lei 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil Brasileiro), que esteja devidamente registrado no registro de empresas mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, e que cumpra os limites de receita bruta previstos na legislação.

    No entanto, o faturamento não é o único requisito para uma empresa optar pelo regime do Simples Nacional. É preciso que a atividade da empresa esteja na lista de atividades aceitas neste modelo.

    É importante verificar se o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da sua empresa está contemplado no regime tributário do Simples Nacional ou MEI. Caso contrário, não será possível solicitar o enquadramento.

    Além disso, é preciso estar em dia com as obrigações legais da empresa. Veja, abaixo, um resumo das exigências para uma empresa poder optar pelo Simples Nacional:

    • Possuir faturamento máximo de R$ 4,8 milhões por ano;
    • Ter sua atividade enquadrada na lista de CNAEs aceitos;
    • Não possuir débitos, emitindo certidões negativas de débitos para comprovação;
    • Estar regular quanto aos cadastros fiscais;
    • Não ter, em seu quadro societário, algum sócio no exterior;
    • Não possuir capital em órgãos públicos, independente de ser direto ou indireto.

    Quem não pode optar pelo Simples Nacional?

    Empresas com atividades específicas não podem optar pelo Simples Nacional, por não terem seus CNAEs enquadrados na lista de atividades permitidas.

    Alguns exemplos são:

    • Atividades com serviços financeiros;
    • Serviços de transporte, exceto transporte fluvial;
    • Importação de combustíveis;
    • Fabricação de veículos;
    • Distribuição ou geração de energia elétrica;
    • Locação de imóveis próprios ou serviços que envolvam loteamento e incorporação de imóveis;
    • Atuação na cessão ou locação de mão de obra;
    • Cooperativas;
    • Produção ou venda no atacado de cigarros e assemelhados, armas de fogo, refrigerantes e bebidas alcóolicas (exceto pequenos produtores).

    Além das atividades, existem outras situações que podem impedir o seu enquadramento no Simples Nacional, como:

    • Um dos sócios (ou mais) estar presente no quadro societário de outra empresa optante pelo Simples Nacional;
    • A empresa possuir participação em outra empresa;
    • A empresa possui outra empresa como parte do quadro societário;
    • A empresa é ou será S/A;
    • A empresa possui filial ou representa uma empresa no exterior;
    • A empresa possui um dos sócios morando no exterior.

    Vantagens do Simples Nacional

    A principal vantagem do Simples Nacional é referente à tributação. Além de reduzida, é unificada, simplificando a vida do empresário.

    Empresas optantes pelo Simples Nacional podem realizar o pagamento de oito impostos diferentes por meio de uma única guia. Com isso, é mais fácil se organizar e não perder o vencimento de nada!

    Os impostos unificados são:

    • Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI
    • Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS
    • Imposto sobre Circulação de Serviços – ISS
    • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ
    • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL
    • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins
    • Programa de Integração Nacional – PIS
    • Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS

     

    Outra vantagem que vale mencionar é que o Simples Nacional pode ser um fator de desempate em processos de licitação de micro e pequenas empresas.

    Isso porque é mais fácil a empresa manter suas contribuições trabalhistas e previdenciárias em dia. Então, o contratante tem mais garantias de que a empresa contratada estará em dia com suas obrigações.

    Como emitir o Simples Nacional

    Se você possuir um negócio que se enquadra no regime do Simples Nacional, poderá fazer a alteração através do preenchimento de um formulário solicitando o enquadramento.

    A solicitação deve ser realizada no mês de Janeiro e ficará válida por todo o ano calendário. Ou seja: se você quiser mudar novamente, terá que esperar até Janeiro do ano seguinte.

    É recomendável que você converse com o seu contador e solicite sua ajuda para esse processo. É sempre mais fácil contar com profissionais que já estão familiarizados com os procedimentos.

    Mas, caso desejar, você poderá fazer por conta própria. Para isso, basta:

    1. Acessar o site do Simples Nacional;
    2. Vá até a área “Simples Serviços” e clique em “Opção”: Solicitação de Opção pelo Simples Nacional;
    3. Clique no ícone de código de acesso;
    4. Clique no link para gerar código e seguir o procedimento. Para isso, será necessário informar: CNPJ da empresa, CPF do responsável (perante à Receita Federal), recibo do Imposto de Renda de Pessoa Física do responsável ou Título de Eleitor, caso o responsável seja isento de IR;
    5. Ao gerar o código, volte para a página e faça o login;
    6. Clique em “Sim” para aceitar o termo que declara que seus documentos estão devidamente regularizados e que sua empresa possui Inscrição Municipal e, caso seja obrigatório, a Estadual;
    7. Clique em “Aceito” para aceitar os termos de adesão. Antes de aceitar, leia com atenção;
    8. Após estes passos, o sistema da Receita Federal fará uma verificação, confirmando que não há nenhuma pendência fiscal ou cadastral da empresa. Clique em “Iniciar verificação”;
    9. Salve as informações declaradas, clicando em “Salvar”;
    10. Pronto! Sua solicitação de enquadramento no Simples Nacional foi concluída. Você receberá informações sobre a aprovação ou não do seu pedido, e poderá ajustar as pendências necessários para fazer nova solicitação, caso necessário.

    Simples Nacional e seus anexos

    A Lei do Simples Nacional apresenta diversos anexos, que fazem referências às alíquotas e faixas de faturamento para diferentes segmentos de empresas.

    O objetivo dos anexos é buscar uma justiça tributária, cobrando mais impostos das atividades consideradas intelectuais, e menos daquelas mais operacionais.

    Até 2017, eram 6 anexos vigentes. Em 2018, este número caiu para 5, e algumas atividades foram realocadas.

    Você pode entender tudo sobre os anexos do Simples Nacional neste artigo: Tabela do Simples Nacional: entenda as alíquotas deste regime tributário

    Por termos um artigo completo dedicado à explicação das tabelas do Simples Nacional, não aprofundaremos este tópico. Basta saber que compreender os anexos é fundamental para entendimento da lógica de funcionamento do Simples Nacional.

    É importante, também, estar ciente de que eles poderão ser alterados sempre que o Governo entender que novas atividades ou ajustes devem ser realizados, de forma a contemplar mais setores ou melhorar as oportunidades aos microempresários.

    O que é DAS e como emitir

    A DAS é a guia unificada de pagamento de tributos, emitida por empresas do Simples Nacional.

     

    A DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) é a guia que a empresa do Simples Nacional deve emitir para pagamento unificado de suas obrigações tributárias.

    A taxa reúne os impostos devidos (IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI, ISS e Contribuição Previdenciária) em um único boleto, com uma mesma data de vencimento, e pode ser paga em qualquer unidade bancária.

    Após o pagamento, são repassados os valores devidos para cada órgão, nas contas do Município, Estado e União.

    Para saber quanto você deve pagar, você deve:

    1. Verificar o seu faturamento bruto;
    2. Conferir a faixa de tributação que o seu faturamento está encaixado e verificar a alíquota correspondente;
    3. Aplicar o percentual da alíquota sobre o seu faturamento bruto.

    [vc_row][vc_column css=”.vc_custom_1557248099697{margin-top: -35px !important;margin-bottom: 40px !important;border-radius: 4px !important;}”][rt_calltoaction_style calltoaction_background_color=”#efefef” calltoaction_overlay_color=”#00beb2″ calltoaction_title=”Gestão Financeira automatizada” calltoaction_title_align=”center” calltoaction_content=”Automatize a gestão da sua empresa de forma integrada entre os setores” calltoaction_subtitle=”Conheça agora!” calltoaction_button_title=”TESTE GRÁTIS” calltoaction_title_color=”#424242″ calltoaction_title_font_size=”30″ calltoaction_title_line_height=”34″ calltoaction_content_color=”#545454″ calltoaction_content_font_size=”20″ calltoaction_content_line_height=”24″ calltoaction_subtitle_color=”#545454″ calltoaction_subtitle_font_size=”20″ calltoaction_subtitle_line_height=”20″ calltoaction_button_title_color=”#ffffff” calltoaction_button_title_hover_color=”#ffffff” calltoaction_button_background_hover_color=”#f78547″ calltoaction_button_font_size=”20″ calltoaction_button_font_weight=”900″ calltoaction_button_link=”url:/erp-teste-gratis||target:%20_blank|” call_to_action_button_design=”.vc_custom_1557247905596{border-top-width: 6px !important;border-right-width: 6px !important;border-bottom-width: 6px !important;border-left-width: 6px !important;background-color: #f78547 !important;background-position: center !important;background-repeat: no-repeat !important;background-size: contain !important;border-left-color: #f78547 !important;border-left-style: solid !important;border-right-color: #f78547 !important;border-right-style: solid !important;border-top-color: #f78547 !important;border-top-style: solid !important;border-bottom-color: #f78547 !important;border-bottom-style: solid !important;border-radius: 15px !important;}”][/vc_column][/vc_row]

    Se o seu faturamento bruto anual foi de R$ 100 mil, você estará na faixa de tributação de 6%. Ou seja, você deverá pagar 6% sobre o valor de R$ 100 mil, o que dá R$ 6 mil.

    Vale a pena ser do Simples Nacional?

    A maior comparação que se faz é entre o Simples Nacional e o Lucro Presumido. Mas, para responder a essa pergunta, algumas análises e cálculos precisam ser feitos.

    Dependendo da faixa de faturamento da empresa e do número de funcionários, pode ser que a empresa não tenha vantagens claras ao sair do Lucro Presumido para o Simples Nacional.

    Mas, em geral, mesmo que os impostos no Simples Nacional possam ficar um pouco acima do que outro regime tributário, muitas vezes ainda é vantagem pela simplificação no recolhimento e pagamento.

    O que você economizaria em outro regime pode acabar virando multa por atraso ou esquecimento do recolhimento do valor.

    Então, pela praticidade, o Simples Nacional é vantajoso por si só.

    Para comparar este modelo de regime com outro, é fundamental que você converse com seu contador. Só ele é capaz de orientar a melhor escolha, considerando os cenários da sua empresa e todos os demais aspectos que precisam ser avaliados para uma tomada de decisão.

    Conclusão

    Além de optar pelo Simples Nacional, você pode melhorar sua gestão tributária utilizando um sistema ERP completo.

     

    Neste artigo, falamos sobre o Simples Nacional e todas as vantagens que esse regime tributário pode oferecer aos pequenos e microempresários.

    Além de redução dos custos com impostos, o Simples Nacional traz simplificação ao dia a dia do gestor.

    Uma forma de melhorar, também, o controle financeiro e contábil da empresa é contar com um sistema de gestão que automatize processos, facilite a rotina e auxilie para que todas as obrigações da empresa sejam pagas em dia.

    Conheça o BomControle e melhore sua gestão financeira. Faça um teste gratuito por 15 dias, sem necessidade de informar o cartão de crédito!

    Se desejar continuar seus estudos sobre gestão financeira e tributária, confira os artigos que separamos para você:

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    Entenda o que é a Certidão Negativa da Justiça Federal e como tirar uma

    Certidão negativa da justiça federal é um documento também chamado de “nada consta”, que comprova que uma pessoa não está envolvida em nenhum processo criminal.

    Apesar de ser uma certidão emitida para pessoas físicas, tem impacto para as empresas, já que em determinados processos de contratação podem ser solicitadas certidões negativas da empresa, dos sócios ou de outros funcionários.

    Além da certidão negativa da justiça federal, existem outras certidões negativas que podem fazer parte da lista de documentação exigida em caso de, por exemplo, participação em editais.

    Leia também: Certidão Negativa de Débitos – tipos e como emitir cada uma

    Para entender o que é e como emitir a certidão negativa da justiça federal, continue conosco. Neste artigo, você vai aprender:

    • Certidão negativa da justiça federal: o que é
    • Para que serve a certidão negativa da justiça federal
    • Como emitir uma certidão negativa da justiça federal
    • Outros tipos de certidões negativas
    • Por que emitir certidão negativa da justiça federal
    • Conheça o BomControle
    • Conclusão

    Boa leitura!

    Certidão negativa da justiça federal: o que é

    A certidão negativa de justiça federal trata-se de um documento que identifica se uma pessoa está respondendo ou já respondeu por algum processo criminal, ou cível. Também conhecido como certidão de Nada Consta, esse documento pode ser necessário em alguns processos de contratação.

    Outros exemplos de situações onde uma certidão negativa da justiça federal poderá ser solicitada são: venda de imóveis, concursos públicos e licitações.

    O que são certidões negativas

    Como você pode ver, as certidões negativas, ou “nada consta” têm como objetivo atestar a ausência de processos, dívidas e outros problemas legais envolvendo o consultante. Em alguns casos, a emissão desses documentos é gratuita. Em outros, é preciso pagar uma taxa para a emissão.

    Existem diferentes tipos de certidões negativas. Você aprenderá mais sobre eles mais à frente nesse artigo.

    Para que serve a certidão negativa da justiça federal

    A certidão negativa da justiça federal é um documento que atesta que não existem processos registrados no CPF do consultante. Isso abrange os registros do Tribuna de Justiça Federal, e pode englobar processos cíveis, criminais ou financeiros.

    Como emitir uma certidão negativa da justiça federal

    A certidão negativa da justiça federal pode ser emitida através do site, acessando esse link. Aqui, você deverá escolher a região do Tribunal Regional Federal de acordo com o seu estado:

    • 1º região: DF, MG, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP;
    • 2º região: RJ e ES;
    • 3º região: SP e MS;
    • 4º região: RS, PR e SC;
    • 5º região: AL, CE, PB, PE, RN e SE.

    Clicando na opção correspondente, você será direcionado para a página de emissão correta. Pode ser que você precise, nessa página, selecionar o tipo de certidão desejado. A certidão negativa da justiça federal também pode estar identificada como Certidão de Distribuição.

    Você pode também acessar diretamente o site da Justiça Federal da sua região. Para o endereço, basta combinar a sigla JF (justiça federal) com a de seu estado, seguindo com “.jus.br”. Por exemplo, o endereço para SP é “jfsp.jus.br”.

    Então, basta preencher o formulário de emissão como nome completo e CPF ou CNPJ. A solicitação é gratuita no site da Justiça Federal.

    Vale lembrar: existem serviços pagos para emissão dessas certidões. Muitas vezes, os sites utilizam domínios similares ao da Justiça Federal, visando confundir usuários menos experientes. Por isso, certifique-se de que o site em que você está realizando o pedido termina em “.jus.br” e não em “com.br”.

    bomcontrole - erp

    Outros tipos de certidões negativas

    Existem muitos outros tipos de certidões negativas, utilizadas em outras situações. Veja alguns exemplos:

    • Certidão da Receita Federal: comprova que a pessoa não possui nenhuma pendência com os tributos federais e da Previdência Social.
    • Certidão Negativa de Protesto: tem como objetivo comprovar que não existem dívidas junto ao cartório de protestos para o CPF consultado.
    • Certidão negativa da Justiça do Trabalho: comprova que não existem processos trabalhistas envolvendo a pessoa física ou jurídica.
    • Certidão negativa de débitos: confirma não haver pendências financeiros ou processuais em nome da pessoa física, jurídica, ou até mesmo de um bem.
    • Certidão de regularidade de FGTS: comprova que a pessoa física ou jurídica não tem pendências registradas com o FGTS.

    Como evitar os débitos

    A melhor forma de evitar problemas judiciais na sua empresa é mantendo um monitoramento constante de todas as operações. Para isso, é necessário contar com a ajuda de softwares de gestão especializados, como um ERP.

    O acompanhamento detalhados dos processos do dia a dia ajuda a reduzir erros, o que pode até mesmo levar a corte de custos ou o aumento da produtividade.

    A seguir, conheça algumas dicas para evitar problemas legais em sua empresa:

    Conheça as responsabilidades contábeis e fiscais da empresa

    Antes de mais nada, é preciso conhecer e compreender as responsabilidades da sua empresa. Isso vai desde o controle do fluxo de caixa até as obrigações legais.

    Então, acompanhe a contabilidade com um software de gestão financeira. O ideal é monitorar o máximo de informações possíveis, desde os gastos com produção até taxas, impostos e outras obrigações fiscais.

    Mantenha o controle sobre os vencimentos

    Inúmeros problemas contábeis e legais podem ser evitados com o monitoramento das datas de vencimento em contas e impostos.

    Além de reduzir custos com multas de atraso, esse acompanhamento ajuda a evitar processos ou burocraciais desnecessárias para resolver as pendências.

    Conte com um sistema para a gestão contábil da empresa

    Acompanhar todos os dados da sua empresa é um grande desafio. Mesmo nos menores negócios, essa é uma tarefa extensa. Afinal, é preciso seguir os números de perto para realizar uma administração eficaz.

    Por isso, contar com um software específico para a gestão contábil é muito importante. A organização é sua principal arma contra problemas legais e fiscais.

    Se ficou interessado, temos um artigo completo sobre a Gestão Financeira Empresarial nesse link.

    Conheça o BomControle

    O BomControle é um ERP de Gestão intuitivo e poderoso, que permite a administração integrada da sua empresa. De maneira simples, prática e organizada, você mantém as contas em dia e evita problemas fiscais e judiciais.

    O melhor de contar com uma plataforma especializada em gestão é que você tem muito mais tempo para focar naquilo que realmente importa: o futuro da sua empresa. Com menos tarefas repetitivas na sua rotina, sobra energia para fazer o que você faz de melhor: empreender e inovar.

    A Plataforma BomControle conta com diferentes módulos, visando atender às necessidades de todos os setores da sua empresa. Conheça melhor:

    • Gestão Financeira: controle integral das atividades financeiras do negócio, para ganhar tempo e aumentar a confiabilidade de dados;
    • Controle de Estoque: gestão inteligente do estoque, integrando o Controle de Vendas e a Gestão Financeira da empresa;
    • Vendas: ganho de agilidade com a automatização de processos do time comercial;
    • CRM: todas as informações sobre suas negociações em andamento na pontas dos dedos;
    • Gestão de Processos: ferramenta BPM para criar, analisar e ajustar processos de forma simples e automatizada;
    • Service Desk: fidelização de clientes através de uma ferramenta para automatizar e facilitar o atendimento e suporte.

    A chave para não deixar passar nenhum erro na contabilidade é a automatização de processos e integração das informações. Com BomControle, você tem acesso a tudo que precisa de maneira organizada e simples.

    O melhor é que você pode fazer um teste completamente gratuito para experimentar todas essas funcionalidades. Basta clicar aqui para começar o período de 15 dias de testes.

    Assim, você pode conferir por si mesmo: BomControle tem tudo que sua empresa precisa.

    Conclusão

    Muitas vezes, a emissão de documentos e certidões é necessária para que as atividades da sua empresa tenham continuidade. Infelizmente, quando o assunto são processos burocráticos, pode ser difícil encontrar as informações que você precisa.

    Isso leva ao desperdício com serviços pagos para a emissão, quando a mesma pode ser feita de forma gratuita. Esse é o caso com a certidão negativa da justiça federal.

    O documento, que comprova a ausência de processos cíveis ou criminais no nome do consultante, pode ser obtido através do site do Tribunal Regional Federal do seu Estado. Basta acessar o link e fazer a solicitação informando seu CPF.

    Agora que você já sabe como obter a certidão negativa da justiça federal, que tal descobrir mais sobre como manter tudo mais organizado na sua empresa? Com o sistema de gestão ideal, você evita débitos, reduz custos e otimiza os processos do dia a dia.

    Clique aqui e saiba tudo que BomControle pode fazer pela sua empresa.

    Que tal continuar aprendendo sobre gestão? Leia também esses outros artigos que separamos para você:

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    Controle de gastos: 6 passos para manter as contas da sua empresa em dia

    Controle de gastos é um processo fundamental para que pessoas e empresas mantenham em dia suas despesas. 

    Sem um orçamento definido para cada área, é muito fácil de se perder nas contas, não é verdade? No caso das empresas, não ter uma visão clara de todos os custos e despesas é um risco que afeta os resultados e a saúde financeira do negócio.

    Imagina ter um ótimo volume de vendas, uma boa receita, e ainda assim não ver o dinheiro sobrar no fim do mês? A única forma de garantir um fluxo de caixa adequado é conhecer fielmente de onde vem e para onde vai o faturamento da empresa.

    Por isso, manter o controle de gastos deve ser rotina de qualquer operação, independente do setor ou tamanho. A dica vale, também, para quem é microempreendedor: separe, sempre, as despesas da empresa das despesas pessoais.

    Para saber mais sobre como controlar os custos e despesas da sua empresa, de forma a apoiar o crescimento sustentável do seu negócio, continue a leitura. Neste artigo, vamos abordar:

    • O que é o controle de gastos
    • Importância do controle de gastos
    • Como fazer um controle de gastos: 6 passos essenciais
    • Controle de gastos: como reduzir despesas
    • Conheça o BomControle

    Boa leitura!

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    O que é o controle de gastos

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    O controle de gastos é fundamental para manter a saúde financeira da empresa.

    Controle de gastos é o processo que visa listar e acompanhar os custos e despesas de qualquer operação.

    Significa manter uma documentação com a descrição, categoria e vencimento dos gastos, de modo a não perder nenhum pagamento. Dessa forma, você evita ter custos desnecessários como juros e multas, por esquecimento ou falta de planejamento das contas a pagar.

    O método de organização é utilizado tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

    Para quem costuma misturar as contas e as receitas pessoais com as da empresa (é muito comum no caso de quem é MEI), atenção: você corre o risco de acabar reduzindo os resultados do seu negócio.

    Fundamental para qualquer controle de gastos, a divisão correta entre vida pessoal e vida profissional permite o crescimento sustentável dos microempreendedores e evita interpretações erradas da saúde financeira da operação.

    Controle de gastos pessoais

    O controle de gastos pessoais nada mais é do que um controle do orçamento familiar. Para quem já busca informações sobre investimentos, por exemplo, é uma atividade já conhecida.

    Existem, atualmente, aplicativos gratuitos que auxiliam na função. Mas, se você preferir, há dois métodos que nunca falham: papel e caneta ou uma boa planilha de Excel.

    Geralmente, a dificuldade maior está com a própria pessoa: gastos menores, como o cafezinho depois do almoço, raramente são lançados nesses controles. Com isso, é comum que a conta não feche: falta dinheiro e você não sabe o porquê.

    Controle de gastos para empresas

    Nas empresas, o controle de gastos costuma ser mais efetivo, já que o empresário sabe que a gestão financeira é o coração do negócio.

    No entanto, existem muitos desafios no processo: seja entender a diferença entre custo e despesas, o que confunde e disfarça alguns indicadores, seja na hora de categorizar os gastos de forma a permitir uma análise efetiva.

    Aqui, o nosso exemplo do café pós almoço também existe: despesas pequenas, como o pagamento de um motoboy ou a compra de café para a equipe podem acabar passando batidas.

    Por isso, é fundamental que as informações de outros departamentos (como compras, por exemplo) estejam alinhadas e integradas com os controles financeiros.

    Se é o empresário o responsável por ambos departamentos (como costuma acontecer nas empresas pequenas), a dica ainda vale: não confie somente na sua memória e jamais faça sua operação depender única e exclusivamente de você.

    Sistemas de gestão auxiliam nessa tarefa, mantendo as informações registradas com mais integridade e garantindo um padrão nos processos.

    Caso, um dia, você precisar contratar algum profissional, vai ser mais fácil delegar as atividades e garantir que elas sejam executadas da forma que você gostaria.

    Importância do controle de gastos

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    O controle de gastos é importante para que o empresário consiga ter transparência e confiabilidade nos indicadores fundamentais da sua empresa, como margem de contribuição, EBITDA, custo da mercadoria vendida e até mesmo relatórios, como o DRE.

    Isso porque essas informações dependem da correta classificação dos custos e despesas e de mantê-los atualizados. Se você esquecer de lançar alguns gastos, irá parecer que tem muito mais dinheiro no caixa do que, de fato, há.

    O mesmo serve para as entradas de dinheiro. A gestão financeira é uma atividade essencial de qualquer empresa e deve ser feita com toda a atenção.

    Investir em ferramentas que auxiliem esse processo é, também, investir no crescimento do seu negócio.

    Para ilustrar, listamos algumas das principais vantagens de manter um bom controle de gastos em sua empresa. Confira:

      • Permite fazer um planejamento orçamentário, antecipando necessidades e programando um dinheiro para investimentos, por exemplo;
    • Evita um excesso de estoque. Você sabe que estoque parado é dinheiro parado. Com o controle de gastos, você controla, também, o estoque, evitando o excesso tanto da produção quanto da compra de matéria-prima; 
      • Apoia o planejamento e projeção de vendas. Com uma visão atual e projetada dos recursos financeiros, permite que o time comercial tome decisões relacionadas às vendas, buscando atingir os resultados esperados;
      • Mantém um bom controle de fluxo de caixa. Assim, você não corre riscos ao se deparar com a falta de dinheiro na hora de pagar alguma despesa, por exemplo;
    • Oferece indicadores confiáveis e transparentes. O gestor precisa ter condições de analisar a situação real da empresa, e somente com um controle de gastos efetivo esses números serão íntegros para uma correta avaliação;
    • Permite o crescimento sustentável. Com o controle de gastos, você sabe onde e como crescer, evitando “dar o passo maior do que a perna”.

    [vc_row][vc_column css=”.vc_custom_1557248099697{margin-top: -35px !important;margin-bottom: 40px !important;border-radius: 4px !important;}”][rt_calltoaction_style calltoaction_background_color=”#efefef” calltoaction_overlay_color=”#00beb2″ calltoaction_title=”Controle Financeiro no automático!” calltoaction_title_align=”center” calltoaction_content=”Automatize a Gestão Financeira da sua empresa de forma integrada entre os setores” calltoaction_subtitle=”Conheça agora!” calltoaction_button_title=”TESTE GRÁTIS” calltoaction_title_color=”#424242″ calltoaction_title_font_size=”30″ calltoaction_title_line_height=”34″ calltoaction_content_color=”#545454″ calltoaction_content_font_size=”20″ calltoaction_content_line_height=”24″ calltoaction_subtitle_color=”#545454″ calltoaction_subtitle_font_size=”20″ calltoaction_subtitle_line_height=”20″ calltoaction_button_title_color=”#ffffff” calltoaction_button_title_hover_color=”#ffffff” calltoaction_button_background_hover_color=”#f78547″ calltoaction_button_font_size=”20″ calltoaction_button_font_weight=”900″ calltoaction_button_link=”url:/erp-teste-gratis||target:%20_blank|” call_to_action_button_design=”.vc_custom_1557247905596{border-top-width: 6px !important;border-right-width: 6px !important;border-bottom-width: 6px !important;border-left-width: 6px !important;background-color: #f78547 !important;background-position: center !important;background-repeat: no-repeat !important;background-size: contain !important;border-left-color: #f78547 !important;border-left-style: solid !important;border-right-color: #f78547 !important;border-right-style: solid !important;border-top-color: #f78547 !important;border-top-style: solid !important;border-bottom-color: #f78547 !important;border-bottom-style: solid !important;border-radius: 15px !important;}”][/vc_column][/vc_row]

    Como fazer um controle de gastos: 6 passos essenciais

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    Conte com um sistema de gestão financeira para um controle de gastos efetivo.

    Agora que você já entendeu o que é controle de gastos e como essa atividade pode apoiar o crescimento do seu negócio, hora de colocar a mão na massa.

    Se você ainda não tem uma gestão financeira efetiva, confira os 6 passos que separamos para implementar um controle de gastos o quanto antes!

    Passo 1: entenda os tipos de gastos

    Antes de começar, você precisa entender a diferença entre custo e despesa. Isso é importante pois fará com que você separe corretamente os gastos, oferecendo informações mais corretas para análise.

    Então, em resumo:

    • Custo são os gastos envolvidos na atividade fim da empresa, como matéria-prima, equipamentos e salários da equipe de produção; 
    • Despesa são os gastos gerais, que não estão vinculados ao produto ou serviço em si (mas, ainda assim, são essenciais), como comissão de vendedores, impostos, salário da equipe administrativa, pró-labore, entre outros.

    Passo 2: faça o controle de estoque

    Estoque parado é dinheiro parado. Então, para ter um controle de gastos, faz sentido que você tenha, também, um controle de estoque.

    Como saber o que precisa ser comprado ou qual produto pode entrar em uma promoção comercial se você não tem uma visão do seu estoque? Evite matéria-prima em excesso (especialmente se elas possuem validade).

    Ter muito produto acabado em estoque também não é legal: produto pronto tem que estar rodando com o time comercial, e não guardado. Se muda a estação, a coleção ou qualquer outro fator que impacte, você pode perder todo o valor.

    Lembre-se: produto acabado em estoque é prejuízo, pois o gasto já aconteceu, mas a receita não veio.

    Passo 3: categorize os gastos da empresa

    Outra dica importante é criar categorias dos gastos. Assim, você tem níveis de avaliação dos indicadores, permitindo que o gestor observe qual categoria aumentou suas despesas, por exemplo.

    Depois, se for preciso, poderá esmiuçar as informações, olhando item a item. Mas a visão geral por categoria é uma boa forma de avaliar o desempenho da empresa, como um todo.

    Passo 4: controle as contas a pagar e a receber

    Não podemos falar em controle de gastos sem falar em controle das contas a pagar e a receber, certo?

    Seja em uma planilha, no calendário de mesa ou em um sistema de gestão financeira, é fundamental e obrigatório que você tenha lançado todas as despesas e receitas projetadas, com datas de vencimento, responsável, valor, entre outros

    Assim, você não perde nenhum pagamento e consegue reduzir a inadimplência, também, pois irá ter o controle dos valores que não entraram.

    Com isso, também, você mantém um fluxo de caixa saudável, pois poderá planejar melhor as datas de vencimento das compras, por exemplo, de acordo com a projeção de receita.

    Passo 5: defina indicadores de performance

    Para avaliar os resultados de qualquer operação, você precisa ter indicadores de performance. Os indicadores são informações que servirão como base de análise e comparação. Por isso, eles devem ser:

    • Possíveis de medir;
    • Possíveis de comparar em diferentes faixas de tempo;
    • Possíveis de evoluir;
    • Possíveis de controlar.

    Exemplos de indicadores financeiros são o EBITDA e a margem de lucro. Também existem indicadores como ticket médio, inadimplência, percentual de produtos prontos em estoque, entre outros.

    Passo 6: contrate um sistema de gestão financeira

    Por mim, mas não menos importante: conte com as ferramentas adequadas para cada atividade.

    No caso do controle de gastos, um sistema de gestão financeira e contábil auxilia muito. Evita erros, facilita o acesso às informações, oferece relatórios gerenciais e apoia a tomada de decisões estratégicas de forma mais assertiva.

    Existem inúmeras opções com baixo custo e muitos recursos. Além de serem totalmente online, mantendo os dados seguros na nuvem e acessíveis a partir de qualquer dispositivo.

    Conheça o sistema BomControle e faça um teste gratuito!

    Controle de gastos: como reduzir despesas

    Quando você tem uma visão de todos os gastos, ficará mais fácil identificar os pontos possíveis de redução.

    Por exemplo, se você avalia as categorias dos custos e despesas e observa que o custo de um produto está muito alto, poderá buscar fornecedores de matéria-prima ou outras alternativas que reduzam o custo.

    Você poderá buscar baixar o valor de compra do material necessário ou cortar parte do pessoal de produção, ou pode aumentar a capacidade produtiva daquela mercadoria, que é, também, uma forma de reduzir o custo individual do produto.

    Com o controle de gastos você não corre riscos nem de cortar custos necessários, que possam impactar no desempenho da empresa, nem de manter despesas extras que não fazem diferença para o resultado final da operação.

    Conheça o BomControle

    O BomControle é um sistema completo para a gestão da sua empresa. Com módulos que atendem diferentes processos, automatiza tarefas, oferece relatórios gerenciais e facilita o acesso e a análise de indicadores de performance.

    Assim, você economiza tempo para pensar no que realmente interessa: o crescimento da sua empresa.

    Conheça os módulos do sistema:

    • Gestão Financeira: automatize todos os processos financeiros;
    • Controle de estoque: gestão completa do estoque, integrado aos outros departamentos;
    • CRM: melhore o relacionamento com o cliente com um CRM;
    • Gerenciamento de processos: otimize as atividades da empresa com um sistema de gestão de processos;
    • Service desk: registre todas as solicitações para análise e acompanhamento do atendimento e na resolução dos problemas;
    • Vendas: melhores os processos do seu time comercial.

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    Conclusão

    controle-de-gastos-conclusao

    Faça o controle de gastos de forma integrada com outros departamentos, como vendas e compras.

    Como vimos, o controle de gastos é uma atividade tanto operacional quanto estratégica, que auxilia o gestor na tomada de decisões. Assim, é fundamental para o crescimento sustentável e a saúde financeira de empresas de todos os setores e tamanhos.

    Você pode automatizar a atividade de registro das informações financeiras, através de um bom sistema de gestão.

    Lembre-se que é igualmente importante integrar os dados entre departamentos, como vendas, compras, estoque e financeiro.

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    Para continuar sua leitura, recomendamos estes artigos:

    Gostou do nosso material? Compartilhe em suas redes sociais e incentive amigos e familiares a também fazerem um controle de gastos, seja na vida profissional, seja na pessoal. Afinal, saúde financeira é o que todos querem!

    DAS-MEI: O que é, para que serve e como emitir

    DAS MEI é uma contribuição mensal devida pelo microempreendedor individual, referente ao pagamento dos impostos obrigatórios do Simples Nacional.

    Com valor baixo e fixo, é a única obrigação fiscal com a qual o microempreendedor deve se preocupar. Diferente de outras empresas, o MEI tem acesso aos benefícios sociais e às vantagens de ser empreendedor com um custo bastante reduzido.

    Atualmente, o DAS-MEI custa R$ 53,25 para comércio e indústrial, R$ 57,25 para atividades de serviços e R$ 58,25 para comércio e serviços.

    Entenda o que é, para que serve o DAS e como emitir as guias para pagamento. Ao final, ainda damos dicas de como melhorar a gestão da sua empresa para fazer crescer os seus resultados!

    Neste artigo, você saberá:

    • O que é o DAS-MEI e qual sua importância
    • Como emitir e pagar o DAS-MEI
    • Benefícios de contribuir com o DAS-MEI
    • Principais dúvidas sobre o DAS-MEI
    • O que é e como funciona o App MEI
    • Como o Bom Controle pode ajudar MEI

    Boa leitura!

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    O que é o DAS-MEI e qual sua importância

    O DAS é o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, uma obrigação fiscal de todo microempreendedor individual (MEI).

    Um das vantagens de ser MEI é a baixa tributação. Diferente de outros enquadramentos, em que o valor dos impostos variam conforme o lucro, o MEI paga um valor fixo e simbólico.

    Dessa forma, é um incentivo para que empreendedores formalizem sua atuação profissional e contem com os benefícios de ter um CNPJ.

    O que é o DAS-MEI e qual sua importância

    O DAS-MEI é uma contribuição mensal devida pelos microempreendedores individuais.

    Portanto, fique atento: o DAS é uma contribuição mensal, de valor fixo e passível de juros em caso de inadimplência. Ao pagar o que é devido, você paga, automaticamente:

    • R$ 5 de ISS, caso sua atividade seja um serviço;
    • R$ 1 de ICMS, se for uma indústria ou um comércio;
    • 5% do salário mínimo, para o INSS.

    Por que pagar o DAS

    Ser um microempreendedor individual é uma oportunidade oferecida pelo governo para formalizar atividades autônomas, dando aos empreendedores os benefícios e direitos de qualquer outro empresário e profissional, como, por exemplo:

    • Ter um CNPJ;
    • Possibilidade de emitir notas fiscais;
    • Expedição do alvará;
    • Direitos sociais, como auxílio doença, auxílio maternidade e aposentadoria.

    Além disso, ser MEI ter outras vantagens, como:

    • Isenção de impostos como Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL.

    No entanto, para que o MEI possa exercer suas atividades, o pagamento da DAS-MEI deve estar em dia. Em caso de inadimplência, além dos juros aplicados sobre o valor, o profissional pode ter seu CNPJ cancelado.

    Somente tendo em dia as obrigações que o MEI poderá contar com os benefícios dessa categoria. Por isso, fique atento aos vencimentos e mantenha o pagamento da sua arrecadação sempre no vencimento.

    Se você ainda não é MEI, saiba como fazer seu cadastro e outras informações importantes em nosso post: O Microempreendedor Individual – MEI – Saiba tudo.

    Como emitir e pagar o DAS-MEI

    Como emitir e pagar o DAS-MEI

    O DAS-MEI é gerado pelo site do Portal do Empreendedor e deve ser pago todos os meses.

    Se você já tem o seu cadastro de MEI e precisa pagar a primeira contribuição mensal, saiba que existem três formas de pagamento que são aceitas: débito automático, pagamento online ou boleto.

    Para emitir a guia de pagamento, confira o passo a passo a seguir:

    1. Acesse o site: portaldoempreendedor.gov.br;
    2. Clique no botão “Serviços”, na aba “Já sou um microempreendedor individual);
    3. Selecione a opção “Pague sua contribuição mensal”;
    4. Escolha uma das opções de pagamento disponíveis;
    5. Identifique-se, informando o CNPJ da sua empresa;
    6. Clique em “Emitir guia de pagamento”;
    7. Informe o ano calendário referente ao pagamento. Se você está com suas obrigações em dia, você irá selecionar o ano atual;
    8. Selecione a parcela que está em aberto e clique em “Emitir DAS” para geração de boleto ou “Pagar online” para integração automática com o internet banking do seu banco.

    Observe que, em caso de atraso, o próprio sistema já irá calcular os juros devidos, emitindo o boleto com o valor atualizado.

    Quando pagar o DAS-MEI

    O DAS-MEI é uma contribuição mensal, portanto, deve ser paga todos os meses caso você não queira arriscar o cancelamento do seu MEI ou o pagamento de juros por atraso.

    O vencimento do DAS-MEI é todo dia 20. Lembre-se de gerar a guia de pagamento e manter em dia sua obrigação como microempreendedor individual.

    Em caso de não pagamento, o empreendedor não poderá gerar a DASN-SIMEI, a declaração anual de faturamento, que deve ser realizada até o dia 31 de Maio de todos os anos.

    Por isso, se você esqueceu de pagar suas contribuições mensais, lembre-se de colocar os pagamentos em dia até a data limite de entrega da declaração anual, para evitar problemas ainda maiores.

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    Benefícios de contribuir com o DAS-MEI

    O DAS-MEI, como vimos, é uma das poucas responsabilidades e obrigações de um microempreendedor individual. O objetivo, com isso, é facilitar para que mais profissionais regularizem suas atividades.

    Dessa forma, o governo incentiva o surgimento de novos negócios, a criação de empregos e o aquecimento da economia, valorizando o empreendedor e oferecendo os benefícios que empresas de portes maiores já possuem.

    O pagamento da DAS-MEI permite que o registro do profissional independente continue ativo, dando acesso a direitos como auxílio-doença, aposentadoria e auxílio-maternidade.

    Lembrando que o microempreendedor individual conta, também, com a isenção de diversos impostos que assombram a vida dos grandes empresários: a única obrigação, de fato, é o DAS-MEI, que além de ter um valor baixo é, também, um valor fixo.

    Ou seja: pode faturar à vontade (respeitando, claro, o limite anual para este enquadramento), mas realize os pagamentos mensais da sua contribuição.

    Principais dúvidas sobre o DAS-MEI

    Ainda ficou em dúvida sobre o que é o DAS-MEI e para que ele serve? Então, confira a relação de perguntas e respostas mais comuns.

    Se, ao final da leitura, você ainda tiver alguma dificuldade ou questionamento, deixe um comentário! Faremos o possível para lhe ajudar.

    – O que acontece se atrasar o DAS?

    Caso você tenha esquecido de pagar o DAS no vencimento, você poderá gerar uma nova guia para pagamento, dentro do Programa Gerador do Documento de Arrecadação (DAS) para o MEI.

    No entanto, o valor será atualizado com os juros. Se você ficar muito tempo sem pagar sua contribuição mensal, saiba que o seu MEI poderá ser cancelado.

    – É possível parcelar o DAS?

    Se você tiver muitos meses de atraso e encontrar alguma dificuldade para o pagamento dos valores, é importante saber que o parcelamento pode ser realizado.

    Para isso, é muito simples: basta acessar o programa, disponível do site do Portal do Empreendedor, escolher as guias em atraso e clicar em “Solicitar parcelamento”.

    O parcelamento pode ser realizado em até 60 vezes, desde que a parcela mínima seja no valor de R$ 50.

    – E se não pagar mais o DAS-MEI?

    Se você não pagar a contribuição mensal, o seu CNPJ pode ser cancelado. Com isso, você perde o direito de emitir nota fiscal e atuar como microempreendedor individual.

    É importante reforçar que o DAS-MEI é a única contribuição obrigatória do microempreendedor. Comparado com a bateria de impostos e obrigações dos empresários, e considerando o valor baixo e fixo do DAS, não há, realmente, nenhuma necessidade de você ficar inadimplente.

    – O valor do DAS-MEI é alterado de quanto em quanto tempo?

    A contribuição mensal do MEI é atualizada sempre que houver alteração no salário mínimo.

    Isso porque parte do valor do DAS é referente a 5% do salário mínimo, para fins de contribuição com o INSS (o que lhe garante os benefícios sociais mencionados no início deste texto).

    Se você alterar sua atividade de comércio para serviço, por exemplo, o valor também será alterado para você, já que sobre serviço é cobrado um valor de ISS.

    – MEI inativo deve pagar o DAS?

    Se você não tiver nenhuma movimentação (emissão de nota fiscal, por exemplo), você, ainda assim, deverá pagar o DAS.

    Caso você queira encerrar o seu MEI e, assim, não ficar em dívida, você deve:

    1. Quitar os DAS em aberto.
    2. Solicitar a baixa do seu registro como MEI.

    A solicitação de baixa é gratuita e deve ser realizada no próprio Portal do Empreendedor, site do Governo Federal.

    O que é e como funciona o App MEI

    O que é e como funciona o App MEI

    O aplicativo MEI é uma forma do microempreendedor acessar informações essenciais para sua atividade de forma rápida e fácil.

    Com o App MEI, disponível para Android ou iOS, fica mais fácil de você manter o seu CNPJ em dia.

    No aplicativo, você pode consultar e emitir boletos para pagamento do DAS, além de acessar as informações do seu cadastro de forma rápida.

    Confira as principais funcionalidades do APP MEI e baixe o seu agora mesmo!

    • Consulte seu CNPJ e situação atual;
    • Consulte seus débitos em aberto;
    • Emita o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), obrigação mensal de todo MEI;
    • Acesse informações gerais sobre o regime tributário;
    • Teste seus conhecimentos como microempreendedor individual.

    Como o Bom Controle pode ajudar MEI

    Se você já é MEI ou pretende fazer o seu registro, saiba que existem desafios como em qualquer outra empresa.

    Uma das dificuldades do microempreendedor, por exemplo, é conseguir separar as contas pessoais das contas da empresa.

    Não importa se o seu negócio é composto somente por você: para a saúde financeira (sua e da sua empresa), é fundamental que você mantenha o controle e a divisão dos gastos pessoais com os profissionais.

    Assim, você conseguirá avaliar com clareza se a sua empresa está ou não dando os resultados esperados.

    Além do financeiro, para um bom desempenho do seu negócio, é importante que você atente para questões como:

    • Qualidade dos processos e entregas;
    • Padronização;
    • Controle de estoque;
    • Planejamento de vendas;
    • Relacionamento com os clientes;
    • E muito mais.

    Por isso, queremos dar uma dica: com um sistema de gestão integrado, você simplifica sua rotina e profissionaliza sua atividade.

    Dessa forma, oferece mais qualidade ao cliente (em todas as etapas do seu processo), mantém o controle das suas finanças, avalia indicadores de desempenho e melhora a percepção do mercado sobre o seu negócio, agregando valor à sua atividade.

    Com o sistema BomControle você tem acesso a diferentes módulos para gerenciar o seu negócio de um jeito simples e totalmente integrado. E o melhor: é tudo online e você paga por usuário.

    Ou seja: não precisa investir em um sistema robusto como os modelos mais antigos, em que você compra o programa, instala em seu computador e precisa de treinamento, suporte e manutenção com frequência.

    Com o BomControle você cria um usuário, configura sua empresa e tem todos os dados disponíveis online, com atualizações automáticas conforme evoluir o sistema. Você economiza tempo e foca no que realmente interessa: o crescimento do seu negócio.

    Conheça as principais funcionalidades:

    Experimente o sistema BomControle de forma gratuita, por 15 dias!

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    Conclusão

    Conclusão DAS MEI

    O DAS é uma obrigação indispensável para manter ativo o seu cadastro como microempreendedor.

    O DAS-MEI é uma obrigação mensal do microempreendedor individual, sendo a única taxa de pagamento devida pela categoria.

    Com valor baixo e fixo, é o suficiente para cobrir os impostos devidos pelas empresas do Simples Nacional, incluindo o INSS, que garante os benefícios sociais ao microempreendedor.

    Ainda assim, muitos acabam esquecendo de pagar a contribuição, arriscando o cancelamento do CNPJ e o pagamento de juros sobre o valor.

    Por isso, mantenha o controle dos vencimentos do DAS-MEI através de um sistema que ofereça uma boa gestão financeira e evite custos desnecessários. Conheça o BomControle!

    Para outras dicas de empreendedorismo e gestão, confira os artigos que separamos para você:

    Imposto de Renda PJ 2020 – Guia completo

    O imposto de renda PJ 2020 já está ocupando o dia a dia dos gestores. Isso porque, com o ano novo, vem também a tarefa de levantar todas as informações necessárias para declarar corretamente a obrigação, exigida anualmente. 

    Para que você não perca nenhum prazo, preparamos este artigo completo sobre o IRPJ 2020, com tudo que você precisa saber.

    Dica! Para facilitar a sua declaração de imposto de renda, mantenha uma gestão financeira efetiva. Quer saber como? Leia o artigo: Gestão Financeira Empresarial: O que é, para que serve e como fazer.

    A declaração de IRPJ não precisa ser traumática. Com uma organização financeira e alguns processos bem estruturados você consegue manter as informações preservadas e com fácil acesso.

    Assim, garante uma declaração sem erros e evita as multas, que podem acabar com qualquer empresa.

    Fique em paz com o leão! Neste artigo, você vai entender:

    • Imposto de Renda PJ 2020
    • Quem deve declarar o IRPJ
    • Alíquotas do imposto de renda PJ 2020
    • Prazos e multas do imposto de renda PJ 2020
    • Restituição do imposto de renda PJ 2020
    • Como declarar o IRPJ 2020
    • Melhore sua gestão contábil e financeira

    Boa leitura!

    Imposto de Renda PJ 2020

    imposto-de-renda-pj-2020

    O imposto de renda PJ 2020 é uma obrigação fiscal de toda empresa com CNPJ ativo.

    O imposto de renda PJ 2020 é uma obrigação das empresas perante à Receita Federal. 

    Assim como as pessoas físicas, que devem declarar seus rendimentos a cada novo ano fiscal, as empresas de todos os portes também precisam fazer o procedimento.

    No entanto, o imposto de renda PJ é um pouco mais complexo do que o de pessoa física. Por isso, é recomendável que seja feito por um contador, de forma a garantir que a declaração não seja enviada com algum equívoco.

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    O que é o Imposto de Renda

    O IR é um tributo federal cobrado sobre o seu rendimento (daí o nome “imposto de renda”). Por isso, é cobrado tanto de pessoas físicas quanto jurídicas.

    É administrado pela Receita Federal e, além de cobrar um valor de acordo com os seus ganhos, também serve para acompanhar a sua evolução patrimonial. 

    Dessa forma, é impossível que alguém possa adquirir uma residência, por exemplo, de um dia pro outro, sem que possa explicar de onde tirou o dinheiro para essa compra.

    Assim como as pessoas precisam declarar seus ganhos e gastos para a Receita, as empresas também devem prestar contas sobre seus rendimentos e pagar devidamente a alíquota conforme seu enquadramento.

    Com isso, o IRPJ funciona como uma espécie de fiscalização, evitando (ou procurando evitar) a prática de sonegação de impostos, por exemplo.

    Saiba como um planejamento tributário pode auxiliar o crescimento da empresa — sem sonegação! Leia: O papel do Planejamento Tributário na Elisão Fiscal — Saiba tudo.

    Programa IRPJ

    Anualmente, as empresas devem declarar à Receita Federal os seus rendimentos e despesas, de forma que seja calculado um valor a ser pago, se necessário.

    Essa declaração é feita online, através de um programa desenvolvido e disponibilizado pela Receita Federal. Consulte um contador: o IRPJ deve ser feito por profissionais especializados, minimizando chance de erros na transmissão das informações.

    Para mais informações sobre o IRPJ 2020, acesse o site da Receita Federal.

    Quem deve declarar o IRPJ

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    Empresas do simples nacional têm uma declaração simplificada.

    Toda empresa com CNPJ ativo deve declarar o imposto de renda PJ 2020. 

    No entanto, empresas do simples nacional ou na modalidade MEI possuem um modelo de declaração simplificado.

    Devem declarar, então:

    • Empresas que realizam pagamentos a outras, com tributação CSLL e Cofins;
    • Aquelas que retém o imposto de renda na fonte;
    • Empresas ou empresários que enviam dinheiro a contas no exterior;
    • Pessoas físicas que pagaram seus rendimentos no ano anterior.

    Alíquotas do imposto de renda PJ 2020

    Você deve gerar a guia de pagamento do imposto de renda, caso se entenda que o recolhimento já realizado não foi suficiente, ou caso o recolhimento em fonte não tenha acontecido.

    A alíquota que será usada na base de cálculo da guia, e varia de acordo com o enquadramento da empresa, o faturamento obtido e outros critérios. Confira:

    • Lucro Real: o imposto de renda é cobrado sobre o lucro real obtido pelas empresas durante o período fiscal. Empresas enquadradas nesta modalidade pagam 15% sobre o valor do lucro, adicionado de 10% caso o lucro total ultrapasse o valor de R$ 20 mil ao mês;
    • Lucro Presumido: empresas enquadradas nesta modalidade têm seu lucro estimado com base no faturamento e de acordo com o setor. A alíquota do IRPJ é de 15%, acrescido de 10% para lucros mensais maiores de R$ 60 mil;
    • Lucro Arbitrado: essa modalidade geralmente é adotada por iniciativa da Receita Federal, quando há alguma suspeita de fraude. A alíquota é a mesma utilizada no lucro presumido;
    • Simples Nacional e MEI: essas empresas não devem nada na declaração do IRPJ, pois já pagam o tributo junto ao DAS (Documento de Arrecadação do Simples).

    Prazos e multas do imposto de renda PJ 2020

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    As multas em caso de atraso variam de 2% a 20% sobre o valor devido.

    Em caso de envio da declaração atrasado, a empresa pagará uma multa e taxas extras até que o devido pagamento seja realizado.

    As multas podem variar de 2% a 20%, de acordo com o lucro da empresa. Para cada grupo de 10 informações enviadas com errado, será pago uma taxa de R$ 20. Se a empresa notar o erro antes da notificação da União, essa taxa é reduzida em 50%.

    Por isso, vale a pena considerar um profissional especializado – além de, claro, manter uma gestão eficiente do seu financeiro.

    Se a sua empresa for obrigada a fazer a declaração trimestral, cuide dos prazos para envio de cada uma delas:

    • Dia 31 de março;
    • 30 de junho;
    • Dia 30 de setembro;
    • 30 de dezembro.

    Restituição do imposto de renda PJ 2020

    Caso a empresa tenha pagado um imposto de renda superior ao devido, ela terá direito à restituição.

    A solicitação deve ser realizada através do programa PER/DCOMP, que pode ser instalado a partir do site da Receita Federal.

    A restituição irá acontecer da seguinte maneira:

    • A partir de janeiro, seguinte ao ano de apuração, para empresas que declaram anualmente;
    • Começando do mês seguinte ao trimestre apurado, para empresas que declaram trimestralmente;
    • A partir do primeiro dia útil seguinte ao encerramento da apuração, para casos especiais como fusão, incorporação ou encerramento da atividade.

    Como declarar o IRPJ 2020

    Como mencionado anteriormente, é recomendável que a empresa conte com profissionais especializados em contabilidade para a execução da declaração do IRPJ. Mas, a título de conhecimento, explicaremos o passo a passo logo abaixo:

    1. Acesse o site da Receita Federal e procure o programa Gerador da Declaração;
    2. Faça o download do programa, conforme versão atualizada. Até o momento, a versão é a 3.5b;
    3. Instale o programa em seu computador e faça o login utilizando os seus dados;
    4. Preencha todas as informações solicitadas. Você deverá detalhar os gastos da empresa e o lucro obtido pela operação durante o período de apuração;
    5. Transmita a declaração utilizando o programa Receitanet, disponível, também, no site da Receita Federal.

    Melhore sua gestão contábil e financeira

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    Um sistema de gestão financeira é fundamental para sua declaração de imposto de renda PJ 2020.

    Como você deve ter percebido, a declaração do imposto de renda PJ 2020 pode não ser tarefa fácil. Uma informação errada e sua empresa cai na malha fina, arcando com multas e outras taxas adicionais.

    Mas o trabalho não é complexo se você tiver um bom controle do seu financeiro.

    Automatizando processos e contando com um sistema de gestão financeira de qualidade você mantém suas informações em dia e de fácil acesso.

    Além disso, garante a segurança e organização dos dados, facilitando a sua vida na hora de transmitir essas informações para a Receita Federal.

    Adicionalmente a essa vantagem, uma gestão contábil e financeira ainda permite que você identifique pontos de melhoria, reduza custos, padronize processos e mantenha um bom padrão de qualidade em toda a operação.

    O sistema da BomControle é um ERP completo para a gestão da sua empresa, incluindo um módulo específico para o bom gerenciamento do seu financeiro.

    Com ele, você não perde nenhum prazo — e pode ter uma visão estratégica fundamental para o crescimento do seu negócio. Faça um teste gratuito!

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    Conclusão

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    Conte com um ERP para organizar a sua gestão contábil e financeira.

    O imposto de renda PJ 2020 é uma obrigação de todas as empresas com CNPJ ativo. O tributo é federal, calculado sobre o lucro real da empresa.

    Da mesma forma que o imposto de renda de pessoa física, as empresas devem prestar contas sobre seus ganhos e despesas, calculando o imposto devido ou verificando se há algum valor para restituir.

    Uma das maiores dificuldades da empresa é levantar as informações para a declaração. Se a empresa não trabalha com nenhum sistema ou não tem um processo financeiro definido, a chance de apresentar números incoerentes é muito grande.

    Por isso, considere contratar ferramentas que garantam o suporte às documentações e obrigações fiscais, evitando inconsistências e erros passíveis de multa.

    Com uma organização financeira, sua empresa só tem a ganhar! Quer saber mais sobre isso? Confira os artigos que separamos para você:

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